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	<title>Augusto Vespermann &#187; mainframe</title>
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	<description>Tecnologia, desenvolvimento  e outras cositas más</description>
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		<title>Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[adabas]]></category>
		<category><![CDATA[mainframe]]></category>
		<category><![CDATA[natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 17210• Comandos de Manipulação de Programas Fontes CHECK Checa a sintaxe do objeto atualmente na área de trabalho. Pode ser substituído por apenas ‘C’. SAVE Salva o programa fonte. Pode-se especificar o nome desejado logo após o comando. Pode ser substituído por apenas “SA”. PURGE O comando ‘PURGE’ é usado para deletar&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 17210<br/><p><strong>• Comandos de Manipulação de Programas Fontes</strong><br />
<strong>CHECK</strong><br />
Checa a sintaxe do objeto atualmente na área de trabalho. Pode ser substituído por<br />
apenas ‘C’.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>SAVE</strong><br />
Salva o programa fonte. Pode-se especificar o nome desejado logo após o comando. Pode<br />
ser substituído por apenas “SA”.</p>
<p><strong>PURGE</strong><br />
O comando ‘PURGE’ é usado para deletar um ou mais programas fontes do Natural<br />
System File. O conteúdo existente em work-área não é alterado.<br />
Se o program-name não for especificado, será exibido um mapa com os programa fontes<br />
existentes no Natural System File, para especificação individual.</p>
<p><strong> • Comandos de Manipulação de Programas Objetos</strong><br />
<strong>CATALOG</strong><br />
Cataloga o programa fonte da área de trabalho. Este comando checa a sintaxe e grava a<br />
versão executável do programa. Não grava o fonte. Pode ser substituído por apenas ‘CAT’.</p>
<p><strong>UNCATALOG</strong><br />
Apaga apenas o módulo carga, mantendo o módulo fonte.</p>
<p><strong>• Comandos de Manipulação Mista de Programas</strong><br />
<strong>STOW</strong><br />
Checa a sintaxe do programa fonte da área de trabalho, salva e cataloga. Este comando<br />
executa internamente as funções dos comandos CHECK, SAVE e Catalog. Porém, ele somente<br />
salva o programa fonte se este não contiver nenhum erro.</p>
<p><strong>SCRATCH</strong><br />
Apaga o fonte e o módulo carga informado logo após o comando. Pode ser substituído por<br />
‘SCR’.</p>
<p><strong> • Comandos de Transferência/Limpeza de Work-Area</strong><br />
<strong>READ</strong><br />
Lê e transfere para a área de trabalho o programa fonte definido após o comando.</p>
<p><strong>CLEAR</strong><br />
Limpa a área de trabalho.</p>
<p><strong>RENUMBER (n)</strong><br />
Renumera as linhas do programa fonte que estiver na work-area, em incrementos de 10.</p>
<p><strong>SCAN</strong><br />
Pesquisa um determinado ‘STRING’ dentro de um ou de todos os objetos de uma<br />
biblioteca.</p>
<p><strong>• Comandos de Execução de Programas</strong><br />
<strong>RUN</strong><br />
Executa o programa atualmente da área de trabalho. O comando compila o programa<br />
antes de executá-lo. Pode ser substituído por apenas “R”.</p>
<p><strong>• Comandos de Processos Especiais</strong><br />
<strong>GLOBALS</strong><br />
Exibe menu que está definido com uma série de ações e atributos que afetam tanto o<br />
resultado dos comandos como o resultado das instruções.<br />
As principais funções dos parâmetros são:<br />
· Definir característica dos relatórios e mapas;<br />
· Estabelecer limites p/quantidades de registros lidos, de páginas de relatórios, etc.;<br />
· Definir caracteres de controle.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-257" title="adabas_global" src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/uploads/2009/10/adabas_global1.JPG" alt="adabas_global" /></p>
<p><strong>HELP</strong><br />
Permite a exibição de mensagens de erro e comandos do Natural. Também pode ser<br />
acesso teclando “?”. Ambas as opções permitem a passagem do código diretamente (? 3148, por<br />
exemplo, exibe o conteúdo do código de erro 3148).</p>
<p><strong>PROFILE</strong><br />
Mostra a profile de segurança corrente para o usuário.</p>
<p><em>Fonte: Curso Básico de Programação Natural escrito por Luciano Rogério Perdigão Braga sob a licença GNU – Free Documentation License, Version 1.1</em></p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/" title="Comandos de linha na linguagem Natural">Comandos de linha na linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicoes-de-tipo-tamanho-e-formato-dos-campos-no-adabas/" title="Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS">Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li></ul>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</title>
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		<comments>http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 17:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[adabas]]></category>
		<category><![CDATA[mainframe]]></category>
		<category><![CDATA[natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 18842LOGON As bibliotecas são estabelecidas pela instrução ‘LOGON’ LOGON &#124; biblioteca &#124; FIN A instrução ‘FIN’ encerra uma sessão Natural, devolvendo o controle ao sistema de onde o Natural foi invocado. LIST A instrução ‘LIST’ invoca um utilitário para listagem de diretórios de bibliotecas (fontes/objetos), listagem de programas e de DDM’s. Pode-se&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 18842<br/><p><strong>LOGON</strong><br />
As bibliotecas são estabelecidas pela instrução ‘LOGON’<br />
LOGON | biblioteca |<br />
<strong>FIN</strong><br />
A instrução ‘FIN’ encerra uma sessão Natural, devolvendo o controle ao sistema de onde o<br />
Natural foi invocado.<br />
<strong>LIST</strong><br />
A instrução ‘LIST’ invoca um utilitário para listagem de diretórios de bibliotecas<br />
(fontes/objetos), listagem de programas e de DDM’s.<br />
Pode-se chamar um ‘MENU’ das várias funções do LIST através do formato ‘LIST *’, ou<br />
chamar diretamente a função, como veremos a seguir:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="adabas_list" src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/uploads/2009/10/adabas_list.JPG" alt="adabas_list" /></p>
<p><strong>EDIT</strong><br />
A instrução ‘EDIT’ exibe a cópia do programa (ou outro tipo de objeto) na ‘work-area’,<br />
ficando inalterado o original no system file até que seja dado um comando de atualização<br />
(‘SAVE’ ou ‘STOW’).<br />
Pode-se chamar um ‘MENU’ das várias funções do LIST através do formato ‘EDIT *’, ou<br />
chamar diretamente a função, como veremos a seguir.</p>
<p>E(DIT) | Object-Type| |Object-Name|<br />
E(DIT) | Object-Type| *  lista tudo referente ao ‘object-type’<br />
Se não for especificado o ‘object-name’, será editado o conteúdo existente na ‘work-área’;<br />
se não houver nenhum conteúdo na ‘work-área’, o modo de edição permitirá a criação de um<br />
programa (ou qualquer tipo dos objetos especificados) sem o controle do compilador.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249" title="adabas_edit" src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/uploads/2009/10/adabas_edit.JPG" alt="adabas_edit" /><em>Fonte: Curso Básico de Programação Natural escrito por Luciano Rogério Perdigão Braga sob a licença GNU – Free Documentation License, Version 1.1</em></p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-manipulacao-na-linguagem-natural/" title="Comandos de Manipulação na Linguagem Natural">Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/" title="Comandos de linha na linguagem Natural">Comandos de linha na linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicoes-de-tipo-tamanho-e-formato-dos-campos-no-adabas/" title="Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS">Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/08/video-como-e-a-relacao-desenvolvedor-x-cliente-na-hora-de-dar-orcamentos/" title="Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos">Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/qualidade-de-software-com-cmmi/" title="Qualidade de software com CMMI">Qualidade de software com CMMI</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/" title="O que há de novo no MySQL 6">O que há de novo no MySQL 6</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studioteam-system-para-desenvolvedores-de-software/" title="Visual Studio Team System para desenvolvedores de software">Visual Studio Team System para desenvolvedores de software</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Comandos de linha na linguagem Natural</title>
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		<comments>http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 13:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[adabas]]></category>
		<category><![CDATA[comados de linha]]></category>
		<category><![CDATA[mainframe]]></category>
		<category><![CDATA[natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 16527Comandos referentes a linha devem ser digitados no início da linha. Alguns comandos de linha não podem ser digitados simultaneamente, pois o Natural não interpreta todos os comandos ao mesmo tempo. · ..I &#8211; Insere uma linha. · ..I(n) &#8211; Insere “n” linhas. · ..J &#8211; Join. Concatena a linha corrente com&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 16527<br/><p>Comandos referentes a linha devem ser digitados no início da linha. Alguns comandos de linha<br />
não podem ser digitados simultaneamente, pois o Natural não interpreta todos os comandos ao<br />
mesmo tempo.</p>
<p>· ..I &#8211; Insere uma linha.<br />
· ..I(n) &#8211; Insere “n” linhas.<br />
· ..J &#8211; Join. Concatena a linha corrente com a linha de baixo.<br />
· ..M &#8211; Move a linha. Colocar o cursor na linha de destino e teclar &lt;ENTER&gt;.<br />
· ..P &#8211; Abre o editor de regras de validação do mapa.<br />
· ..Q &#8211; Sair do editor de mapas.<br />
· ..R &#8211; Duplica a linha.<br />
· ..C &#8211; Centraliza a linha corrente. Deve Ter sido dado &lt;ENTER&gt; previamente na linha<br />
a centralizar.<br />
· ..D &#8211; Deleta a linha.<br />
· ..D(n) &#8211; Apaga as “n” linhas, contando com a linha atual.<br />
· ..E &#8211; Permite a edição de campos em tela cheia.<br />
· ..Fc &#8211; Preenche a linha inteira com o caracter “c”.</p>
<p><em>Fonte: Curso Básico de Programação Natural escrito por Luciano Rogério Perdigão Braga sob a licença GNU – Free Documentation License, Version 1.1</em></p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-manipulacao-na-linguagem-natural/" title="Comandos de Manipulação na Linguagem Natural">Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicoes-de-tipo-tamanho-e-formato-dos-campos-no-adabas/" title="Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS">Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li></ul>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[adabas]]></category>
		<category><![CDATA[mainframe]]></category>
		<category><![CDATA[sgbd]]></category>
		<category><![CDATA[tipo de dados]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 21017 TAMANHO E FORMATO DOS CAMPOS ADABAS (N) Numerico &#8211; de 1 até 29 bytes (B) Binario &#8211; de 1 até 126 bytes (A) Alfanumerico &#8211; de 1 até 253 bytes (F) Ponto Fixo &#8211; até 4 bytes (G) Ponto Flutuante &#8211; 4 a 8 bytes (P) Decimal Compactado &#8211; até 15&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 21017<br/><p><code><div class="clear-block"><div class="ad aligncenter"><script type="text/javascript"><!--
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</script></div></div></code></p>
<p><span style="font-weight: bold;">TAMANHO E FORMATO DOS CAMPOS ADABAS</span></p>
<p>(N) Numerico &#8211; de 1 até 29 bytes<br />
(B) Binario &#8211; de 1 até 126 bytes<br />
(A) Alfanumerico &#8211; de 1 até 253 bytes<br />
(F) Ponto Fixo &#8211; até 4 bytes<br />
(G) Ponto Flutuante &#8211; 4 a 8 bytes<br />
(P) Decimal Compactado &#8211; até 15 bytes<br />
(U) Decimal Não Compactados &#8211; até 29 bytes</p>
<p><span style="font-weight: bold;">TIPOS DE CAMPOS</span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">ELEMENTAR</span> &#8211; Contém apenas um valor de um registro.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">MULTIPLO</span> &#8211; Pode possuir até 191 ocorrencias em um mesmo registro, onde ele pode assumir diversos valores dentro de uma ocorrência de registro.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">GRUPO</span> &#8211; Consiste em vários campos elementares consecutivos da FDT combinados em apenas um. Dessa forma pode-se acessar os campos com mais facilidade melhorando o desempenho quando devidamente utilizado durante o processo de manipulação de dados.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">PERIODICO</span> &#8211; É um campo que possibilita obter diversas ocorrencias dentro de uma mesma ocorrencia, pode ser repetido até 99 vezes.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">SUPERDESCRITOR</span> &#8211; É a combinação de dois ou mais campos &#8211; pode ser completo usado todos os campos ou partes dele &#8211; um campo Alfa de 10 posições, no super você pode utilizar os dez ou o nono campo (ou menos como a quarta, quinta posição) &#8211; fica a critério do analista &#8211; importante destacar &#8211; um superdescritor tem que ter mais de dois campos &#8211; se for somente um campo pode ser <span style="font-weight: bold;">Hiperdescritor</span> &#8211; o que o super descritor faz, ele pega todos os campos contidos nele e cria uma lista uma lista invertida com o endereço daquele registro, assim sendo mais rapida a consulta.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">REGISTRO</span> &#8211; É um conjunto de campos constitui um registro Adabas, cada registro esta associado a um número seguencial interno (ISN) assinalado e administrado pelo Adabas.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">BLOCO</span> &#8211; Um bloco constitui um conjunto fisico de registros e possui tamanho fisico em função do tipo de disco utilizado. Cada vez que o Adabas transfere informações do disco para a memoria (ou vice e versa) é através do bloco fisico.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">ISN</span> &#8211; Internal Seguence Number &#8211; (Numero Seguencial Interno) Consiste num número seguencial interno associado a cada registro que entra no banco de dados Adabas, é único por arquivo, toda a manipulação de registro pelo Adabas base no ISN. O ISN tanto pode ser gerado pelo Adabas como pode ser assinalado pelo usuário.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">RABM </span>- Relative Block Number &#8211; (Numero Relativo do Bloco) O Adabas associa aos blocos dos data sets (ASSO, DATA entre outros) um número seguencial, o RBN é convertido em endereço fisíco do disco pelo método de acesso do sistema operacional (BDAM em IBM) antes de ser efetuada a operação de entrada e saida.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">EXTENT</span> &#8211; Um determinado Extent consist num conjunto de blocos fisícos contigos (de disco) alocados para uma determinada função Adabas.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">FILE</span> &#8211; (ARQUIVO) Um arquivo Adabas consiste num conjunto de blocos de dados do usuário e pode ser constituido de diversos extents fisicos.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">BANCO DE DADOS</span> &#8211; Um banco de dados Adabas consiste em um ou mais arquivos (FILE) de dados do usuário, e também todas os dados e tabelas necessarias ao Adabas na Administração do banco de dados. O banco Adabas é composto por alguns data sets. &#8211; <span style="font-weight: bold;">ASSO / DATA / WORK &#8211; (PLOG / CLOG)</span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">ASSO</span> &#8211; O associator que contém as informações de controle para o administrar os dados dos usuários, neste data set onde estão as localizações dos dados, para melhor utilização dos discos pode ser comprimido os dados. Contém basicamente os dados de.</p>
<p>01 &#8211; Listas Invertidas (de superdescritor, descritor.<br />
02 &#8211; Conversor de endereços (Tabela de ISN e RBN)<br />
03 &#8211; Tabela de descrição de dados &#8211; FDT<br />
04 &#8211; Outros dados de controle como memória disco disponivel, quantidade de arquivos carregados, controle de utilização de ISN entre outros.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">DATA</span> &#8211; Data Storage onde estão os dados dos usuários, o Adabas armazena os dados de formar comprimida, diminuindo o indice de utilização de memoria em disco.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">WORK</span> &#8211; Este data set pelo nucleo do banco Adabas como arquivo de trabalho que executa as tarefas abaixo:</p>
<p>01 &#8211; Proteção e recuperação do banco de dados.<br />
02 &#8211; Armazenamento intermediario das listas de ISN proveniente de pesquisas.<br />
02 &#8211; Area intermediaria para operação dos algoritimos de pesquisa.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">PLOG</span> &#8211; (Protection Log) Este data set é onde ficam armazenadas as alterações feitas no banco Adabas (é utilizada em bancos de Produção) &#8211; quando o analista descobre que alguem deletou um registro é usando o Plog que se recupera o arquivo deletado do banco.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">CLOG</span> &#8211; (Command Log) Este data set é para fazer estatisticas do banco, como exemplo de comandos de pior duração, ou de programas de consomem mais recursos entre outros, tem diversar softwares que coletam estas informações e fazem alguns relatórios bem interessante &#8211; vou passar dois, o REVIEW é da software AG (caro mais muito bom) e o TRIM da Treehouse Software muito interessante e não tão caro.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">FCB</span> &#8211; (Bloco de controle de arquivo) &#8211; Para cada arquivo do banco existe uma FCB. Contém informações sobre área de estensão e de áreas livres.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">FDT</span> &#8211; Tabela de descrição de campos &#8211; Uma FDT corresponde a descrição dos campos que compõem cada FILE (arquivo) e corresponde ao esquema dos campos do campo no banco. Como os dados são compactados e há supressão de campos brancos e nulos, a FDT é frequentemente consultada quando uma vez obtida o valor de ISN e RABN, dai se efetua o varredura sequencial dos campos de registros lógicos. Na FTD estão em detalhes a descrição fisíca de todos os campos.</p>
<p><em>Fonte: www.mainframes.com.br</em></p>
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<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-manipulacao-na-linguagem-natural/" title="Comandos de Manipulação na Linguagem Natural">Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/" title="Comandos de linha na linguagem Natural">Comandos de linha na linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/lancada-4%c2%aa-versao-alpha-do-postgresql-9/" title="Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9">Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Conceitos da linguagem de programação Natural</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[adabas]]></category>
		<category><![CDATA[mainframe]]></category>
		<category><![CDATA[natural]]></category>
		<category><![CDATA[sgbd]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 20387Em uma rápida introdução ao Natural podemos dizer que é uma linguagem de programação considerada de 4ª geração desenvolvida pela alemã Software AG e distribuída no Brasil pela Consist. A linguagem possui várias versões: MVS, Linux, Unix, OS/2 e Windows. Podemos citar como características da linguagem: - Aplicações portáveis para múltiplas plataformas;&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=1.0" /></div><div>Rating: 1.0/<strong>10</strong> (1 vote cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 20387<br/><p><a href="http://www.softwareag.com/br/"><img class="alignright size-full wp-image-191" title="Software AG" src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/uploads/2009/09/softwareag1.JPG" alt="Software AG" /></a>Em uma rápida introdução ao Natural podemos dizer que é uma linguagem de programação considerada de 4ª geração desenvolvida pela alemã <a title="Software AG" href="http://www.softwareag.com/br/" target="_blank">Software AG</a> e distribuída no Brasil pela <a title="Consist" href="http://www.consist.com.br" target="_blank">Consist</a>. A linguagem possui várias versões: <a title="MVS" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MVS" target="_blank">MVS</a>, <a title="Linux" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" target="_blank">Linux</a>, <a title="Unix" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Unix" target="_blank">Unix</a>, <a title="OS/2" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os/2" target="_blank">OS/2</a> e <a title="Windows" href="http://www.microsoft.com/WINDOWS/" target="_blank">Windows</a>.</p>
<p>Podemos citar como características da linguagem:<br />
- Aplicações portáveis para múltiplas plataformas;<br />
- Execução batch e on-line;<br />
- Acesso a diversos SGBD&#8217;s (<a title="Adabas" href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" target="_blank">ADABAS</a>, <a title="Oracle" href="http://www.oracle.com" target="_blank">Oracle</a>, <a title="DB2" href="http://www.ibm.com/db2" target="_blank">DB2</a>, etc);<br />
- Possibilidade de programação modularizada.</p>
<p>Objetos, na linguagem Natural, seguem uma estrutura parecida com o antigo sistema operacional <a title="DOS" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DOS" target="_blank">DOS</a>. O nome do objeto pode ter até 8 caracteres e não é permitido objetos terem o mesmo nome ainda que sejam objetos distintos. Esses objetos são armazenados como bibliotecas (library).</p>
<p>A linguagem Natural tem como componentes:<br />
- Compilador: execução interativa da aplicação;<br />
- Kernel ou núcleo: responsável pela execução de comandos e gerência de outros componentes;<br />
- Sistema de arquivos: arquivos do ADABAS com suporte ao Natural;<br />
- Componentes de interface:<br />
• ADABAS: controla os processos de atualização e acesso a dados além de executar os comandos;<br />
• Sistema Operacional: executa os comandos I/O e outras comunicações com o sistema;<br />
• Monitor de Transações: gerencia recursos necessários para as transações.</p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=1.0" /></div><div>Rating: 1.0/<strong>10</strong> (1 vote cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/adabas-um-velho-companheiro/" title="Adabas, um velho companheiro">Adabas, um velho companheiro</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-manipulacao-na-linguagem-natural/" title="Comandos de Manipulação na Linguagem Natural">Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/" title="Comandos de linha na linguagem Natural">Comandos de linha na linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicoes-de-tipo-tamanho-e-formato-dos-campos-no-adabas/" title="Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS">Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/08/video-como-e-a-relacao-desenvolvedor-x-cliente-na-hora-de-dar-orcamentos/" title="Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos">Vídeo:  Como é a relação Desenvolvedor X Cliente na hora de dar orçamentos</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/04/qualidade-de-software-com-cmmi/" title="Qualidade de software com CMMI">Qualidade de software com CMMI</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/lancada-4%c2%aa-versao-alpha-do-postgresql-9/" title="Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9">Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/" title="O que há de novo no MySQL 6">O que há de novo no MySQL 6</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/visual-studioteam-system-para-desenvolvedores-de-software/" title="Visual Studio Team System para desenvolvedores de software">Visual Studio Team System para desenvolvedores de software</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Adabas, um velho companheiro</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 14:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[adabas]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
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		<category><![CDATA[software ag]]></category>

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		<description><![CDATA[Number of View: 19899Vou iniciar um curso de Adabas na próxima semana e resolvi estudar sobre o assunto para não chegar sem informação nenhuma para as aulas. Já que vou estudar o assunto porque não compartilhar com vocês o conhecimento? Serão uma série de artigos curtos e bem objetivos. Para começar vou falar sobre o&#8230;<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Number of View: 19899<br/><p><a href="http://www.softwareag.com/br/"><img class="alignleft size-full wp-image-179" title="Software AG" src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/uploads/2009/09/softwareag.JPG" alt="Software AG" /></a>Vou iniciar um curso de <a title="Adabas" href="http://www.softwareag.com/br/products/adabas/default.asp" target="_blank">Adabas</a> na próxima semana e resolvi estudar sobre o assunto para não chegar sem informação nenhuma para as aulas. Já que vou estudar o assunto porque não compartilhar com vocês o conhecimento?</p>
<p>Serão uma série de artigos curtos e bem objetivos. Para começar vou falar sobre o que é o Adabas e sua história.</p>
<p>O Adabas foi lançado  na década de 70 pela <a title="Software AG" href="http://www.softwareag.com/br/" target="_blank">Software AG</a>, com sede em Darnstadt (Alemanha). Podemos considerar como o primeiro <a title="SGBD" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SGDB" target="_blank">SGBD</a> utilizado comercialmente na história. Inicialmente ele foi projetado para funcionar somente em <a title="Mainframe IBM" href="http://www.ibm.com/br/systems/z/" target="_blank">mainframes da IBM</a> mas atualmente é suportado em ambientes <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux">Linux</a>, <a title="Unix" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Unix" target="_blank">Unix</a> e <a title="Windows" href="http://www.microsoft.com/WINDOWS/" target="_blank">Windows</a>. O Adabas ainda é considerado como um dos mais rápidos banco de dados <a title="OLTP" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/OLTP" target="_blank">OLTP</a> com disponibilidade 24hs por dia e 7 dias por semana. Segundo a fabricante o SGBD pode atingir a marca de 300 mil transações por segundo. Desde sua criação o Adabas foi operado através da linguagem desenvolvida pela mesma Software Ag, a linguagem NATURAL. A fabricante também diz que o tamanho da armazenagem de dados é praticamente ilimitada.</p>
<p>O Adabas foi desenvolvido utilizando <a title="Listas Invertidas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Listas_Invertidas" target="_blank">Listas Invertidas</a> e é não-relacional. Comparando o Adabas com um banco de dados relacional podemos citar como diferenças:<br />
- Não utiliza SQL;<br />
- As tabelas são arquivos;<br />
- As células são chamadas de records;<br />
- As colunas são chamadas de campos;<br />
- Opera com leitura suja (Dirty Read);</p>
<p>Sua utilização se dá em grandes empresas com enorme volumes de dados tais como bancos, empresas de telefonia, grandes mineradoras e siderúrgicas, etc.</p>
<br /><div><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>10</strong> (0 votes cast)</div><br /><a target="_blank" href="http://www.gdstarrating.com/"><img src="http://www.augustovespermann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx/powered.png" border="0" width="80" height="15" /></a><br /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/conceitos-da-linguagem-de-programacao-natural/" title="Conceitos da linguagem de programação Natural">Conceitos da linguagem de programação Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-manipulacao-na-linguagem-natural/" title="Comandos de Manipulação na Linguagem Natural">Comandos de Manipulação na Linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-controle-de-bibliotecas-na-liguagem-natural/" title="Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural">Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/10/comandos-de-linha-na-linguagem-natural/" title="Comandos de linha na linguagem Natural">Comandos de linha na linguagem Natural</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicoes-de-tipo-tamanho-e-formato-dos-campos-no-adabas/" title="Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS">Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/lancada-4%c2%aa-versao-alpha-do-postgresql-9/" title="Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9">Lançada 4ª versão alpha do PostgreSQL 9</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2009/09/definicao-de-objetos-na-linguagem-de-programacao-natural/" title="Definição de objetos na linguagem de programação Natural ">Definição de objetos na linguagem de programação Natural </a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/06/lancado-o-postgresql-9-0-beta-2/" title="Lançado o PostgreSQL  9.0 Beta 2">Lançado o PostgreSQL  9.0 Beta 2</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/05/e-possivel-um-mysql-200-mais-rapido-a-oracle-diz-que-sim/" title="É possível um MySQL 200% mais rápido? A Oracle diz que sim">É possível um MySQL 200% mais rápido? A Oracle diz que sim</a></li><li><a href="http://www.augustovespermann.com/2010/03/o-que-ha-de-novo-no-mysql-6/" title="O que há de novo no MySQL 6">O que há de novo no MySQL 6</a></li></ul>]]></content:encoded>
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