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	<title>Augusto Vespermann &#187; Programação</title>
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	<description>Tecnologia, desenvolvimento  e outras cositas más</description>
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		<title>Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 12:17:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[barganha]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem é desenvolvedor, designer, etc sabe muito bem como é passar um orçamento para um cliente que acha que o trabalho de desenvolvimento de sites / sitemas é coisa do sobrinho do vizinho. <br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=10.0" /></div><div>Rating: 10.0/<strong>10</strong> (1 vote cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 819<br/><p>Quem é desenvolvedor, designer, etc sabe muito bem como é passar um orçamento para um cliente que acha que o trabalho de desenvolvimento de sites / sitemas é coisa do sobrinho do vizinho.</p>
<p>Imagina se fizessemos o contrário. Veja o vídeo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CYu1cQs4Y5Y&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/CYu1cQs4Y5Y&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=10.0" /></div><div>Rating: 10.0/<strong>10</strong> (1 vote cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/qualidade-de-software-com-cmmi/" title="Qualidade de software com CMMI">Qualidade de software com CMMI</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/" title="O que há de novo no MySQL 6">O que há de novo no MySQL 6</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studioteam-system-para-desenvolvedores-de-software/" title="Visual Studio Team System para desenvolvedores de software">Visual Studio Team System para desenvolvedores de software</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Qualidade de software com CMMI</title>
		<link>http://www.augustovespermann.com/2010/04/qualidade-de-software-com-cmmi/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 11:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[cmmi]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de software]]></category>

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		<description><![CDATA[O modelo ®CMMI - Capability Maturity Model Integration - é um modelo de referência para melhoria de processos de desenvolvimento de software criado pelo Software Engineering Institute (SEI) da Carnegie Mellon University, situada em Pittsburgh - EUA. A versão 1.1 do modelo foi publicada em 2002, a partir dos antigos modelos CMM para disciplinas específicas e outros modelos de referência então existentes.<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 1548<br/><p><div class="clear-block"><div class="ad aligncenter"><script type="text/javascript"><!--
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O modelo <a href="http://www.sei.cmu.edu/cmmi" target="_blank">®CMMI</a> &#8211; <em>Capability Maturity Model Integration</em> &#8211; é um modelo de referência para melhoria de processos de desenvolvimento de software criado pelo Software Engineering Institute (<a href="http://www.sei.cmu.edu/" target="_blank">SEI</a>) da Carnegie Mellon University, situada em Pittsburgh &#8211; EUA. A versão 1.1 do modelo foi publicada em 2002, a partir dos antigos modelos CMM para disciplinas específicas e outros modelos de referência então existentes.</p>
<p>O modelo CMM foi concebido para atender a uma demanda do Departamento de Defesa Norte-Americano &#8211; DoD, que necessitava de um mecanismo objetivo para avaliar seus fornecedores de software. Entretanto, o CMM, e mais recentemente o ®CMMI, tornaram-se um padrão de mercado para mensurar a capacidade de entrega e a maturidade das empresas fornecedoras de software e serviços.</p>
<p>Atualmente, o ®CMMI é o modelo mais recomendado para empresas que pretendem exportar software ou serviços de TI, devido a sua ampla aceitação no mercado comprador internacional.</p>
<p>A versão atual do modelo &#8211; ®CMMI-DEV 1.2, publicada em 2006, possui 22 áreas de processo distribuídas em 4 níveis de maturidade. Além do modelo para desenvolvimento de software (DEV), foram publicados posteriormente os modelos de referencia para aquisição de software (ACQ) e para Serviços (SVC).</p>
<p>O ®CMMI é um modelo de referência muito difundido e utilizado por empresas nos cinco continentes. Em <a href="http://www.sei.cmu.edu/cmmi/casestudies/profiles/pdfs/upload/2009SepCMMI.pdf" target="_blank">relatório de maturidade</a> publicado pelo SEI em setembro de 2009, existiam aproximadamente 3,9 mil organizações formalmente avaliadas em algum nível de maturidade do CMMI. Os países com maior número de organizações avaliadas são: EUA, China, Índia, Japão e Espanha. O Brasil encontra-se no 9º lugar neste ranking, com um total de 117 organizações avaliadas.<br />
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<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/estagios-do-cmmi/" title="Estágios do CMMI">Estágios do CMMI</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2011/04/novidades-ti-especialistas-17042011/" title="Novidades TI Especialistas &#8211; 17/04/2011">Novidades TI Especialistas &#8211; 17/04/2011</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2011/04/novidadesa-ti-especialistas-10042011/" title="Novidades TI Especialistas &#8211; 10/04/2011">Novidades TI Especialistas &#8211; 10/04/2011</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2011/04/novidades-ti-especiliastas-03042011/" title="Novidades TI Especialistas &#8211; 03/04/2011">Novidades TI Especialistas &#8211; 03/04/2011</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2011/02/novidades-ti-especialistas-27022011/" title="Novidades TI Especialistas &#8211; 27/02/2011">Novidades TI Especialistas &#8211; 27/02/2011</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2011/02/novidades-ti-especialistas-20022011/" title="Novidades TI Especialistas &#8211; 20/02/2011">Novidades TI Especialistas &#8211; 20/02/2011</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2011/02/novidades-ti-especialistas-13022011/" title="Novidades TI Especialistas &#8211; 13/02/2011">Novidades TI Especialistas &#8211; 13/02/2011</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2011/02/novidades-ti-especialistas-06022010/" title="Novidades TI Especialistas 06/02/2010">Novidades TI Especialistas 06/02/2010</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2011/01/novidades-ti-especialistas-23012011/" title="Novidades TI Especialistas  &#8211; 23/01/2011">Novidades TI Especialistas  &#8211; 23/01/2011</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2011/01/novidades-ti-especialistas-16012011/" title="Novidades TI Especialistas 16/01/2011">Novidades TI Especialistas 16/01/2011</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2011/01/novidades-ti-especialistas-09012010/" title="Novidades TI Especialistas 09/01/2010">Novidades TI Especialistas 09/01/2010</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/12/novidades-ti-especialistas-12122010/" title="Novidades TI Especialistas 12/12/2010">Novidades TI Especialistas 12/12/2010</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/11/novidades-ti-especialistas-28112010/" title="Novidades TI Especialistas &#8211; 28/11/2010">Novidades TI Especialistas &#8211; 28/11/2010</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/11/novidades-ti-especialistas-14112010/" title="Novidades TI Especialistas 14/11/2010">Novidades TI Especialistas 14/11/2010</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/11/novidades-ti-especialistas-07112010/" title="Novidades TI Especialistas 07/11/2010">Novidades TI Especialistas 07/11/2010</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>O que há de novo no MySQL 6</title>
		<link>http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/</link>
		<comments>http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 12:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 15959O Mysql 6 (Falcon Storage engine) foi desenvolvido especialmente para um hardware mais robusto, com muita memoria e Multi-Threads, 64-bits seria a melhor escolha, mas nao impede que você use num hardware 32-bits comum. O Falcon foi desenvolvido para trabalhar aplicações de alto trafego transacional. Alem da nova Storage Engine, o Mysql&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 15959<br/><p>O Mysql 6 (Falcon Storage engine) foi desenvolvido especialmente para  um hardware mais robusto, com muita memoria e Multi-Threads, 64-bits  seria a melhor escolha, mas nao impede que você use num hardware 32-bits  comum. O Falcon foi desenvolvido para trabalhar aplicações de alto  trafego transacional. Alem da nova Storage Engine, o Mysql 6 ainda conta  com o suporte a InnoDb e a MyIsam.</p>
<p>Caracteristicas:</p>
<ul>
<li>Suporte a windows 64-bits.</li>
<li> Suporte a tablespaces.</li>
<li> Novas configrações de performance,           <code>falcon_log_windows</code>,            <code>falcon_index_chill_threshold</code>, and           <code>falcon_record_chill_threshold</code>.
<li> <code>falcon_log_windows</code>. —Configuração de memória  alocada pra o falcon_serial_log no windows, em Mbs O mínimo é 1o e o  máximo 32768.</li>
<li><code>falcon_index_chill_threshold - </code>seta o tamanho em Mbs do  indice armazenado durente uma transação grande, antes o indice jogava  para o serial log. Se oindice é unico ou a transação regularmente re-le  os registros desse indice,Os dados são armazanados em memória (para um  acesso rápido). Em transações muito grandes, isso impede de  sobrecarregar a memória.</li>
<li><code>falcon_record_chill_threshold - É como o </code><code>falcon_index_chill_threshold,  mas ao invés de armazenar o indice armazena um registro.</code></li>
<li> <code>SELECT ... FOR UPDATE</code> agora é suportado.</li>
<li> Uncommitted record scavenging has been implemented .</li>
<li>Diagnostico de performance através do <code>INFORMATION_SCHEMA</code>.</li>
<li> Um verdadeiro Multi Version Concurrency Control (MVCC)  permite registros e tabelas serem alterados sem lock por registro. A  implementação do MVCC virtualmente elimina a necessidade de lock de  tabela ou de registro durante um UPDATE.</li>
<li> Flexible locking, including flexible locking levels and  smart deadlock detection keep data protected and transactions  and operations flowing at full speed.</li>
<li>Transaction-safe (fully ACID-compliant) and able to handle multiple concurrent transactions.</li>
<li> Serial Log provides high performance and recovery  capabilities without sacrificing performance.</li>
<li> Advanced B-Tree indexes.</li>
<li>Compressão de registros, Ele compacta os dados quando armazenado e  descompacta “on the the fly”. Vou ler mais a respeito, a documentação  ainda é muito pobre, mas fiquei com um pé atras, será que não vou perder  desempenho?</li>
<li> Gerenciamento inteligente de disco, automaticamente  gerencia arquivos e extensões. Espaço com log e arquivos de dados são  automaticamente recuperados e reusados.</li>
<li> Cache de Registros e Indices, ele armazena em cache os  indices e registros mais usados.</li>
<li> Savepoints implicitos, garantindo a integridade dos dados  durante a transação.</li>
</ul>
<p>Fonte: Taliba Martins</p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/05/e-possivel-um-mysql-200-mais-rapido-a-oracle-diz-que-sim/" title="É possível um MySQL 200% mais rápido? A Oracle diz que sim">É possível um MySQL 200% mais rápido? A Oracle diz que sim</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/08/video-como-e-a-relacao-desenvolvedor-x-cliente-na-hora-de-dar-orcamentos/" title="Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos">Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/06/lancado-o-postgresql-9-0-beta-2/" title="Lançado o PostgreSQL  9.0 Beta 2">Lançado o PostgreSQL  9.0 Beta 2</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/qualidade-de-software-com-cmmi/" title="Qualidade de software com CMMI">Qualidade de software com CMMI</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/lancada-4%c2%aa-versao-alpha-do-postgresql-9/" title="Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9">Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studioteam-system-para-desenvolvedores-de-software/" title="Visual Studio Team System para desenvolvedores de software">Visual Studio Team System para desenvolvedores de software</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Visual Studio Team System para desenvolvedores de software</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[.NET]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[visual studio]]></category>
		<category><![CDATA[Visual Studio Team System]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 22760O Visual Studio já é uma ferramenta surpreendente para escrever código. O Team Developer simplesmente torna-a melhor, oferecendo aos desenvolvedores mais ferramentas para escrever código com mais qualidade, fornecendo ferramentas para o desenvolvedor executar a análise do código base, análise dinâmica em executáveis em execução com a finalidade de coletar informações de&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=10.0" /></div><div>Rating: 10.0/<strong>10</strong> (1 vote cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 22760<br/><p>O Visual Studio já é uma ferramenta surpreendente para  escrever código. O Team Developer simplesmente torna-a melhor,  oferecendo aos desenvolvedores mais ferramentas para escrever código com  mais qualidade, fornecendo ferramentas para o desenvolvedor executar a  análise do código base, análise dinâmica em executáveis em execução com a  finalidade de coletar informações de perfil de desempenho e cobertura  de código, bem como uma estrutura de testes de unidade inteiramente  integrada.</p>
<p><strong>Análise de código</strong></p>
<p>As ferramentas de  análise de código fornecidas com o código do Visual Studio Team System  analisam o código durante sua criação e são baseadas em ferramentas  testadas pelo tempo como FxCop e PreFast. Essas ferramentas têm a  capacidade de analisar código para padrões específicos de defeito que  coincidem com as regras especificadas pelo usuário. Para habilitar a  análise do código gerenciado (escrito em qualquer linguagem .NET), você  pode navegar até a caixa de diálogo <strong>Properties</strong> de qualquer  projeto de código gerenciado, clicar na guia <strong>Code Analysis</strong> e  selecionar <strong>Enable Code Analysis</strong>, como mostra a Figura 6.</p>
<p><strong>Habilitando a análise de código</strong></p>
<p><img src="http://i.msdn.microsoft.com/ms364075.laparound_fig06%28pt-br,VS.80%29.gif" border="0" alt="" /></p>
<p>Como é possível observar, existem dezenas de  regras já definidas e ativadas para você – desde regras que verificam as  diretrizes de código e design até as regras para verificar questões de  segurança. Você pode optar por desabilitar as regras que não se aplicam a  seu projeto, bem como pode criar suas próprias regras para procurar  padrões de código específicos. Quando uma regra detecta um problema com  seu código, o Visual Studio emite um aviso ou erro, dependendo da  configuração de regra.</p>
<p>As ferramentas de análise de código  também podem ser usadas para melhorar a qualidade do código Microsoft  C++ nativo. Por exemplo, essas ferramentas podem ser usadas para  ajudá-lo a identificar estouros do buffer, memória não inicializada e  desreferência de ponteiro nulo. Essas situações são reportadas do mesmo  modo que os avisos do compilador, que podem ser desativados usando a  diretiva de compilador <strong>#pragma</strong>.</p>
<p><strong>Análise dinâmica</strong></p>
<p>O conjunto de ferramentas de análise de código dinâmica inclui  criador de perfil de código para medir o desempenho dos aplicativos no  tempo de execução. Há dois modos de perfil: amostragem e instrumentação.</p>
<p>A amostragem examina e faz &#8220;amostras&#8221; do desempenho de seu  aplicativo em intervalos freqüentes, para descobrir o que ele está  fazendo. Essa forma de análise torna menos provável que a ação de  determinação do perfil em si afete o desempenho do aplicativo, porque  ela só é executada durante uma pequena porcentagem do tempo. No entanto,  devido à natureza estatística da abordagem, ela não fornece uma  representação exata do controle de tempo do aplicativo.</p>
<p>A  instrumentação, por outro lado, oferece um controle completo daquilo que  seu aplicativo está fazendo, porque antes de ele ser executado, o  criador de perfil instrumentará código extra em cada procedimento e  chamada de método, permitindo que ele controle exatamente o método  chamado e quanto tempo foi necessário para que ele fosse executado. A  determinação do perfil com base na instrumentação retardará o desempenho  do aplicativo, pelo simples motivo de existirem mais linhas de código  em execução e mais dados sendo coletados, como mostra a Figura 7.</p>
<p><strong>Resultados da determinação do perfil por instrumentação  (clique na imagem para ampliá-la)</strong></p>
<p><a id="ctl00_contentContainer_ctl06" href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms364075.laparound_fig07l%28pt-br,VS.80%29.gif"> <img src="http://i.msdn.microsoft.com/ms364075.LapAround_fig07S%28pt-br,VS.80%29.gif" border="0" alt="" /> </a></p>
<p><strong>Testes da unidade</strong></p>
<p>Os  testes da unidade sempre foram uma parte importante do processo de  desenvolvimento de software. Os testes da unidade referem-se a um tipo  específico de teste responsável pela validação de um aspecto do sistema –  uma função ou um procedimento específico, um componente ou até mesmo um  cenário de utilização. O Team System oferece uma estrutura para  escrever e executar testes de unidade no Team Developer e no Team Test e  proporciona integração justa ao IDE de desenvolvimento. Como mostra o  Exemplo de código 1, os testes de unidade são funções de teste  atribuídas que verificam o comportamento de uma função ou um  procedimento correspondente do produto que está sendo testado. Após  adicionar o atributo <strong>[TestMethod]</strong> a seu código de teste, o Visual  Studio o reconhecerá como um teste da unidade e exibirá a função nas  janelas do Test Manager, como mostra a Figura 8.</p>
<pre>[TestMethod()]
public void AdditionTest()
{
Math target = new Math();

int x = 5; 

int y = 5; 

int expected = 10;
int actual;

actual = target.Addition(x, y);
Assert.AreEqual(expected, actual,
  "Math.Addition did not return the expected value.");

}
</pre>
<p><strong>Exemplo de código 1. Teste da unidade simples</strong></p>
<p><strong>Gerenciando testes no Visual Studio (clique na imagem para  ampliá-la)</strong></p>
<p><a id="ctl00_contentContainer_ctl07" href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms364075.laparound_fig08l%28pt-br,VS.80%29.gif"> <img src="http://i.msdn.microsoft.com/ms364075.LapAround_fig08S%28pt-br,VS.80%29.gif" border="0" alt="" /> </a></p>
<p>O Test Manager permite a seleção e  execução de seus testes de unidade, bem como o agrupamento, filtragem e  organização deles em Listas de testes. Cada teste gerenciado por meio do  Test Manager pode ter um conjunto de itens de trabalho a ele  associados, bem como outros metadados, incluindo Priority, Owner e Class  Name.</p>
<p><strong>Cobertura de código</strong></p>
<p>Não seria excelente  ter alguma indicação da quantidade de código realmente testada durante a  execução de um teste de unidade? Bem, esse tipo de análise é denominado  cobertura de código. O Team Developer e o Team Test oferecem a  capacidade de executar seus testes de unidade e controlar quais linhas  de código são executadas durante esses testes. Esses resultados  indicarão quais outros testes de unidade podem ser necessários para  garantir que todas as linhas de código sejam testadas, bem como para  saber se suas práticas de teste são completas. As Figuras 9 e 10  demonstram os resultados da análise de cobertura de código. Na Figura 9,  as linhas de código destacadas em verde representam linhas executadas  durante realização do teste de unidade, enquanto as linhas em vermelho  indicam código não executado.</p>
<p><strong> Resultados da  cobertura de código na janela Code</strong></p>
<p><img src="http://i.msdn.microsoft.com/ms364075.laparound_fig09%28pt-br,VS.80%29.gif" border="0" alt="" /></p>
<p><strong>Estatísticas da cobertura de  código (clique na imagem para ampliá-la)</strong></p>
<p><a id="ctl00_contentContainer_ctl08" href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms364075.laparound_fig10l%28pt-br,VS.80%29.gif"> <img src="http://i.msdn.microsoft.com/ms364075.LapAround_fig10S%28pt-br,VS.80%29.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Fonte: <em><a title="MSDN" href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms364075%28VS.80%29.aspx">MSDN</a></em></p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=10.0" /></div><div>Rating: 10.0/<strong>10</strong> (1 vote cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studio-team-foundation-server/" title="Visual Studio Team Foundation Server">Visual Studio Team Foundation Server</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studio-team-system-para-arquitetos-de-software/" title="Visual Studio Team System para arquitetos de software">Visual Studio Team System para arquitetos de software</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studio-team-system-para-testadores-de-software/" title="Visual Studio Team System para testadores de software">Visual Studio Team System para testadores de software</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studio-team-system-conhecendo-a-solucao-completa-para-desenvolvimento-de-softwares-em-ambientes-colaborativo/" title="Visual Studio Team System: conhecendo uma solução completa para desenvolvimento de softwares em ambientes colaborativos">Visual Studio Team System: conhecendo uma solução completa para desenvolvimento de softwares em ambientes colaborativos</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/08/video-como-e-a-relacao-desenvolvedor-x-cliente-na-hora-de-dar-orcamentos/" title="Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos">Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/07/android-php-oportunidades-a-vista/" title="Android + PHP, oportunidades a vista">Android + PHP, oportunidades a vista</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/mare-de-agilidade-evento-sobre-desenvolvimento-agil-em-vitoria/" title="Maré de Agilidade &#8211; Evento sobre desenvolvimento ágil em Vitória">Maré de Agilidade &#8211; Evento sobre desenvolvimento ágil em Vitória</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/desenvolvendo-sua-primeira-aplicacao-para-android/" title="Desenvolvendo sua primeira aplicação para Android">Desenvolvendo sua primeira aplicação para Android</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/conhecendo-o-android-debug-bridge/" title="Conhecendo o Android Debug Bridge">Conhecendo o Android Debug Bridge</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/ferramentas-necessarias-para-desenvolver-aplicacoes-para-o-android/" title="Ferramentas necessárias para desenvolver aplicações para o Android">Ferramentas necessárias para desenvolver aplicações para o Android</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/qualidade-de-software-com-cmmi/" title="Qualidade de software com CMMI">Qualidade de software com CMMI</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studio-2010-com-framework-4-0-sera-lancado-dia-12-de-abril-de-2010/" title="Visual Studio 2010 com o novo Framework 4.0 será lançado dia 12 de abril">Visual Studio 2010 com o novo Framework 4.0 será lançado dia 12 de abril</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/microsoft-web-expression-o-novo-front-page/" title="Microsoft Web Expression, o novo Front Page">Microsoft Web Expression, o novo Front Page</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/lancada-versao-final-do-asp-net-mvc2/" title="Lançada versão final do ASP.NET MVC2 ">Lançada versão final do ASP.NET MVC2 </a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/net-validado-no-w3c-ou-quase-isso/" title=".NET validado no W3C ou quase isso">.NET validado no W3C ou quase isso</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 17:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[adabas]]></category>
		<category><![CDATA[mainframe]]></category>
		<category><![CDATA[natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 18842LOGON As bibliotecas são estabelecidas pela instrução ‘LOGON’ LOGON &#124; biblioteca &#124; FIN A instrução ‘FIN’ encerra uma sessão Natural, devolvendo o controle ao sistema de onde o Natural foi invocado. LIST A instrução ‘LIST’ invoca um utilitário para listagem de diretórios de bibliotecas (fontes/objetos), listagem de programas e de DDM’s. Pode-se&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 18842<br/><p><strong>LOGON</strong><br />
As bibliotecas são estabelecidas pela instrução ‘LOGON’<br />
LOGON | biblioteca |<br />
<strong>FIN</strong><br />
A instrução ‘FIN’ encerra uma sessão Natural, devolvendo o controle ao sistema de onde o<br />
Natural foi invocado.<br />
<strong>LIST</strong><br />
A instrução ‘LIST’ invoca um utilitário para listagem de diretórios de bibliotecas<br />
(fontes/objetos), listagem de programas e de DDM’s.<br />
Pode-se chamar um ‘MENU’ das várias funções do LIST através do formato ‘LIST *’, ou<br />
chamar diretamente a função, como veremos a seguir:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="adabas_list" src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/uploads/2009/10/adabas_list.JPG" alt="adabas_list" /></p>
<p><strong>EDIT</strong><br />
A instrução ‘EDIT’ exibe a cópia do programa (ou outro tipo de objeto) na ‘work-area’,<br />
ficando inalterado o original no system file até que seja dado um comando de atualização<br />
(‘SAVE’ ou ‘STOW’).<br />
Pode-se chamar um ‘MENU’ das várias funções do LIST através do formato ‘EDIT *’, ou<br />
chamar diretamente a função, como veremos a seguir.</p>
<p>E(DIT) | Object-Type| |Object-Name|<br />
E(DIT) | Object-Type| *  lista tudo referente ao ‘object-type’<br />
Se não for especificado o ‘object-name’, será editado o conteúdo existente na ‘work-área’;<br />
se não houver nenhum conteúdo na ‘work-área’, o modo de edição permitirá a criação de um<br />
programa (ou qualquer tipo dos objetos especificados) sem o controle do compilador.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249" title="adabas_edit" src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/uploads/2009/10/adabas_edit.JPG" alt="adabas_edit" /><em>Fonte: Curso Básico de Programação Natural escrito por Luciano Rogério Perdigão Braga sob a licença GNU – Free Documentation License, Version 1.1</em></p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-manipulacao-na-linguagem-natural/" title="Comandos de Manipulação na Linguagem Natural">Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/" title="Comandos de linha na linguagem Natural">Comandos de linha na linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicoes-de-tipo-tamanho-e-formato-dos-campos-no-adabas/" title="Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS">Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/08/video-como-e-a-relacao-desenvolvedor-x-cliente-na-hora-de-dar-orcamentos/" title="Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos">Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/qualidade-de-software-com-cmmi/" title="Qualidade de software com CMMI">Qualidade de software com CMMI</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/" title="O que há de novo no MySQL 6">O que há de novo no MySQL 6</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studioteam-system-para-desenvolvedores-de-software/" title="Visual Studio Team System para desenvolvedores de software">Visual Studio Team System para desenvolvedores de software</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Definição de objetos na linguagem de programação Natural</title>
		<link>http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/</link>
		<comments>http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 13:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[adabas]]></category>
		<category><![CDATA[natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 19533Um objeto Natural nada mais é do que um componente de um sistema. Os diversos tipos de objetos Natural são: · COPYCODE: Pedaço de código fonte, que pode ser aproveitado em vários programas. Único objeto Natural que não é compilado. Nos programas aonde o COPYCODE vai ser aproveitado, através do comando INCLUDE,&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=8.0" /></div><div>Rating: 8.0/<strong>10</strong> (2 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 19533<br/><p>Um objeto Natural nada mais é do que um componente de um sistema. Os diversos tipos de objetos Natural são:<br />
<strong>· COPYCODE</strong>: Pedaço de código fonte, que pode ser aproveitado em vários programas. Único objeto Natural que não é compilado. Nos programas aonde o COPYCODE vai ser aproveitado, através do comando INCLUDE, ele será compilado, juntamente com o programa.<br />
<strong> · GLOBAL</strong>:  Objeto utilizado para definição de variáveis. Todos os objetos que se referenciarem a uma GLOBAL, terão as mesmas variáveis, e estas manterão os valores após o término de um objeto, permitindo que um objeto altere valores e outro reconheça as alterações.<br />
<strong> · LOCAL</strong>: Objeto utilizado para definição de variáveis. A diferença entre uma LOCAL e uma GLOBAL é que valores das variáveis locais somente serão reconhecidos pelo objeto onde foram declaradas, deixando de existir quando do término do mesmo.<br />
<strong> · PARAMETER</strong>: Objeto utilizado para definição de variáveis que serão utilizadas entre programas e subprogramas.<br />
<strong> · MAP</strong>: Utilizado para entrada e exibição de dados. Permite a definição de Regras de Validação para os campos, inclusive com acesso à Base de Dados.<br />
<strong> · Helproutine</strong>:  Tipo de objeto que permite ser definido como ajuda a um campo de entrada de dados. Quando o cursor estiver posicionado num campo e for teclado “?”, será chamada a HELPROUTINE que estiver associada ao campo.<br />
<strong> · PROGRAM</strong>: Principal objeto Natural. É a partir dele que são chamados os outros componentes.<br />
<strong> · SUBPROGRAM (N)</strong>: Objeto chamado por outro, com passagem de parâmetros, que permite o retorno de dados ao objeto chamador.<br />
<strong> · SUBROUTINE</strong>: Uma sub-rotina é um pedaço de código geralmente executado mais de uma vez ou de diversas partes de um programa. Pode ser interno, definido dentro de um programa ou fora dele (externo). Quando se escolhe a segunda opção, o tipo de objeto que conterá as sub-rotinas é o SUBROUTINE.<br />
As letras sublinhadas nos nomes dos objetos podem ser utilizadas logo após o comando EDIT, evitando a digitação completa do tipo de objeto.</p>
<p><em>Fonte: Curso Básico de Programação Natural escrito por Luciano Rogério Perdigão Braga sob a licença GNU &#8211; Free Documentation License, Version 1.1</em></p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=8.0" /></div><div>Rating: 8.0/<strong>10</strong> (2 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-manipulacao-na-linguagem-natural/" title="Comandos de Manipulação na Linguagem Natural">Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/" title="Comandos de linha na linguagem Natural">Comandos de linha na linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/08/video-como-e-a-relacao-desenvolvedor-x-cliente-na-hora-de-dar-orcamentos/" title="Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos">Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/qualidade-de-software-com-cmmi/" title="Qualidade de software com CMMI">Qualidade de software com CMMI</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/" title="O que há de novo no MySQL 6">O que há de novo no MySQL 6</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studioteam-system-para-desenvolvedores-de-software/" title="Visual Studio Team System para desenvolvedores de software">Visual Studio Team System para desenvolvedores de software</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicoes-de-tipo-tamanho-e-formato-dos-campos-no-adabas/" title="Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS">Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Conceitos da linguagem de programação Natural</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
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		<category><![CDATA[sgbd]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 20387Em uma rápida introdução ao Natural podemos dizer que é uma linguagem de programação considerada de 4ª geração desenvolvida pela alemã Software AG e distribuída no Brasil pela Consist. A linguagem possui várias versões: MVS, Linux, Unix, OS/2 e Windows. Podemos citar como características da linguagem: - Aplicações portáveis para múltiplas plataformas;&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=1.0" /></div><div>Rating: 1.0/<strong>10</strong> (1 vote cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 20387<br/><p><a href="http://www.softwareag.com/br/"><img class="alignright size-full wp-image-191" title="Software AG" src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/uploads/2009/09/softwareag1.JPG" alt="Software AG" /></a>Em uma rápida introdução ao Natural podemos dizer que é uma linguagem de programação considerada de 4ª geração desenvolvida pela alemã <a title="Software AG" href="http://www.softwareag.com/br/" target="_blank">Software AG</a> e distribuída no Brasil pela <a title="Consist" href="http://www.consist.com.br" target="_blank">Consist</a>. A linguagem possui várias versões: <a title="MVS" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MVS" target="_blank">MVS</a>, <a title="Linux" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" target="_blank">Linux</a>, <a title="Unix" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Unix" target="_blank">Unix</a>, <a title="OS/2" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os/2" target="_blank">OS/2</a> e <a title="Windows" href="http://www.microsoft.com/WINDOWS/" target="_blank">Windows</a>.</p>
<p>Podemos citar como características da linguagem:<br />
- Aplicações portáveis para múltiplas plataformas;<br />
- Execução batch e on-line;<br />
- Acesso a diversos SGBD&#8217;s (<a title="Adabas" href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" target="_blank">ADABAS</a>, <a title="Oracle" href="http://www.oracle.com" target="_blank">Oracle</a>, <a title="DB2" href="http://www.ibm.com/db2" target="_blank">DB2</a>, etc);<br />
- Possibilidade de programação modularizada.</p>
<p>Objetos, na linguagem Natural, seguem uma estrutura parecida com o antigo sistema operacional <a title="DOS" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DOS" target="_blank">DOS</a>. O nome do objeto pode ter até 8 caracteres e não é permitido objetos terem o mesmo nome ainda que sejam objetos distintos. Esses objetos são armazenados como bibliotecas (library).</p>
<p>A linguagem Natural tem como componentes:<br />
- Compilador: execução interativa da aplicação;<br />
- Kernel ou núcleo: responsável pela execução de comandos e gerência de outros componentes;<br />
- Sistema de arquivos: arquivos do ADABAS com suporte ao Natural;<br />
- Componentes de interface:<br />
• ADABAS: controla os processos de atualização e acesso a dados além de executar os comandos;<br />
• Sistema Operacional: executa os comandos I/O e outras comunicações com o sistema;<br />
• Monitor de Transações: gerencia recursos necessários para as transações.</p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=1.0" /></div><div>Rating: 1.0/<strong>10</strong> (1 vote cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-manipulacao-na-linguagem-natural/" title="Comandos de Manipulação na Linguagem Natural">Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/" title="Comandos de linha na linguagem Natural">Comandos de linha na linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicoes-de-tipo-tamanho-e-formato-dos-campos-no-adabas/" title="Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS">Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/08/video-como-e-a-relacao-desenvolvedor-x-cliente-na-hora-de-dar-orcamentos/" title="Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos">Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/qualidade-de-software-com-cmmi/" title="Qualidade de software com CMMI">Qualidade de software com CMMI</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/lancada-4%c2%aa-versao-alpha-do-postgresql-9/" title="Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9">Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/" title="O que há de novo no MySQL 6">O que há de novo no MySQL 6</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studioteam-system-para-desenvolvedores-de-software/" title="Visual Studio Team System para desenvolvedores de software">Visual Studio Team System para desenvolvedores de software</a></li></ul>]]></content:encoded>
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