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	<title>Augusto Vespermann &#187; sgbd</title>
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	<description>Tecnologia, desenvolvimento  e outras cositas más</description>
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		<title>Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 13:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[postgresql]]></category>
		<category><![CDATA[sgbd]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 14479A quarta versão alpha para o PostgreSQL 9.0, já está disponível para download. Esta alpha contém novos recursos importantes adicionados desde o alpha anterior. Recursos adicionados no Alpha4 incluem: * Streaming de replicação de log binário baseado em replicação de PostgreSQL * Novo in-memory, high-performance Listen/Notify queue * Retorno de contagem de&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 14479<br/><p>A quarta versão alpha para o PostgreSQL 9.0, já está disponível para download. Esta alpha contém novos recursos importantes adicionados desde o alpha anterior.<br />
Recursos adicionados no Alpha4 incluem:</p>
<p>* Streaming de replicação de log binário baseado em replicação de PostgreSQL<br />
* Novo in-memory, high-performance Listen/Notify queue</p>
<p>* Retorno de contagem de linhas automática nas consultas SELECT<br />
* Funções ROWS PRECEDING e ROWS FOLLOWING</p>
<p>Alphas não são estáveis e nunca deve ser usado na produção, são para testes de novos recursos só. Não há garantia de que quaisquer funções ou APIs presentes no alphas vai estar presente na versão final.  AS versões Alpha anteriores eram chamadas de &#8220;8,5&#8243;, o alpha 9,0 é a mesma versão do PostgreSQL, renomeado para a libertação. Lançamentos alpha adicionais, ou uma versão beta, estará disponível para teste em algumas semanas.</p>
<p>Mais detalhes estão disponíveis nas notas de lançamento incluído em cada alpha:</p>
<ul>
<li> <a href="http://www.postgresql.org/developer/alpha">Mais informações sobre a versão Alpha</a></li>
<li> <a href="http://www.postgresql.org/ftp/source/9.0alpha4">Download da versão alpha</a></li>
<li><a title="PostgreSQL 8.5 Alpha" href="http://developer.postgresql.org/pgdocs/postgres/release-8.5.html">Informações sobre a versão 8.5 Alpha</a></li>
</ul>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/06/lancado-o-postgresql-9-0-beta-2/" title="Lançado o PostgreSQL  9.0 Beta 2">Lançado o PostgreSQL  9.0 Beta 2</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/05/e-possivel-um-mysql-200-mais-rapido-a-oracle-diz-que-sim/" title="É possível um MySQL 200% mais rápido? A Oracle diz que sim">É possível um MySQL 200% mais rápido? A Oracle diz que sim</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/" title="O que há de novo no MySQL 6">O que há de novo no MySQL 6</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicoes-de-tipo-tamanho-e-formato-dos-campos-no-adabas/" title="Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS">Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[adabas]]></category>
		<category><![CDATA[mainframe]]></category>
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		<category><![CDATA[tipo de dados]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 21015 TAMANHO E FORMATO DOS CAMPOS ADABAS (N) Numerico &#8211; de 1 até 29 bytes (B) Binario &#8211; de 1 até 126 bytes (A) Alfanumerico &#8211; de 1 até 253 bytes (F) Ponto Fixo &#8211; até 4 bytes (G) Ponto Flutuante &#8211; 4 a 8 bytes (P) Decimal Compactado &#8211; até 15&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 21015<br/><p><code><div class="clear-block"><div class="ad aligncenter"><script type="text/javascript"><!--
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<p><span style="font-weight: bold;">TAMANHO E FORMATO DOS CAMPOS ADABAS</span></p>
<p>(N) Numerico &#8211; de 1 até 29 bytes<br />
(B) Binario &#8211; de 1 até 126 bytes<br />
(A) Alfanumerico &#8211; de 1 até 253 bytes<br />
(F) Ponto Fixo &#8211; até 4 bytes<br />
(G) Ponto Flutuante &#8211; 4 a 8 bytes<br />
(P) Decimal Compactado &#8211; até 15 bytes<br />
(U) Decimal Não Compactados &#8211; até 29 bytes</p>
<p><span style="font-weight: bold;">TIPOS DE CAMPOS</span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">ELEMENTAR</span> &#8211; Contém apenas um valor de um registro.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">MULTIPLO</span> &#8211; Pode possuir até 191 ocorrencias em um mesmo registro, onde ele pode assumir diversos valores dentro de uma ocorrência de registro.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">GRUPO</span> &#8211; Consiste em vários campos elementares consecutivos da FDT combinados em apenas um. Dessa forma pode-se acessar os campos com mais facilidade melhorando o desempenho quando devidamente utilizado durante o processo de manipulação de dados.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">PERIODICO</span> &#8211; É um campo que possibilita obter diversas ocorrencias dentro de uma mesma ocorrencia, pode ser repetido até 99 vezes.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">SUPERDESCRITOR</span> &#8211; É a combinação de dois ou mais campos &#8211; pode ser completo usado todos os campos ou partes dele &#8211; um campo Alfa de 10 posições, no super você pode utilizar os dez ou o nono campo (ou menos como a quarta, quinta posição) &#8211; fica a critério do analista &#8211; importante destacar &#8211; um superdescritor tem que ter mais de dois campos &#8211; se for somente um campo pode ser <span style="font-weight: bold;">Hiperdescritor</span> &#8211; o que o super descritor faz, ele pega todos os campos contidos nele e cria uma lista uma lista invertida com o endereço daquele registro, assim sendo mais rapida a consulta.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">REGISTRO</span> &#8211; É um conjunto de campos constitui um registro Adabas, cada registro esta associado a um número seguencial interno (ISN) assinalado e administrado pelo Adabas.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">BLOCO</span> &#8211; Um bloco constitui um conjunto fisico de registros e possui tamanho fisico em função do tipo de disco utilizado. Cada vez que o Adabas transfere informações do disco para a memoria (ou vice e versa) é através do bloco fisico.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">ISN</span> &#8211; Internal Seguence Number &#8211; (Numero Seguencial Interno) Consiste num número seguencial interno associado a cada registro que entra no banco de dados Adabas, é único por arquivo, toda a manipulação de registro pelo Adabas base no ISN. O ISN tanto pode ser gerado pelo Adabas como pode ser assinalado pelo usuário.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">RABM </span>- Relative Block Number &#8211; (Numero Relativo do Bloco) O Adabas associa aos blocos dos data sets (ASSO, DATA entre outros) um número seguencial, o RBN é convertido em endereço fisíco do disco pelo método de acesso do sistema operacional (BDAM em IBM) antes de ser efetuada a operação de entrada e saida.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">EXTENT</span> &#8211; Um determinado Extent consist num conjunto de blocos fisícos contigos (de disco) alocados para uma determinada função Adabas.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">FILE</span> &#8211; (ARQUIVO) Um arquivo Adabas consiste num conjunto de blocos de dados do usuário e pode ser constituido de diversos extents fisicos.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">BANCO DE DADOS</span> &#8211; Um banco de dados Adabas consiste em um ou mais arquivos (FILE) de dados do usuário, e também todas os dados e tabelas necessarias ao Adabas na Administração do banco de dados. O banco Adabas é composto por alguns data sets. &#8211; <span style="font-weight: bold;">ASSO / DATA / WORK &#8211; (PLOG / CLOG)</span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">ASSO</span> &#8211; O associator que contém as informações de controle para o administrar os dados dos usuários, neste data set onde estão as localizações dos dados, para melhor utilização dos discos pode ser comprimido os dados. Contém basicamente os dados de.</p>
<p>01 &#8211; Listas Invertidas (de superdescritor, descritor.<br />
02 &#8211; Conversor de endereços (Tabela de ISN e RBN)<br />
03 &#8211; Tabela de descrição de dados &#8211; FDT<br />
04 &#8211; Outros dados de controle como memória disco disponivel, quantidade de arquivos carregados, controle de utilização de ISN entre outros.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">DATA</span> &#8211; Data Storage onde estão os dados dos usuários, o Adabas armazena os dados de formar comprimida, diminuindo o indice de utilização de memoria em disco.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">WORK</span> &#8211; Este data set pelo nucleo do banco Adabas como arquivo de trabalho que executa as tarefas abaixo:</p>
<p>01 &#8211; Proteção e recuperação do banco de dados.<br />
02 &#8211; Armazenamento intermediario das listas de ISN proveniente de pesquisas.<br />
02 &#8211; Area intermediaria para operação dos algoritimos de pesquisa.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">PLOG</span> &#8211; (Protection Log) Este data set é onde ficam armazenadas as alterações feitas no banco Adabas (é utilizada em bancos de Produção) &#8211; quando o analista descobre que alguem deletou um registro é usando o Plog que se recupera o arquivo deletado do banco.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">CLOG</span> &#8211; (Command Log) Este data set é para fazer estatisticas do banco, como exemplo de comandos de pior duração, ou de programas de consomem mais recursos entre outros, tem diversar softwares que coletam estas informações e fazem alguns relatórios bem interessante &#8211; vou passar dois, o REVIEW é da software AG (caro mais muito bom) e o TRIM da Treehouse Software muito interessante e não tão caro.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">FCB</span> &#8211; (Bloco de controle de arquivo) &#8211; Para cada arquivo do banco existe uma FCB. Contém informações sobre área de estensão e de áreas livres.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">FDT</span> &#8211; Tabela de descrição de campos &#8211; Uma FDT corresponde a descrição dos campos que compõem cada FILE (arquivo) e corresponde ao esquema dos campos do campo no banco. Como os dados são compactados e há supressão de campos brancos e nulos, a FDT é frequentemente consultada quando uma vez obtida o valor de ISN e RABN, dai se efetua o varredura sequencial dos campos de registros lógicos. Na FTD estão em detalhes a descrição fisíca de todos os campos.</p>
<p><em>Fonte: www.mainframes.com.br</em></p>
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<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-manipulacao-na-linguagem-natural/" title="Comandos de Manipulação na Linguagem Natural">Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/" title="Comandos de linha na linguagem Natural">Comandos de linha na linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/lancada-4%c2%aa-versao-alpha-do-postgresql-9/" title="Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9">Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Conceitos da linguagem de programação Natural</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
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		<category><![CDATA[mainframe]]></category>
		<category><![CDATA[natural]]></category>
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		<description><![CDATA[Number of View: 20385Em uma rápida introdução ao Natural podemos dizer que é uma linguagem de programação considerada de 4ª geração desenvolvida pela alemã Software AG e distribuída no Brasil pela Consist. A linguagem possui várias versões: MVS, Linux, Unix, OS/2 e Windows. Podemos citar como características da linguagem: - Aplicações portáveis para múltiplas plataformas;&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=1.0" /></div><div>Rating: 1.0/<strong>10</strong> (1 vote cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 20385<br/><p><a href="http://www.softwareag.com/br/"><img class="alignright size-full wp-image-191" title="Software AG" src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/uploads/2009/09/softwareag1.JPG" alt="Software AG" /></a>Em uma rápida introdução ao Natural podemos dizer que é uma linguagem de programação considerada de 4ª geração desenvolvida pela alemã <a title="Software AG" href="http://www.softwareag.com/br/" target="_blank">Software AG</a> e distribuída no Brasil pela <a title="Consist" href="http://www.consist.com.br" target="_blank">Consist</a>. A linguagem possui várias versões: <a title="MVS" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MVS" target="_blank">MVS</a>, <a title="Linux" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" target="_blank">Linux</a>, <a title="Unix" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Unix" target="_blank">Unix</a>, <a title="OS/2" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os/2" target="_blank">OS/2</a> e <a title="Windows" href="http://www.microsoft.com/WINDOWS/" target="_blank">Windows</a>.</p>
<p>Podemos citar como características da linguagem:<br />
- Aplicações portáveis para múltiplas plataformas;<br />
- Execução batch e on-line;<br />
- Acesso a diversos SGBD&#8217;s (<a title="Adabas" href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" target="_blank">ADABAS</a>, <a title="Oracle" href="http://www.oracle.com" target="_blank">Oracle</a>, <a title="DB2" href="http://www.ibm.com/db2" target="_blank">DB2</a>, etc);<br />
- Possibilidade de programação modularizada.</p>
<p>Objetos, na linguagem Natural, seguem uma estrutura parecida com o antigo sistema operacional <a title="DOS" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DOS" target="_blank">DOS</a>. O nome do objeto pode ter até 8 caracteres e não é permitido objetos terem o mesmo nome ainda que sejam objetos distintos. Esses objetos são armazenados como bibliotecas (library).</p>
<p>A linguagem Natural tem como componentes:<br />
- Compilador: execução interativa da aplicação;<br />
- Kernel ou núcleo: responsável pela execução de comandos e gerência de outros componentes;<br />
- Sistema de arquivos: arquivos do ADABAS com suporte ao Natural;<br />
- Componentes de interface:<br />
• ADABAS: controla os processos de atualização e acesso a dados além de executar os comandos;<br />
• Sistema Operacional: executa os comandos I/O e outras comunicações com o sistema;<br />
• Monitor de Transações: gerencia recursos necessários para as transações.</p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=1.0" /></div><div>Rating: 1.0/<strong>10</strong> (1 vote cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-manipulacao-na-linguagem-natural/" title="Comandos de Manipulação na Linguagem Natural">Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/" title="Comandos de linha na linguagem Natural">Comandos de linha na linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicoes-de-tipo-tamanho-e-formato-dos-campos-no-adabas/" title="Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS">Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/08/video-como-e-a-relacao-desenvolvedor-x-cliente-na-hora-de-dar-orcamentos/" title="Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos">Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/qualidade-de-software-com-cmmi/" title="Qualidade de software com CMMI">Qualidade de software com CMMI</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/lancada-4%c2%aa-versao-alpha-do-postgresql-9/" title="Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9">Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/" title="O que há de novo no MySQL 6">O que há de novo no MySQL 6</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studioteam-system-para-desenvolvedores-de-software/" title="Visual Studio Team System para desenvolvedores de software">Visual Studio Team System para desenvolvedores de software</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Adabas, um velho companheiro</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 14:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
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		<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
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		<description><![CDATA[Number of View: 19897Vou iniciar um curso de Adabas na próxima semana e resolvi estudar sobre o assunto para não chegar sem informação nenhuma para as aulas. Já que vou estudar o assunto porque não compartilhar com vocês o conhecimento? Serão uma série de artigos curtos e bem objetivos. Para começar vou falar sobre o&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 19897<br/><p><a href="http://www.softwareag.com/br/"><img class="alignleft size-full wp-image-179" title="Software AG" src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/uploads/2009/09/softwareag.JPG" alt="Software AG" /></a>Vou iniciar um curso de <a title="Adabas" href="http://www.softwareag.com/br/products/adabas/default.asp" target="_blank">Adabas</a> na próxima semana e resolvi estudar sobre o assunto para não chegar sem informação nenhuma para as aulas. Já que vou estudar o assunto porque não compartilhar com vocês o conhecimento?</p>
<p>Serão uma série de artigos curtos e bem objetivos. Para começar vou falar sobre o que é o Adabas e sua história.</p>
<p>O Adabas foi lançado  na década de 70 pela <a title="Software AG" href="http://www.softwareag.com/br/" target="_blank">Software AG</a>, com sede em Darnstadt (Alemanha). Podemos considerar como o primeiro <a title="SGBD" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SGDB" target="_blank">SGBD</a> utilizado comercialmente na história. Inicialmente ele foi projetado para funcionar somente em <a title="Mainframe IBM" href="http://www.ibm.com/br/systems/z/" target="_blank">mainframes da IBM</a> mas atualmente é suportado em ambientes <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux">Linux</a>, <a title="Unix" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Unix" target="_blank">Unix</a> e <a title="Windows" href="http://www.microsoft.com/WINDOWS/" target="_blank">Windows</a>. O Adabas ainda é considerado como um dos mais rápidos banco de dados <a title="OLTP" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/OLTP" target="_blank">OLTP</a> com disponibilidade 24hs por dia e 7 dias por semana. Segundo a fabricante o SGBD pode atingir a marca de 300 mil transações por segundo. Desde sua criação o Adabas foi operado através da linguagem desenvolvida pela mesma Software Ag, a linguagem NATURAL. A fabricante também diz que o tamanho da armazenagem de dados é praticamente ilimitada.</p>
<p>O Adabas foi desenvolvido utilizando <a title="Listas Invertidas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Listas_Invertidas" target="_blank">Listas Invertidas</a> e é não-relacional. Comparando o Adabas com um banco de dados relacional podemos citar como diferenças:<br />
- Não utiliza SQL;<br />
- As tabelas são arquivos;<br />
- As células são chamadas de records;<br />
- As colunas são chamadas de campos;<br />
- Opera com leitura suja (Dirty Read);</p>
<p>Sua utilização se dá em grandes empresas com enorme volumes de dados tais como bancos, empresas de telefonia, grandes mineradoras e siderúrgicas, etc.</p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-manipulacao-na-linguagem-natural/" title="Comandos de Manipulação na Linguagem Natural">Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/" title="Comandos de linha na linguagem Natural">Comandos de linha na linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicoes-de-tipo-tamanho-e-formato-dos-campos-no-adabas/" title="Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS">Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/lancada-4%c2%aa-versao-alpha-do-postgresql-9/" title="Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9">Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/06/lancado-o-postgresql-9-0-beta-2/" title="Lançado o PostgreSQL  9.0 Beta 2">Lançado o PostgreSQL  9.0 Beta 2</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/05/e-possivel-um-mysql-200-mais-rapido-a-oracle-diz-que-sim/" title="É possível um MySQL 200% mais rápido? A Oracle diz que sim">É possível um MySQL 200% mais rápido? A Oracle diz que sim</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/" title="O que há de novo no MySQL 6">O que há de novo no MySQL 6</a></li></ul>]]></content:encoded>
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