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Microsoft e Toyota fazem parceria de rede digital para carros

Category : Tecnologia

A Microsoft e a Toyota divulgaram um plano de parceria nesta quarta-feira para levar serviços conectados à internet a veículos da montadora japonesa.

As empresas afirmaram que investirão 1 bilhão de ienes (cerca de US$ 12 milhões) na Toyota Media Service, unidade da Toyota que leva ofertas de serviços digitais a clientes.

A unidade será focada na combinação de serviços de telecomunicações e dados para motoristas por meio de GPS, recursos multimídia e gerenciamento de energia em veículos elétricos e híbridos.

A Toyota planeja estabelecer em 2015 uma rede baseada na plataforma de computação em nuvem da Microsoft, a Azure, que permite o acesso global aos serviços digitais da Toyota.

Um dos serviços que estão sendo planejados pela Toyota irá monitorar e integrar o gasto de energia do motorista tanto em sua casa quanto no seu carro para maximizar a eficiência dos gastos.

A parceria com a Toyota é um ponto de partida para a Microsoft, que até agora focava seus esforços ligados à indústria automobilística em projetos com a Ford.

Fonte: Folha Online

Posted from Vila Velha, Espírito Santo, Brazil.

iPad está “matando” o mercado de netbooks, diz Microsoft

Category : Tecnologia

Eu já tinha avisado, mas não me importo em repetir: os tablets estão competindo com os netbooks pelo mesmo mercado. Para convencer-se, não é preciso conversar com o diretor da Best Buy – maior loja de eletrônicos dos Estados Unidos – nem ouvir a opinião dos mais diversos analistas; basta bater um papo rápido com a Microsoft, que agora admite que o iPad está matando os mini notebooks.

Em entrevista ao jornal americano Seattle PI, Gavriella Schuster, responsável pelo desenvolvimento do Windows, soltou os seguintes comentários:

“Eles (netbboks) estão, definitivamente, perdendo importância. Embora sejam dispositivos secundários, suas vendas estão, de fato, diminuindo”, respondeu, ao ser questionada se o SO da Microsoft estaria ameaçado pelo crescimento do iOS e do Android, presentes em tablets.

A Microsoft continua chamando-os de dispositivos, pois acredita que, por não serem computadores, não estão aptos a virarem a máquina principal do usuário. No entanto, se pensarmos no mercado de aparelhos “secundários”, o iPad veio para ficar.

Pesquisa do instituto Changewave verificou que apenas 14% das pessoas que já dispõem de um PC pretendem comprar um netbook nos próximos 90 dias. Em junho de 2009, esse índice era 10 pontos percentuais maior.

Em relação aos tablets, 26% dos 3108 consumidores entrevistados pensam em comprar um nos próximos meses, e 80% deles só pensam no iPad – ou seja, 20% planejam adquirir o aparelho da Apple. Por outro lado, RIM PlayBook, Samsung Galaxy Tab e HP Slate, juntos, somam 13% apenas.

Apple saiu na frente
Os dados provam o que já era previsto: os concorrentes brigarão por migalhas do mercado enquanto a empresa de Steve Jobs se mantiver sempre um passo à frente. À maioria dos consumidores, o que importa não é o que se compra, mas o quão satisfeito o produto é capaz de deixá-lo, e nisso, o iPad é imbatível.

Daqueles que já o possuem, 72% se dizem muito felizes com o aparelho, 23% estão contentes e só 1% desgostaram, segundo a mesma Changewave. E essa é só a primeira versão do modelo, que costuma ser pior que as subsequentes – a Apple já prepara a segunda.

Quanto ao mercado corporativo, uma análise da Gartner divulgada na última quinta-feira (4/11) sugere às empresas que elas suportem o uso do iPad em seus negócios, auxiliando os funcionários na adaptação, pois o dispositivo tem potencial para alterar as estruturas do setor:

“Por mais que não seja um fato consumado, o iPad deve se tornar um marco da tecnologia, assim como o iPod o foi. Mesmo que você pense que é uma moda passageira, o custo de adaptar-se a ela é pequeno, mas o preço do atraso pode ser altíssimo”, alerta Stephen Prentice, vice-presidente do instituto.

O tablet já estaria sendo usado em diversos setores, dos escritórios de arquitetura às livrarias, das escolas ao mercado financeiro, das agências de viagens aos hospitais. Algumas empresas podem até argumentar que a Apple não dá suporte às corporações, mas “a tecnologia não é só uma questão de produtividade”, avisa a Gartner.

Naturalmente, percebo a existência de concorrentes, e destaco a chegada do Galaxy Tab, portanto Android 2.2 – o que não é ideal para esse tipo de aparelho. Entretanto, a Samsung, por enquanto, admite que no máximo será o segundo nome do mercado, afinal, espera vender 1 milhão de unidades até o fim do ano, ou o dobro do que o iPad precisou para atingir essa marca.

“Chegamos a 1 milhão de iPads em apenas 28 dias; o iPhone só alcançou tal índice em 74 dias”, disse Steve Jobs na ocasião. “A demanda continua maior que nosso estoque e estamos trabalhando para entregar esse produto mágico nas mãos de mais consumidores”.

O problema da Apple e o fim dos netbooks
As vendas impressionantes do iPad, que o transformaram no maior fenômeno tecnológico desde o lançamento do DVD player, é, por mais incrível que possa parecer, a maior dor de cabeça da Apple. A empresa tem dificuldade em produzir tantas unidades a ponto de suprir a demanda, e, assim, não seria nada surpreendente se os componentes de alguns tablets começassem a falhar, dado a pressão imposta sobre as fábricas que os fabricam.

De qualquer forma, aos poucos, os netbooks deverão ser substituídos pelos tablets. As empresas que quiserem mantê-los nas prateleiras serão obrigadas a vendê-los a um preço extremamente baixo, com configurações de hardware modestas, mas com eficiente sincronia com a nuvem – alguém se lembrou do Chrome OS?

Suas vendas continuarão a cair em ritmo acelerado, enquanto as empresas continuarem a inovar no mercado de dispositivos móveis. Quando surgirem tablets com o mesmo preço dos netbooks, poderemos declarar que o fim deles chegou.

[Review] Windows Phone 7

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Category : Smartphones, Tecnologia

Vamos falar isto de uma vez: o Windows Phone 7 é a coisa mais empolgante a acontecer no mundo dos celulares em um bom tempo.

Há mil motivos pelos quais o Windows Phone 7 é importante. Ele é feito por uma das empresas de software mais importantes do mundo, e vem sofrido, batido e atrasado, voltando para a próxima geração de PCs, depois de colidir em  pedras e abandonar o navio. Ele é provavelmente a mudança mais tectônica no mundo móvel desde o lançamento do iPhone e do Android. É a Microsoft recomeçando e apostando pesadamente no próprio futuro. Este é um produto bem diferente da Microsoft. E pode ser o início de algo realmente notável.

O Windows Phone 7 é a abordagem mais agressivamente diferente e nova para uma interface de celular desde o iPhone. Tudo é superplano e bidimensional. Quadrados ultrabásicos, cores primárias e listas. As fontes são gigantes e limpas, e o texto fica num vácuo quase sempre preto. Ele é fluido. Esta natureza espartana é simbólica de todo o OS, por bem ou por mal. Você não tem muitas escolhas: não dá pra colocar toques personalizados, por exemplo. Ele é o que é. E apesar de ser e parecer bem diferente em certos aspectos, ainda é inacreditável como o Windows Phone é inspirado pelo iPhone em sua filosofia, mais do que qualquer coisa que a Microsoft ou outra empresa tenha feito.

A interface se orienta em volta de três conceitos:

- Hubs: basicamente, apps panorâmicos que se dividem em diferentes telas. Ironicamente, o que realmente prova que o conceito de Hub funcioona são os apps de terceiros que o utilizam. Ele funciona perfeitamente com o Twitter, Netflix, Foursquare e Facebook, movendo-se entre telas para chegar às menções, ou para ver os check-ins dos seus amigos.

- Live Tiles: são os ícones da tela inicial, e eles se atualizam com informações novas, como o número de e-mails não lidos. Mas as Tiles não fazem o bastante para funcionarem como widgets completos: o ícone para a previsão do tempo, por exemplo, não mostra a previsão.

- Barra para Apps: um menu/barra de tarefas semipersistente que esconde mais ações, como compor um novo email ou mudar entre abas no Internet Explorer. É um mal necessário, dado a forma como a Microsoft reduziu a interface na tela.

O Windows Phone atinge o melhor equilíbrio, dentre qualquer outro smartphone, entre armazenamento local e na web, usando a nuvem para informações como contatos e apps, ligando-se a um PC (ou Mac, com um cliente básico) só para grandes atualizações e sincronização de música e vídeo. Os contatos do Facebook e do Google entram no sistema, são sincronizados e se integram ao aparelho de forma perfeita. O serviço de encontrar seu celular perdido, upload de fotos e sincronização de notas são embutidos, automáticos e gratuitos.

O sistema em si é muito, muito bom, mesmo que embrionário às vezes, muito parecido com o primeiro iPhone. Na verdade, são os apps que vão tornar o Windows Phone algo útil. A Microsoft não vai ter 250.000 apps quando for lançado, mas parece que eles terão muito do que é necessário, e os primeiros apps disponíveis são ótimos. Dito isto, ainda é muito difícil encontrar coisas, especialmente porque não há muitas coisas na loja ainda. Este poderia ser o melhor lançamento de plataforma até hoje.

A interface ao usuário mais elegante depois do iPhone: ela é simplesmente fantástica, mesmo que faltem algumas coisas como copiar e colar (que deve chegar ano que vem, supostamente). Uma mistura quase perfeita dos serviços da Microsoft – Bing (mapas e busca), Zune, Xbox Live, Office – de uma forma coesa, lógica e linda. (Claro, quanto mais você usa os serviços da Microsoft, melhor sua experiência, assim como o Google e o Android.) Os apps nativos são de encantar os olhos, belos quase que sem motivo. O teclado virtual é fera. O Outlook, app de email, tem visual fantástico e funciona muito bem. O Zune faz streaming sem fio. Nem o Internet Explorer é ruim, se bem que se uma página renderizar mal no IE do computador, provavelmente será o caso no celular.

Lembra quando o iTunes não era tão ruim, e então a Apple começou a enfiar função atrás de função nele, transformando-o numa bolha gigante e nojenta? Bem, então, o cliente desktop do Zune tá meio que começando a virar a mesma coisa, agora que ele serve para sincronizar seu celular e para navegar entre apps no Marketplace.

E ao buscar uma estética simples e rígida, há uma redução radical de elementos na tela do WP7: a tela inicial, por exemplo, só comporta oito ícones ao mesmo tempo. Então para encontrar outra coisa, você precisa ir descendo e descendo. (O iPhone dá acesso a 20 ítens; o Android, a até 19.) Não há busca universal para encontrar apps. Não há um só app para e-mail: cada conta que você tem cria um atalho separado, o que é uma pena quando o espaço na tela é tão valioso. Navegar entre apps é a experiência mais dolorosa no Windows Phone. Encontrar o Netflix pareceu um feliz acidente ,depois de 10 minutos subindo e descendo na lista de apps para ver as novidades. Carregar listas de apps demora uma eternidade, e é o momento em que o celular para completamente de responder. Aparece uma tela chata de “Resuming…” toda vez que você trava o celular com um app rodando e depois liga a tela de novo. Às vezes o app inteiro é recarregado. É muito irritante, como passar por uma lombada com uma Ferrari. E cadê a multitarefa?

O Windows Phone 7 é realmente incrível. Com uma base sólida, ele é elegante e prazeroso de usar. Claro, muito dessas qualidades são apenas potencial agora. Mas se alguém consegue fazer uma plataforma funcionar, é a Microsoft. Será que você deveria comprar isto em vez de um iPhone ou Android? Em seis meses, depois que o ecossistema de apps tenha se preenchido, a resposta será mais clara. Mas por enquanto, o Windows Phone com certeza é uma opção. Considerando onde a Microsoft estava há um ano, isso é dizer muito.

Fonte: Gizmodo

Microsoft espera enterrar iPhone e Android com Windows Phone 7

Category : Smartphones

Windows Phone 7 promete acabar com reinado da Apple e do Google.

No mês passado, algumas centenas de funcionários da Microsoft promoveram um enterro simbólico para o iPhone na sede da companhia em Redmond, nos Estados Unidos.

A reunião bizarra, que se transformou em imitação do clipe “Thriller”, de Michael Jackson, marcou a conclusão do sistema operacional Windows Phone 7 e mostrou a intensidade do desejo da Microsoft em renascer no competitivo mercado de telefonia celular.

O novo sistema, que será publicamente revelado em 11 de outubro e deve estar presente em celulares que serão comercializados a partir de novembro, é a última chance da Microsoft, dizem alguns analistas, de alcançar a Apple e o Google, depois que a gigante do software perdeu espaço no setor nos últimos anos.

Um grupo de fabricantes de celulares, incluindo a Samsung e a HTC, deve lançar aparelhos baseados no novo sistema da Microsoft a tempo da temporada de comparas de fim de ano.

Mas analistas têm dúvidas se esses produtos serão bons o bastante para tornar o iPhone obsoleto.

“O produto não pode ser algo que todo mundo já tem no mercado”, disse Bryan Keane, analista da Alpine Mutual Funds, que detém ações da Microsoft. “Agora, não é aparente que o Windows 7 vai ser melhor que qualquer coisa que está por aí, com exceção de, talvez, ter uma integração melhor com a plataforma Windows atual”.

O próprio presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, admite que a companhia “perdeu uma geração” com o Windows Mobile, o último sistema operacional da companhia para celulares. Esse sistema acabou sendo superado pelas plataformas iPhone e Android, que passaram a equipar dispositivos com telas sensíveis a toque e capazes de executar novos aplicativos.

A Microsoft agora é a quarta maior fornecedora de sistema operacional para celulares inteligentes nos Estados Unidos, com uma participação de menos de 12 por cento, segundo a empresa de pesquisa de mercado comScore, atrás do BlackBerry, Apple e Google.

O estranho desaparecimento da Microsoft do mercado de celulares, e sua resposta atrasada à emergência de aparelhos como o tablet iPad, da Apple, tem pesado sobre as ações da companhia, que acumulam queda de 20 por cento este ano.

Protótipos
Protótipos de dispositivos equipados com o novo sistema da Microsoft, que têm sido demonstrados a funcionários da companhia nos últimos meses, parecem ter grande melhoria em relação à última versão do sistema. Eles possuem interface com tela sensível a toque semelhante à do player de música da companhia, Zune, e blocos que podem ser movidos e permitem o acesso a várias funções do aparelho.

Mas, numa primeira olhada, eles não parecem oferecer novas funções radicais que não estão em produtos rivais.

Dos três fabricantes de celulares que lançarão aparelhos com o novo sistema da Microsoft, Samsung, LG e HTC, todos já produzem celulares Android, o que pode ser um problema para a Microsoft.

“Teremos que ver quanto apoio de fornecedor (da Microsoft) esses aparelhos terão. Foi isso o que, em parte, motivou o sucesso do Android”, disse Keane, da Alpine. “Mas agora o problemas deles é que já temos Android e iPhone e será que precisamos de um terceiro?”.

Hyper-V Server 2008, solução Microsoft para virtualização de servidores

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Category : Tecnologia

Em minha empresa estamos reprojetando toda a infraestrutura de servidores para termos mais controle sobre tudo e um termos um bom plano de contigenciamento em caso de falhas. Como aqui utilizamos muito softwares da Microsoft resolvemos adotar essa plataforma de virtualização que atendeu todos os nossos pré-requisitos.

Segue a descrição do produto segundo o site da Technet:

O Microsoft Hyper-V Server 2008 fornece uma solução de virtualização otimizada, confiável e simplificada, proporcionando a utilização aprimorada do servidor e redução de custos. Como o Hyper-V Server é uma solução independente e dedicada, contendo apenas o Windows Hypervisor, os componentes de virtualização e o modelo de driver do Windows Server, ela fornece uma pequena superfície de memória e sobrecarga mínima. Ele se adapta facilmente aos ambientes de TI dos clilentes, potencializando seus conhecimentos, processos e ferramentas de atualização, provisionamento, gerenciamento e suporte.

O Microsoft Hyper-V Server 2008 é uma ótima escolha para clientes que buscam uma solução de virtualização básica e simplificada para consolidar seus servidores, bem como para ambiente de desenvolvimento e teste. O Hyper-V Server 2008 apenas oferece os recursos mais básicos de virtualização, fazendo com que ele seja ideal para:

  • Teste e Desenvolvimento
  • Consolidação Básica de Servidor
  • Consolidação de Escritório Remoto
  • Hosted Desktop Virtualization (VDI)

Os clientes que precisarem de recursos mais robustos ou sofisticados, como o Quick Migration, clustering em múltiplos sites, suporte a memória de grande porte (maior que 32 GB de RAM), e mais de quatro processadores no servidor host, devem usar o Windows Server 2008. O Windows Server 2008 fornece continuidade de negócios, recuperação de desastre, maior escalabilidade para consolidação de grandes cargas de trabalho e direitos de virtualização flexíveis e com excelente relação custo-benefício (uma instância virtual gratuita para Standard Edition, quatro instâncias virtuais gratuitas para Enterprise Editions e um número ilimitado de instâncias virtuais para o Datacenter Edition com a compra de uma licença do Windows Server 2008).

A seguinte tabela descreve qual produto baseado no Hyper-V atende às suas necessidades:

image

Para mais informações acesse a página de visão geral do do Hyper-V Server 2008 em http://www.microsoft.com/brasil/servidores/hyper-v-server/overview.mspx e a página de FAQ em http://www.microsoft.com/brasil/servidores/hyper-v-server/faq.mspx.

Faça o download do Hyper-V Server acessando http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=pt-br&FamilyID=6067cb24-06cc-483a-af92-b919f699c3a0.

Fonte: TECHNET

Posted from Vila Velha, Espírito Santo, Brazil.

Microsoft entra na guerra dos smartphones

Category : Smartphones, Tecnologia

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A Microsoft anunciou nesta segunda um novo smartphone. Aliás, um não, dois. Chamados de Kin One (o da direita) e Kin Two (esquerda), os aparelhos têm foco nas redes sociais. Ambos os modelos têm tela touch screen e teclado deslizável. As diferenças começam no tamanho: o One é menor, compacto, ideal para levar no bolso e atualizar com uma só mão, segundo o comunicado de lançamento. Já o Two tem tela maior, mais memória e é capaz de gravar vídeos de alta resolução. A resolução das câmeras é de 5 e 8 megapixel, respectivamente.

Conforme a empresa, o Kin foi projetado para facilitar o compartilhamento de informações e conteúdos. Pela tela inicial, chamada de Loop, o usuário terá como atualizar serviços como Twitter, Facebook e MySpace. Ele também receberá direto na tela de abertura as atualizações de seus amigos, podendo escolher favoritos, cujas novidades serão exibidas prioritariamente pelo smartphone.

Outra novidade é o Kin Studio, espaço que permitirá backup “na nuvem” de informações como chamadas, lista de contatos e conteúdos publicados pelos usuários. Os telefones também terão sistema Zune para áudios e vídeos.

A expectativa era de que a Microsoft anunciasse hoje um smartphone chamado “Pink”, ou até uma tablet – cujo nome seria “Corieur” – para concorrer com o recém lançado iPad da Apple. De acordo com o “The New York Times“, o Kin é um esforço da Microsoft para revitalizar sua posição no mercado de smartphones. No último ano, a empresa teve uma fatia de apenas 8,7%, contra 11,8% em 2008, conforme levantamento da Gartner.

O design original do hardware do Kin foi desenvolvido em parceria com a Sharp. Ainda sem previsão de preço, o aparelho deve chegar ao mercado norte-americano em maio, pela Verizon, e no próximo outono na Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido pela Vodafone. Não há informações sobre lançamento no Brasil.

Fonte: Infosfera

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Como a Microsoft expandiu o Agile para se adequar ao CMMI Nível 3

Category : Gerência de Projetos, Programação

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David J. Anderson – Microsoft Corporation

Resumo

Os adeptos de metodologias ágeis se orgulham dos processos de conhecimento altamente produtivos, responsivos, pouco cerimoniosos, leves e de conhecimento tácito com pouco gasto, planejamento adaptável e geração iterativa e freqüente de valor. Assume-se freqüentemente que os processos compatíveis com CMMI devem ser pesados, burocráticos, lentos, altamente cerimoniosos e orientados a um plano. Os desenvolvedores ágeis freqüentemente percebem com ceticismo as iniciativas de melhoria de processos formais como ineficiência gerada pelo gerenciamento, que se interpõe à produtividade.

Na Microsoft, adotamos os ensinamentos de W. Edwards Deming e estendemos nosso método MSF para Desenvolvimento Ágil de Software para se ajustar aos requisitos do CMMI Nível 3. O resultado, MSF para o Aprimoramento do Processo CMMI, é um método de planejamento adaptável e altamente iterativo, com pouca documentação e fortemente automatizado por meio de ferramentas. Ele permite o gerenciamento e a organização de engenharia de software por meio do uso de métricas ágeis tais como velocidade e fluxo cumulativo, porém com uma dimensão adicional de entendimento de variação – adaptado dos ensinamentos de Deming.

Essa é a história de como a mistura de Deming e Agile produziu uma solução CMMI leve para desenvolvedores .Net em toda parte.

Introdução

Em agosto de 2004, nós (na Microsoft) começamos a desenvolver uma metodologia para o novo produto, Team System, que seria compatível com o CMMI (Capability Maturity Model Integration) do SEI (Software Engineering Institute) [SEI 2002]. Nesse momento, não imaginamos que a solução final seria vista como um método ágil. Assumimos que o mundo do CMMI e o mundo ágil eram como óleo e água. O CMMI e seu antecessor, o Software CMM [SEI 1993], foram amplamente associados a negócios de contratação, aeroespaciais e de defesa do governo – um mundo de programas grandes e de longa duração, freqüentemente em sistemas importantes para a vida, com exigências governamentais de auditabilidade e rastreabilidade.

Muitos desenvolvedores de software geralmente estão desconfiados do processo. O processo geralmente se coloca em seu caminho e retarda o andamento do desenvolvimento de software a um nível frustrante. O CMMI está associado em suas mentes a tais iniciativas de processo. Chegamos ao início do projeto do método MSF para Aprimoramento do Processo CMMI® [Microsoft 2005a] com preconceitos similares.

Para fornecer algum histórico, a Microsoft Consulting Services vem oferecendo treinamento em gerenciamento de projetos sob a marca MSF (Microsoft Solutions Framework) desde 1992. O MSF possui uma longa história e um corpo de conhecimento construído durante mais de uma década. O MSF v3.0 incorporou o conhecimento interno da Microsoft e fontes externas. Ele incorporou muito da ciência de gerenciamento estabelecida no final do século XX e abrangeu os conceitos de contabilidade de equipe, compartilhou responsabilidade, capacitação, delegação, pensamento de sistemas e muitos outros aspectos da prática de gerenciamento geral. O MSF não se parece muito com a tradicional orientação de gerenciamento de projetos de engenharia de software. Em muitos aspectos é muito ágil. A equipe do MSF v4.0 tinha de respeitar a história do MSF ao tentar criar um método que poderia corresponder aos requisitos do CMMI.

Nossa interpretação da essência do desenvolvimento de software ágil era que este se torna possível pela confiança – acreditar que os desenvolvedores fazem a coisa certa e conquistar a confiança dos clientes por meio de entrega freqüente e atenção ao feedback. Isso fornece a pausa e a capacitação necessárias para permitir que boas coisas aconteçam. Por outro lado, a indústria aeroespacial e de defesa do governo pareceu ser um local em qual faltou confiança e dependeu da verificação de auditoria – um lugar onde nada aconteceu sem revisão e aprovação do comitê – aprovação esta sendo exigida freqüentemente em todo o ciclo de vida. Tudo deve ser delineado bidirecionalmente de modo finamente granulado para facilitar a auditoria. Além disso, a natureza auto-organizativa com autonomia do desenvolvimento de software ágil pareceu oposta a planejar o plano, planejar o trabalho, trabalhar o plano, abordagem de comando e controle, que parecia ser parte do CMMI. Parecia que o método CMMI precisava ser um método de grande planejamento antecipado e que não havia oportunidade de reutilizar nenhum trabalho feito para o método MSF para Desenvolvimento de software Agile [Microsoft 2005b] já em desenvolvimento.

Algumas tentativas anteriores de executar o ágil dentro de uma estrutura CMMI, [por exemplo, Alleman 2003], ofereceram essencialmente soluções pontuais, como a capacidade de utilizar alguns aspectos de programação extrema dentro de um ambiente de controle e comando otherwise, grande planejamento antecipado, não adaptável. Isso pareceu enfatizar a diferença filosófica entre os dois mundos. O que procurávamos alcançar era um método de ciclo de vida pleno que fosse realmente ágil, mas correspondesse aos requisitos do CMMI (no mínimo nível 3). O SEI [Paulk 2001, 2002] tem procurado oferecer tal orientação mais notavelmente neste ano [Konrad 2005]. Entretanto, essa orientação tende a ser focalizada em soluções pontuais como o XP, ou de alto nível, filosóficas e difíceis de implementar no sentido de um ciclo de vida pleno e genérico. A literatura existente resumiu que o CMMI e o ágil eram compatíveis, mas falharam em fornecer detalhes ou exemplos específicos.

Alcançamos nossa meta de um método CMMI ágil estendendo o método MSF para Desenvolvimento de software Agile para que se ajustasse. Temos cobertura de 20 das 25 áreas de processo, com exceção do Gerenciamento de Acordo do Fornecedor, Gerenciamento Integrado do Fornecedor, Foco no Processo Organizacional, Ambiente Organizacional para Integração e Treinamento Organizacional. As áreas de processo no escopo dos níveis 2 e 3 no modelo CMMI são totalmente cobertas, e as dos níveis 4 e 5 têm cerca de 50% de cobertura.

O que tornou isso possível? Qual foi a ponte entre o mundo CMMI e a filosofia do desenvolvimento de software ágil? A resposta reside nos ensinamentos de W. Edwards Deming. A Teoria do Conhecimento Profundo de Deming baseada em um entendimento da variação natural em processos e sua análise com controle estatístico de processosfoi a chave para liberar uma abordagem do CMMI ágil do ciclo de vida completo.

Deming e Ágil

A filosofia base de W. Edwards Deming sobre o gerenciamento é baseada no conceito de feedback. O ciclo de Deming de PDCA (Planejar-Fazer-Verificar-Agir). Deming utiliza esse ciclo de feedback para orientar mudanças com base em análise estatística objetiva. Além de técnicas objetivas rígidas como o controle estatístico, Deming também introduziu orientação subjetiva mais maleável com base em sistemas que pensam com seus 14 pontos de gerenciamento [Deming 1982]. Dos 14 pontos, os de mais interesse à comunidade ágil são:-

3. Cessar a dependência do controle de qualidade para alcançar qualidade, e ao invés disso se concentrar na garantia de qualidade em todo o ciclo de vida.
4. Conquistar confiança e fidelidade dos fornecedores
6. Treinamento sobre o trabalho
7. Liderança
8. Prosseguir sem medo
9. Quebrar barreiras entre
departamentos
12. Remover barreiras para se orgulhar da mão-de-obra, focalizar o gerenciamento na qualidade em vez de números da produção

O pensamento de Deming está muito alinhado ao manifesto ágil e as práticas de muitos métodos ágeis. O número 3 poderia ser comparado à prática de desenvolver o teste primeiro, por exemplo. Ágil compreende tudo o que se refere à criação de confiança entre desenvolvedores e clientes (no. 4). Práticas, como programação em pares, encorajam o treinamento durante o trabalho (no. 6). Suporte a conceitos, como passo sustentável, e à transparência de geração de relatórios dentro de equipes auto-organizativas que prosseguem sem medo (no. 8). Funções generalistas e trabalho de equipe colaborativo quebram barreiras entre departamentos (no. 9). Ciclos curtos de entrega iterativa em que todos na equipe verão o trabalho finalizado e o demonstrarão ao cliente a cada poucas semanas, removendo barreiras em se orgulhar da mão-de-obra e concentrando-se na qualidade (no. 12). A qualidade, de acordo com Deming, é definida pelo cliente e não pela especificação (ou seja, a alteração deve ser adotada se for o que o cliente quiser). Isso é muito ágil.

Deming ensinou que a qualidade é conformidade ao processo em vez de conformidade à especificação. Em vez de mensurar a conformidade à especificação utilizando departamentos de controle de qualidade, é melhor criar garantia de qualidade no processo e mensurar a conformidade ao processo. A implicação é que se você estiver fazendo coisas do modo correto, então a coisa certa será produzida e o cliente ficará feliz. Esse é o gerenciamento de 2ª ordem — gerenciamento do processo.

Teoria do Conhecimento Profundo

A Teoria do Conhecimento Profundo tenta fornecer um mecanismo objetivo para mensuração se um processo está sob controle – se uma equipe está fazendo a coisa certa ou não. A teoria é muito simples: procura entender a variação natural nas tarefas que os trabalhadores devem realizar e mensura a variação. Utilizando a matemática desenvolvida por Walter Shewhart [Shewhart 1939], os limites de controle superior e inferior são definidos. Se o processo estiver variando dentro dos limites de controle, então se diz que o processo está sob controle. Sob controle significa essencialmente que o processo está em execução conforme projetado e não é influenciado indevidamente por fatores externos fora do controle de gerenciamento imediato. Quando o processo está variando fora dos limites de controle, então se diz que está fora de controle. Em outras palavras, algum fator externo afetou o desempenho do processo e colocou a qualidade do resultado em risco.

A epifania de Deming

O CMMI é um modelo para melhoria do processo que tem por objetivo levar uma organização a um nível em que o aprimoramento contínuo em produtividade e qualidade seja possível [Chrissis 2003]. Essa filosofia básica é baseada no trabalho de W. Edwards Deming [Deming 1982]. Entretanto, o modelo de 5 níveis que foi apresentado pelo CMM de Software original para permitir que a avaliação da maturidade em empreiteiras governamentais para os contratos da Força Aérea dos Estados Unidos fosse baseada n modelo de fabricação de Philip Crosby [1979] O nome de Crosby é mais associado à definição de qualidade como conformidade à especificação [Crosby 1979]. Portanto, para mensurar a qualidade, alguém devem ter uma especificação completa no início e no final a variação derivada da especificação é mensurada e a qualidade é avaliada. Para projetos de software, o sucesso é mensurado com a utilização da métrica de qualidade, interpretada como entrega de um projeto no momento certo, no devido orçamento, com a funcionalidade acordada. A influência de Crosby no CMM de Software é tão proeminente que não é amplamente apreciado que a filosofia e meta subjacentes do CMMI é alcançar aprimoramento contínuo como descrito e ensinado por Deming.

O modelo de maturidade do CMMI é mapeado ao pensamento de Deming. Os níveis 2 a 4 se referem à criação da capacidade organizacional para eliminar a variação de causa especial e, portanto, evitar erros de gerenciamento n. 1 e n. 2 (consulte a seção após a Figura 3), enquanto o nível 5 fornece aprimoramento contínuo por meio da redução gradual da variação de causa comum. Se o CMMI estivesse realmente enraizado na filosofia de Deming, nos pareceria que deve ser possível criar um método CMMI realmente ágil.

Foi essa constatação, em novembro de 2004, que nos fez abandonar o trabalho feito até então no MSF para Aprimoramento de processo CMMI. Decidimos começar novamente e criar um modelo de processo baseado em nosso método MSF para Desenvolvimento de software Ágil.

Organização do CMMI

O CMMI é tanto um modelo de capacidade quanto um modelo de maturidade. O modelo pode ser implementado em etapas. Essa é a idéia de que uma organização alcança a maturidade nível 2 por meio de todas as práticas pertinentes e então o nível 3, e assim por diante. Também pode ser implementado de modo contínuo, em que a capacidade em práticas individuais é mensurada. Uma organização pode atingir um alto nível de capacidade em uma prática específica, mantendo ao mesmo tempo apenas um nível 2 em outras práticas. É o método em etapas de atribuir níveis de maturidade que é associado ao mercado de contratação governamental Americano e é, portanto, melhor conhecido na América do Norte.

O modelo CMMI atualmente consiste em 25 áreas de processo. Dentro de cada área de processo, um número de metas específicas são enumeradas. Cada meta, por sua vez, possui um conjunto enumerado de práticas específicas. As práticas estão em um nível prescritivo em que descrevem o que deve ser feito e quais artefatos devem ser produzidos como resultado. Por exemplo, o Planejamento de projeto (PP) 2.1 nos pede para”identificar dependências da tarefa” e espera um “Método de caminho crítico CPM ou um gráfico de Técnica de avaliação e revisão de programa (PERT)” [Chrissis 2003] como resultado.

Muitas dessas práticas, como documentadas, seriam inaceitáveis para um desenvolvedor de software ágil. Por exemplo, a subprática 2 do PP 1.1 nos pede para “Identificar os pacotes de trabalho em detalhe suficiente de modo a especificar estimativas do projeto, tarefas, responsabilidades e programação” e continua com “A quantidade de detalhe no WBS nesse nível mais detalhado ajuda no desenvolvimento de cronogramas mais realistas, minimizando, dessa forma, a necessidade de gerenciar reservas”. É muito fácil interpretar isso como requisito para grande planejamento antecipado. O PMC (Monitoramento e controle de projetos) 1.1 nos pede para comparar “a conclusão real de atividades e marcos históricos frente à programação documentada no plano do projeto, identificando desvios significativos oriundos das estimativas no plano do projeto”. Isso soa como planejamento, comando e controle pesado e é antitético ao conceito ágil de auto-organização e alocação de trabalho atrasada. A TS (Solução técnica) 2.2 nos pede para “estabelecer um pacote de dados técnicos” e sugere artefatos como “descrição de arquitetura de produto, requisitos alocados, descrições de componente de produto, características de produto, requisitos de interface, condições de uso” e assim por diante. Novamente, é fácil interpretar isso como um requisito para a documentação pesada. Também prescreve o design antes da codificação, que é detestável para a filosofia de desenvolvimento orientada ao teste extremo, em que o design é emergente via refatoramento.

Além disso, o CMMI tem uma reputação de documentação pesada. Algumas literaturas [Ahern 2005] informam que tantos quantos 400 tipos de documentos e 1000 artefatos são necessários para facilitar uma avaliação.

Alcançando agilidade com CMMI

Uma chave para alcançar mais agilidade com o CMMI é perceber que as práticas são primariamente consultivas ou indicativas somente. Para corresponder a uma avaliação do CMMI, uma organização deve demonstrar que as metas de uma área de processo estão sendo atingidas. Isso é feito identificando-se a evidência de práticas. Entretanto, as práticas não precisam ser as descritas na especificação CMMI. A organização é livre para propor práticas alternativas e evidência apropriada.

O avaliador deve então estar de acordo que isto seja apropriado para demonstrar a meta. Isso fornece um designer de processo com uma grande quantidade de liberdade.

Conforme se concentra, o MSF para Aprimoramento do processo CMMI não requer quaisquer práticas alternativas com a exceção da prática e evidência para a prática específica REQM 1.4, que solicita uma completa rastreabilidade de ponta-a-ponta de artefatos. Isso poderia ser considerado oneroso para muitos projetos ágeis. A razão pela qual as práticas alternativas não eram requeridas tem mais a ver com a interpretação da intenção. Quando uma prática solicita que um plano seja feito e outra um comprometimento com programação, orçamento e especificação, há freqüentemente a suposição de que esses comprometimentos devem ser precisos – que há uma filosofia subjacente de conformidade ao plano e à especificação. Quando outra prática solicita uma revisão do planejado versus real e a criação de um relatório detalhando o desvio da especificação, há a suposição de que é para auditar a qualidade como conformidade à especificação – qualquer desvio sendo uma falha na qualidade. Embora seja um entendimento comum em muitas organizações que praticam o CMMI, é preciso que seja verdadeiro. É aceitável documentar a abordagem como conformidade ao processo e os mecanismos de mensuração para serem conscientes da variação e definidos dentro de limites de variação de causa comum. Essa é a chave que destranca a possibilidade de uma implementação CMMI realmente ágil em todo o ciclo de vida.

Então, os planos e as especificações não precisam definir números e datas precisos, mas devem definir uma variação de números e datas aceitáveis. Enquanto esse é o entendimento organizacional comunicado e aceitável ao cliente, então é aceitável dentro do esquema de especificação e avaliação do CMMI. Por exemplo, um plano, baseado em dados de velocidade histórica de 1,7 cenário por desenvolvedor por semana com uma variação de poucos recursos de 0,8 e de alta capacidade de 2,5, deve oferecer conservadoramente o desenvolvimento de 80 cenários em 10 semanas, com 10 desenvolvedores, e definir uma meta expandida de 250 cenários. Um plano levemente mais agressivo poderia utilizar 8 semanas com um buffer de 2 semanas para variação e oferta de um mínimo de 8 x 17 = 136, com a mesma meta expandida de 250.

Gerenciamento de velocidade e fila

No nível mais alto de maturidade, o CMMI necessita de aprimoramento contínuo executado sob condições de controle objetivo. É recomendado que isso seja alcançado com uso de controle estatístico do modo promovido por Deming em sua Teoria de Conhecimento Profundo. Era desejável para nós entregar um método que correspondesse ao CMMI nível 3, mas preparasse o terreno para uma futura versão que poderia conduzir totalmente nossos clientes ao nível 5. O SEI acredita firmemente que os benefícios econômicos do CMMI são gerados em níveis de maturidade mais altos. Na Microsoft, acreditamos que nossos clientes desejarão essencialmente fazer a transição para o nível 5 e quisemos facilitar isso com um caminho incremental tranqüilo, utilizando nosso modelo existente de processo. Era, portanto, necessário considerar o nível 5 em nosso planejamento e, ao mesmo tempo, manter o foco na geração de uma solução de nível 3.

Se devemos seguir uma abordagem de Deming para atingir o nível 5 do CMMI, deve haver um mecanismo que permita a monitoria do controle estatístico. A compatibilidade com métodos ágeis pode ser alcançada pela mensuração da velocidade de produção dos itens valorizados pelo cliente e pela utilização dessa métrica no planejamento. No MSF, os itens de valor são definidos como cenários de utilização [Carroll 2000]. Os cenários não devem ser confundidos com casos de uso ou caminhos via casos de uso. Lá a herança é bem diferente e nascida do campo de engenharia da usabilidade. Os cenários são descrições concretas de utilização que não tentam adivinhar a implementação de sistemas subjacentes. No MSF, os cenários, como os requisitos do cliente, são analisados e decompostos em tarefas de arquitetura, desenvolvimento, teste e experiência do usuário. A Figura 1 mostra a velocidade de conclusão da tarefa (ou o índice de produção do processo). Isso é muito diferente da abordagem mais tradicional de gerenciamento de projetos de estimar o tempo de cada tarefa e então acompanhar o desempenho planejado versus real. O último simplesmente mensura a variação na estimativa da habilidade ou falta de conformidade com o compromisso local individual, enquanto o primeiro mensura a variação em todo o sistema da produção de valor ao cliente.

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Figura 1. Velocidade de conclusão (ou índice de produção) em um gráfico de controle XMR

A mensuração da velocidade não é suficiente por si só para identificar variação de causa especial no processo. Shewart chamou as causas especiais de “causas atribuíveis”. Em outras palavras, deve haver um evento atribuível específico que possa ser identificado como a causa raiz. Um registro de problemas do projeto é uma boa fonte para a identificação da variação de causa especial. O registro de problemas está armazenando o histórico de solicitações da engenharia por ajuda. Por implicação, as solicitações de ajuda indicam variação potencial ou real de causa especial. Poderia ser o caso em que uma causa especial não seria identificada inicialmente e ficaria invisível. O gerenciamento pode optar por investigar ou simplesmente minimizá-la como inexplicada. Organizações claramente mais maduras são melhores nesta investigação da causa raiz e mostram que os processos estão sob maior controle.

Podemos acompanhar bloqueios no WIP (Trabalho em andamento) monitorando o enfileiramento do trabalho para processamento. David Anderson [2003] mostrou como fazer isso utilizando fluxogramas cumulativos [Figura 2] com base no trabalho de Reinertsen [1997]. O monitoramento do nível WIP com uso de controle estatístico [Figura 3] permite várias coisas. Os níveis WIP predizem o tempo de produção e, portanto, a futura influência no cronograma do projeto. Os níveis de WIP podem também indicar o bloqueio de itens de trabalho e onde no ciclo de vida o bloqueio está ocorrendo.

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Deming sugeriu que havia apenas 2 tipos de erro que um gerente poderia cometer. Ele os chamou de Erro nº. 1 e Erro nº. 2. O Erro nº. 1 está interferindo quando tudo está normal — quando o processo mostra controle estatístico. Ele chamou isso de adulteração. Quando um processo está sob controle, deveria ser deixado em paz. Os microgerentes têm uma tendência a adulterar, pois reagem a flutuações sem considerar o quadro maior. Portanto, o microgerenciamento geralmente conduz ao erro nº. 1. Quando um processo está sob controle, deve-se permitir que os trabalhadores se auto-organizem sem a intervenção do gerenciamento. Esse conceito soa muito ágil. O Erro nº. 2 é uma falha ao intervir quando um processo está fora de controle. Um processo fica fora de controle quando algo externo o afeta. Em linguagem comum, chamamos isso de problemas. Quando um problema está bloqueando o fluxo de valor em um processo de desenvolvimento de software ágil, todos entendem que alguém (normalmente um gerente de projeto) deve ser designado para eliminá-lo. Métodos como o Scrum [Schwaber 2001] tornam isso muito explícito. Evitar o erro nº. 2 tem a ver com o gerenciamento agressivo de problemas e bom gerenciamento de riscos. Um risco, afinal de contas, é simplesmente um problema que ainda não aconteceu!

O registro de problemas deve refletir as tendências no WIP. O registro de problemas deve conter detalhes das causas atribuíveis para variações de causa especial.

O registro de problemas e WIP bloqueado podem ser utilizados para avaliar a capacidade da organização em eliminar a variação de causa especial. A Figura 4 mostra o fluxo cumulativo de problemas no registro de problemas. Os gerentes de projeto trabalharão para resolver problemas e encerrá-los. Ocasionalmente, os problemas não serão encerrados rápido o suficiente, resultando em trabalho em andamento bloqueado no registro posterior do projeto (ou interação) principal. Isso é mostrado no gráfico de linhas sobrepostas. Uma falta de bloqueio de trabalho indicaria uma falta de variação de causa especial, enquanto o inventário WIP e os gráficos de Velocidade de conclusão mostram a extensão da variação de causa comum.

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Um entendimento da variação de causa comum pode ser utilizado para o planejamento e avaliação do projeto. Um entendimento do risco associado à variação de causa especial pode ser utilizado para calçar o plano de projeto com buffers (efetivamente, garantia) contra deslizes da programação ou geração de funcionalidade reduzida, devido ao deslize de velocidade.

Planejamento iterativo e adaptável

Ao definir um conjunto de métricas ágeis, mas construindo-as dentro de uma estrutura de controle estatístico, preparamos o terreno para um método ágil comparável ao CMMI nível 5. O que é necessário agora é um mecanismo de planejamento iterativo e adaptável que possa ser reconhecido como ágil.

A solução é fornecer um plano de projeto flexível, que se aproxime do escopo de um projeto completo e defina um plano para uma série de interações que definem aproximadamente o que será desenvolvido em cada uma. O segredo é evitar o grande planejamento antecipado. Alcançamos isso definindo uma pequena série de cenários de ponta-a-ponta CTQ (Críticos para qualidade) e esboçando cada um. Como definido anteriormente, a qualidade é definida pelo cliente. É importante obter o quanto antes, mesmo que aproximado, um entendimento mútuo disso. O cliente deve concordar que esses cenários CTQ representam a ampla intenção do produto ou serviço idealizado como o resultado de um projeto. Os CTQs são então atribuídos em relação a interações no plano de projeto. Então, o plano de projeto é muito flexível e aproximado, embora detalhado o suficiente para comunicar ao cliente a essência do que obterão em cada estágio do projeto. É importante que o cliente comunique o que representa uma cadência adequada de interações a partir de sua perspectiva. É provável que o ciclo comercial natural dite como o cliente deve absorver nova funcionalidade e perceber o seu valor. Então, o cliente determinará o comprimento da interação. Um compromisso para um plano de projeto é, portanto, possível a partir de todas as partes interessadas. Esse compromisso é parte crítica dos requisitos do CMMI.

O planejamento detalhado é então deixado para o início de uma interação, em que um conjunto de cenários detalhados e específicos ganha corpo ao redor dos cenários CTQ previamente identificados. Os testes de aceitação são escritos para cada cenário e, juntos, requisitos e testes formam o escopo do plano de interação. Os cenários são classificados utilizando as regras MoSCoW [DSDM 2005]. A métrica para a velocidade e a variação é utilizada para determinar um nível mínimo de produção para a interação, com base na extremidade inferior do intervalo de capacidade, e uma meta de expansão baseada na extremidade superior é determinada. Requisitos do tipo “deve ter” são atribuídos em relação ao nível mínimo e requisitos “deveria ter” ou “poderia ter” em relação à meta de expansão. O plano então é acordado por todas as partes interessadas e os comprometimentos são feitos.

Durante a interação, solicita-se que os engenheiros continuem a se concentrar na conformidade ao processo, utilizando os relatórios de fluxo de velocidade e cumulativos junto com o registro de problemas e relatório de WIP bloqueado. A variação na velocidade será um item que requer atenção. Uma estimativa precisa do escopo que será realmente produzido pode ser feita diariamente. Deveria continuar a permanecer dentro dos limites do nível mínimo e da meta de expansão ou deveria haver uma causa atribuível para explicar por que não. A atenção do gerenciamento pode então ser focalizada em tais problemas e as ações de recuperação iniciadas. Ao fazer isso, os requisitos para a análise de causa raiz e ação corretiva no CMMI são abordados.

Novamente, mesmo no nível de interação, o planejamento permanece flexível. O plano para uma interação contém apenas um registro posterior classificado em requisitos do tipo “deve ter”, que compõem o nível de comprometimento mínimo, e outros que representam um buffer para a variação natural no método de desenvolvimento de software sendo utilizado. A equipe tem autonomia para se auto-organizar dentro de uma interação. O plano é calculado com uso de médias obtidas de dados históricos. Quando não houver histórico disponível o plano deve ser baseado em uma melhor suposição e monitorado freqüentemente com uso dos relatórios mostrados nas figuras 1 a 4. O plano pode ser ajustado de acordo. Isso afeta apenas a primeira interação de um novo projeto com uma nova equipe.

Expandindo o MSF para Desenvolvimento de software Ágil

O MSF para Desenvolvimento de software Ágil correspondeu à intenção básica do CMMI, mas houve falta de alguma formalidade e orientação específica para algumas áreas do processo. Em muitos métodos de desenvolvimento ágil, muito da infra-estrutura para desenvolvimento de confiabilidade de software está implícito ou deixado para resolução por meio de um método de gerenciamento de problemas de propósito geral. Por exemplo, se a falta de um ambiente de gerenciamento de configuração é um problema de bloqueio, então a resolução seria colocar um em vigor. O CMMI, baseado em décadas de experiência de engenharia de software, já inclui muitos desses aspectos. A criação de ambientes adequados, o comissionamento de ferramentas apropriadas, a iniciação de projetos com visão suficiente, a comunicação dessa visão com eventos de lançamento e planejamento para a percepção de valor por meio de desenvolvimento são todos parte da prescrição do CMMI.

Não há nada particularmente em conflito com a filosofia ágil nessas coisas. A principal diferença é que são explicados explicitamente.

Era, portanto, necessário aprimorar o MSF para o Desenvolvimento de software Ágil com atividades adicionais para cobrir esses aspectos do CMMI.

Isso não era trivial. A área do material de orientação para o MSF para o Aprimoramento de processo CMMI é 150% maior que a do MSF para Desenvolvimento de software Ágil. Assim, grande quantidade de expansão foi necessária. Por exemplo, o MSF para Desenvolvimento de software Ágil tinha 25 objetos de produto de trabalho enquanto o método CMMI tinha 59. Havia 9 gráficos de métricas com o método ágil, enquanto o método CMMI tinha 12. Entretanto, uma típica implementação do processo CMMI tinha mais de 400 objetos [Ahern 2005]. Uma combinação de ferramentas integradas e uma abordagem ágil geral para o projeto do processo reduziu a sobrecarga – o peso – no processo em cerca de 85%.

O resultado é um modelo de processo maior do que um típico processo ágil com levemente mais formalidade com respeito a aprovações, assinaturas e auditorias, mas que tem um núcleo ágil e adaptável, e é leve em comparação a uma tradicional abordagem CMMI. Acreditamos que o MSF para Aprimoramento do processo CMMI representa uma metodologia ágil altamente produtiva, que inclui um mecanismo formal de qualidade e encoraja uma cultura de aprimoramento contínuo.

Conclusões

As implementações do processo CMMI estão freqüentemente associadas à conformidade ao plano, a ambientes de baixa confiança e a estruturas de comando e controle. Elas requerem uma grande abordagem de projeto antecipado com auditoria de conformidade e implicações de punição por não conformidade. Isso gera medo, e o medo encoraja maior foco em planejamento conjunto mais detalhado, com disposição cega para seguir tal plano. Como resultado, as necessidades do cliente tornam-se desconectadas do trabalho e a alteração orientada pelo cliente torna-se inaceitável, pois a alteração deve estar refletida no plano para que o resultado esteja em conformidade com o plano. O efeito é uma grande quantidade de retrabalho adicional sem valor.

Este documento mostra que é errado associar esses comportamentos de engenharia de software indesejáveis ao CMMI. Não tem de ser dessa maneira.

Ao adotar os ensinamentos de W. Edwards Deming e entendendo sua relação com princípios e práticas ágeis, é possível desenvolver um processo de ciclo de vida completo realmente ágil, que corresponda aos requisitos para todos os 5 níveis no modelo CMMI. Especificamente por utilizar métricas ágeis, como velocidade, fluxo cumulativo e tendências em questões abertas, concebemos os métodos de planejamento e monitoramento que adotam a variação e permitem comprometimento postergado e tardio e planejamento iterativo adaptável.

Fazendo assim, o processo adota as idéias do manifesto ágil [Cunningham 2001], como valorizar a colaboração do cliente acima da negociação do contrato e responder à mudança acima de seguir um plano. Ao adotar a variação e aceitá-la como parte de um processo centralizado no humano, abrangem-se indivíduos e interações acima de processos e ferramentas. E, finalmente, pelo uso de ciclos iterativos, acordados em uma cadência aceitável para o cliente, gera-se software em funcionamento acima de documentação abrangente.

Fonte: MSDN


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Introdução ao Microsoft Solution Framework – MSF e ao Agile

Category : Gerência de Projetos, Programação

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A MSF foi criado em 1994, e originou-se da análise de times de projetos e grupo de produtos, estas análises eram constatadas com a indústria de práticas e métodos. Estes resultados combinados eram consolidados em melhores praticas entre pessoas e processos.

O MSF (Microsoft Solutions Framework) tem sido usado pela Microsoft como o seu “método” para desenvolvimento de soluções de software dentro da Microsoft e também para os milhares de clientes e parceiros da Microsoft em todo o mundo.

A disseminação deste método, agora na versão 5.0, normalmente induz as pessoas a compará-lo com outros “métodos” da indústria, como o RUP, CMMI ou XP, entre outros. É importante entender, entretanto, o que são estes elementos antes de compará-los.

O MSF para Desenvolvimento Ágil de Software é um guia de procedimentos, uma coleção de boas práticas para projetos de desenvolvimento de softwares.

Um projeto MSF é regido por ciclos ou iterações. A cada ciclo, cada componente da equipe executa suas funções e atualiza o resultado do seu trabalho conforme a necessidade. Os ciclos se repetem até que o projeto seja concluído ou cada versão seja lançada.

Cada componente da equipe será responsável por um ou mais papéis, dependendo do tamanho ou da complexidade do projeto.

A Microsoft não classifica o MSF como uma metodologia, mas sim como uma disciplina. O que isso quer dizer? Basicamente que o MSF serve como um grande guia e uma coleção de boas práticas. Porém, o MSF não se aprofunda em detalhes.

Por exemplo, em um dado momento do projeto, o MSF diz que você terá que fazer uma especificação funcional.

Entretanto, ele não define se você deve usar UML, análise essencial ou outras técnicas. Isso fica a seu critério.

A falta de detalhes do MSF pode parecer uma deficiência a princípio, mas essa característica permitiu uma abordagem simples e direta das técnicas apresentadas. Ou seja, o MSF permite uma fácil compreensão tanto por parte da equipe como do cliente, além de ser bastante flexível em sua aplicação.
PRINCÍPIOS DA MSF
Foco no negócio: Entender porque o projeto existe da perspectiva do negócio e como este valor é medido.
Comunicação: MSF aconselha a comunicação aberta em toda a equipe, clientes e outros componentes do time.
Visão de projeto compartilhado: O processo de compartilhamento de visão de projeto é especificado no início do projeto. Na criação desta visão o time se comunica no intuito de identificar e resolver conflitos e resolver visões enganosas. Isto permite definir a direção do projeto.
Esclarecer as responsabilidades compartilhadas: Todo o time compartilha várias responsabilidades para ensinar ao time e seu relacionamento aos respectivos stakeholders.
Mais poderes aos membros do time: Baseado em time de pares MSF dá poderes aos membros do time por ter que atingir as metas e entregas, aceitando o fato de terem as responsabilidades compartilhadas por tomar decisões, direções quando necessário.
Agilidade: As iterações do ciclo de vida do modelo de processo habilitam ajustes de cursos para a entrega do projeto em cada milestone.
Investimento em qualidade: MSF tem por premissa que todo o time é responsável por balancear os custos, e funcionalidades para preservar a solução em qualidade e assegurar a qualidade. Membros do time precisam construir qualidade em todas as fases até o sucesso da solução, e por sua vez a organização deve investir em seu time em educação, treinamento, e experiência.
Aprender com todas as experiências: Nos últimos 20 anos houve um crescimento colossal no que diz respeito à taxa de sucesso de projetos. Dados que a maior causa de falha são praticamente os mesmos, as organizações de TI não aprendem com as suas falhas de projeto. O MSF engloba o conceito de contínuo crescimento baseado em aprendizado individual e de time.

GERENCIAMENTO DE PREPARAÇÃO
No início de um projeto da solução, antes da fase de visão/escopo, a organização precisa ter um claro entendimento destes aspectos:
Seu cenário e requisitos de segurança específicos: para atender às necessidades das organizações que iniciam implementações de soluções de segurança, o Microsoft Solutions for Security (MSS) criou o SRMG. O SRMG é um processo detalhado usado para determinar quais ameaças e vulnerabilidades têm o maior impacto potencial em uma determinada organização. Como cada empresa tem requisitos comerciais diferentes, é impossível criar uma lista de vulnerabilidades que tenham o mesmo impacto em todos os ambientes. Por isso, o SRMG permite que uma organização aumente de forma incremental sua segurança e identifique áreas potenciais que precisam de correção no futuro.
Suas competências internas: o objetivo desta solução é ser facilmente entendida e imediatamente implementada por um Microsoft Certified Systems Engineer (MCSE) com boa experiência e pelo menos uma familiaridade básica com os materiais do Microsoft Official Curriculum (MOC).

MODELOS MSF: TIME E PROCESSOS
Modelo de Time (Team Model) habilita a escalabilidade do projeto, identifica quem vai trabalhar durante o projeto e linca cada time com um responsável Modelo de Processo (Process Model) provê a alta qualidade através do ciclo de vida do projeto (Disciplina de Gerência de Riscos; Disciplina de Gerência de Projetos). O process model trabalha em conjunto com o Team Model organizando o processo em fases distintas criação, teste, publicação.
MSF VERSÂO 4.0
A Microsoft Solution Framework versão 4.0 é uma combinação de um metamodelo, que pode ser usado como base para processos de engenharia de software prescritivo, e dois personalizável e escalável processos de engenharia de software. Os MSF metamodelo consiste de princípios fundamentais, uma equipa modelo e ciclos e iterações.
MSF 4.0 fornece uma ferramenta de alto nível quadro de orientações e princípios que podem ser mapeados para uma variedade de modelos prescritivos processo. O programa está estruturado em duas metodologias descritivas e prescritivas. A componente descritiva é chamado a MSF 4,0 metamodelo, que é uma descrição teórica do SDLC melhores práticas para a criação de metodologias SDLC. Microsoft é da opinião de que as organizações têm diferentes dinâmicas e contrariando as suas prioridades durante o desenvolvimento de software; algumas organizações necessitam de uma sensível e softwares adaptáveis ambiente de desenvolvimento, enquanto outros precisam de uma padronizado, repetitivo e mais ambiente controlado. Para atender estas necessidades, a Microsoft representa o metamodelo de 4,0 MSF em dois modelos que prevêem prescritivo metodologia específica processo de orientação, chamado Microsoft Solutions Framework para Agile Software Development (MSF4ASD) e Microsoft Solutions Framework para Capability Maturity Model Integration Melhoria de Processos (MSF4CMMI). Note-se que estes processos de engenharia de software podem ser modificados e personalizados de acordo com as preferências da organização, clientes e equipe do projeto.
A filosofia MSF afirma que não existe uma única estrutura ou processo que se aplica optimamente os requisitos e ambientes para todos os tipos de projetos. MSF, portanto, suporta múltiplas abordagens processo, para que possa ser adaptado para apoiar qualquer projecto, independentemente da sua dimensão ou complexidade. Esta flexibilidade significa que ele pode oferecer suporte a uma ampla variação no grau de execução dos processos de engenharia de software, mantendo porém a um conjunto de princípios fundamentais e mentalidades.

A Microsoft Solutions Framework Process Model consiste em séries curtas de ciclos de desenvolvimento e iterações. Este modelo abraça iterativo rápido desenvolvimento com a aprendizagem contínua e refinamento, devido ao progressivo conhecimento da empresa e do projeto de todos os agentes envolvidos. Identificar necessidades, desenvolvimento de produtos, e os ensaios ocorrem nas sobreposições iterações, resultando em acréscimo conclusão de assegurar um fluxo de valor do projecto. Cada iteração tem um foco diferente eo resultado é uma porção estável do sistema global.

Seguem-se os oito princípios fundamentais, que constituem a espinha dorsal para os outros modelos e disciplinas do MSF:

1. comunicação aberta

2. Trabalhar em prol de uma visão compartilhada

3. Capacitar os membros da equipa

4. Estabelecer uma responsabilidade clara e partilhada

5. Concentre-se em negócio prestação valor

6. Fique ágil, esperam mudanças

7. Invista na qualidade

8. Aprenda com todas as experiências

MSF Models

MSF consiste de dois modelos:

1. MSF equipe modelo. Este artigo descreve o papel dos vários membros da equipe de projeto de desenvolvimento de software. Os membros dessa equipe seria:

  • Gerente de Produto: Principalmente lida com clientes e definir requisitos projecto, garante ainda a cliente as expectativas são cumpridas.
  • Gestão de Programas: Mantém projeto desenvolvimento e entrega ao cliente

Arquitectura: Responsável pela concepção solução, garantindo a solução óptima concepção satisfaz todas as necessidades e expectativas

  • Desenvolvimento: Desenvolve de acordo com as especificações.
  • Teste: Ensaios e garante a qualidade dos produtos
  • Lançamento / Operações: Garante a implantação eo bom funcionamento do software
  • Experiência do Usuário: Apoia questões dos usuários.

Uma pessoa pode ser atribuído a desempenhar múltiplos papéis. MSF também tem sugestão sobre como combinar a responsabilidades, como o dono da obra não deve ser atribuída a qualquer outro papel.

2. MSF modelo de governação. Esta descreve as diferentes fases da transformação de um projeto. O Modelo de Governança MSF tem cinco faixas sobreposição de actividade (ver abaixo), cada um com uma meta de qualidade definidos. Essas faixas de atividade definir o que precisa ser cumprida e deixar como eles se realizem para a equipa seleccionada metodologia. Por exemplo, as faixas podem ser pequenos e realizada no âmbito rapidamente para ser coerente com uma metodologia Agile, ou pode ser serializada e alongada para ser coerente com uma metodologia Cachoeira.

  • Envision – pense sobre o que deve ser realizado e identificar constrangimentos
  • Plano – planejar e projetar uma solução para atender as necessidades e expectativas dentro dessas limitações
  • Build – construir a solução
  • Estabilizar – validar a solução que vá ao encontro das necessidades e expectativas
  • Implantar – implantar a solução

MSF Project Management Process

  • Integrar planejamento e condução mudança de controlo
  • Definir e gerenciar o escopo do projeto
  • Preparar um orçamento e gerenciar os custos
  • Preparar e acompanhar os horários
  • Garantir que os recursos são atribuídos à direita do projecto
  • Gerir contratos e vendedores projeto e adquirir recursos
  • Facilitar a equipe e comunicações externas
  • Facilitar o processo de gestão do risco
  • Documento e monitorar a qualidade da equipe do processo de gestão

MSF para Agile Software Development metodologia

O MSF para Agile Software Development (MSF4ASD) se destina a ser um peso leve, processo iterativo e adaptável.

O MSF4ASD usa os princípios do desenvolvimento ágil abordagem formulada pela Agile Alliance. O MSF4ASD prevê um processo de orientação que incide sobre as pessoas e as mudanças. Inclui aprendizagem de oportunidades e de avaliações usando iterações em cada iteração.

MSF para Capability Maturity Model Integration metodologia Melhoria de Processos

O MSF para Capability Maturity Model Integration Melhoria de Processos (MSF4CMMI) dispõe de mais artefatos, mais processos, mais signoffs, mais planejamento e destina-se a projectos que requerem um maior grau de formalidade e cerimônia.

O MSF4 CMMI é uma metodologia formal para a engenharia de software. Capability Maturity Model foi criada a partir do Software Engineering Institute da Universidade Carnegie Mellon, e é um processo de melhoria abordagem que fornece às organizações com os elementos essenciais do processo de melhoria contínua, resultando em uma redução SDLC, a melhoria da capacidade de cumprir as metas custo e cronograma, materiais de construção de alta qualidade. O MSF4CMMI que ampliou o MSF4ASD orientação adicional com formalidade, comentários, verificação e de auditoria. Isso resulta em um processo que depende do SEP e ao processo e não conformidades confiando unicamente na confiança e na capacidade de cada um dos membros da equipe. O MSF4CMMI tem mais documentos obrigatórios e relatórios do que a versão ágil, mais formal e desenvolvimento deste processo reduz risco em grandes projetos de software e fornece um estatuto mensuráveis. Uma das vantagens de utilizar o CMMI é o processo pelo qual uma avaliação padrão poderão comparar a capacidade de desenvolver software em outras organizações.

Fonte: Wikipedia
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Category : Tecnologia

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Em português:

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  • Para acessar esses benefícios, clique aqui.

Fonte: DreamSpark

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Microsoft Web Expression, o novo Front Page

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Category : Programação, Tecnologia

O Expression Web está atualmente na versão 3 e conta segundo a Microsoft estas 10 características:

  • Editor de Código Profissional – “Color-Coding” (código colorido) para HTML, PHP, Javascript e CSS. Ainda fornecendo “feedbacks” sobre alguma violação das normas no seu código.

  • Design Profissional – Motor sofisticado capaz de fazer renderizar muito o CSS, obtendo representações fieis na sua página de preview (Snapshot)
  • Visionamento Visual e Diagnóstico – Com o SuperPreview (incluído com o Expression Web) poderá obter um Visionamento da sua página em dois Browsers um ao lado do outro, para efectuar um simples diagnóstico. Poderá ainda Visionar dentro do MEW uma pequena página de preview chamada SnapShot

  • Suporte para várias Tecnologias – Amplo suporte para várias tecnologias como, PHP, HTML, XHTML, CSS, XML / XSLT, CSS, JavaScript, ASP.NET e ASP.NET AJAX, Silverlight, Flash, Windows Media, e Photoshop, bem como integração com o Microsoft Visual Studio e Expression Studio.
  • Suporte Web Standard – Suporte para padrões modernos na Web como é o caso de HTML, XHTML, Strict / Transitional / Frameset e CSS 1.0, 2.0 ou 2.1.

  • Dynamic Interactive Sites – Você pode facilmente adicionar Silverlight, Flash, Deep Zoom ou arquivos de Windows Media controlos drag-and-drop.

  • Criar Gráficos Profissionais – Desenho de gráfico poderoso e ferramentas de edição da cópia incluída do Expression Design permitem explorar novas possibilidades artísticas e criar designs gráficos interessantes e ilustrações.

  • Codificar vídeos em Silverlight – É possível codificar e inserir high-quality WMV, VC-1 e H.264 Silverlight vídeos, com a cópia incluída do Expression Encoder.
  • Publicar arquivos com mais rapidez – Publicar arquivos num servidor Web tornou-se mais fácil, quer seja FTP, SFTP, ou FTPS,o Expression Web publica de uma só vez os seus arquivos em vez de transferir um por um.

  • Importar Arquivos Photoshop – Com o Expression Web poderá importar ficheiros .psd que o MEW irá converter para png, gif e jpeg

Outras características que vale a pena salientar são:

  • PHP Web Server – Possibilidade de ver as suas páginas .php como vê normalmente em .html no SnapShot ou mandar o Expression fazer visualização Browser, sendo este dois obrigatórios ter o Expression Web Aberto.
  • Design Parecido ao Dreamweaver – Como sendo por habito a guerra entre a Adobe e a Microsoft continua, desta vez o ataque da Microsoft, para além das outras características, foi o visual parecido ao DW, fazendo os clientes habituais da Adobe pensarem um bocadinho.

Outros programas na mesma linha:

  • Nvu – Editor leve de WYSIWYG e muito popular.
  • Kompozer – Um dos mais leves editores WYSIWYG, deixa o código limpo…
  • Adobe Dreamweaver – Concorrente ao MEW, muito bom…
  • Notepad++ – Suporta a maior parte de todas as linguagens populares

Fonte: Peopleware