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Android 2.2 no Milestone 1 chega até o fim do mês, diz Motorola

Category : Smartphones, Tecnologia

A Motorola vai atualizar a edição original de seu smartphone Milestone no Brasil para o Android 2.2 até o fim de março, afirmou à Folha a assessoria de imprensa da empresa.

Em setembro do ano passado, a Motorola havia divulgado que a atualização chegaria no primeiro trimestre de 2011, que termina em 31 de março. Segundo a companhia, a promessa será cumprida, mas a data específica não foi definida.

Na semana passada, alguns usuários do Milestone começaram a receber a versão 2.2 do sistema do Google na Europa.

Um dos celulares com Android mais populares, o aparelho foi sucedido pelo Milestone 2, que já vem com a versão 2.2 do Android.

Por conta do rápido ciclo de atualizações do sistema do Google, porém, o Android 2.2 já está obsoleto –foi sucedido pela versão 2.3.

Originalmente, a Motorola não iria lançar a atualização do Milestone para a versão 2.2, após ter constatado que menos de 10% dos usuários do aparelho haviam feito a atualização do Android 2.0 para o 2.1. Após várias reclamações de consumidores em redes sociais como Twitter e Facebook, porém, a empresa reavaliou a decisão.

O recurso mais alardeado do Android 2.2, de codinome Froyo (Frozen Yogurt) é o suporte a Flash, complemento multimídia da Adobe. Além disso, o sistema deixa o aparelho de duas a cinco vezes mais rápido, segundo o Google.

Fonte: Folha Online

Posted from Vila Velha, Espírito Santo, Brazil.

LG anuncia tecnologia 3D para celulares que dispensa o uso de óculos

Category : Smartphones, Tecnologia

A LG apresentará uma tela 3D de 4,3 polegadas para celulares, que dispensa o uso de óculos, na feira internacional de eletrônicos de consumo, a CES, que ocorre em Las Vegas.

“A LG enxerga um potencial de crescimento imenso no mercado de displays 3D para celulares”, diz o Dr. Jong-seok Park, executivo-chefe da companhia. “Com nosso conhecimento sobre as tecnologias de displays, entretenimento e celulares, a LG está ansiosa para lançar esta nova forma de assistir filmes em 3D ou de brincar com jogos no celular.”

A tela 3D WVGA tem tela sensível ao toque e 480×800 pixels de resolução. Segundo a empresa, as imagens são claras e isentas de tremores.

A tecnologia aplicada, de barreira parallax, cria uma série de ranhuras que bloqueia a luz na parte frontal do painel de LCD. Essas ranhuras fazem com que o olho esquerdo e o direito enxerguem imagens diferentes, criando uma ilusão de profundidade e um efeito 3D.

A LG ainda não divulgou data de lançamento do produto.

Fonte: Folha

Posted from Vila Velha, Espírito Santo, Brazil.

[Review] Windows Phone 7

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Category : Smartphones, Tecnologia

Vamos falar isto de uma vez: o Windows Phone 7 é a coisa mais empolgante a acontecer no mundo dos celulares em um bom tempo.

Há mil motivos pelos quais o Windows Phone 7 é importante. Ele é feito por uma das empresas de software mais importantes do mundo, e vem sofrido, batido e atrasado, voltando para a próxima geração de PCs, depois de colidir em  pedras e abandonar o navio. Ele é provavelmente a mudança mais tectônica no mundo móvel desde o lançamento do iPhone e do Android. É a Microsoft recomeçando e apostando pesadamente no próprio futuro. Este é um produto bem diferente da Microsoft. E pode ser o início de algo realmente notável.

O Windows Phone 7 é a abordagem mais agressivamente diferente e nova para uma interface de celular desde o iPhone. Tudo é superplano e bidimensional. Quadrados ultrabásicos, cores primárias e listas. As fontes são gigantes e limpas, e o texto fica num vácuo quase sempre preto. Ele é fluido. Esta natureza espartana é simbólica de todo o OS, por bem ou por mal. Você não tem muitas escolhas: não dá pra colocar toques personalizados, por exemplo. Ele é o que é. E apesar de ser e parecer bem diferente em certos aspectos, ainda é inacreditável como o Windows Phone é inspirado pelo iPhone em sua filosofia, mais do que qualquer coisa que a Microsoft ou outra empresa tenha feito.

A interface se orienta em volta de três conceitos:

- Hubs: basicamente, apps panorâmicos que se dividem em diferentes telas. Ironicamente, o que realmente prova que o conceito de Hub funcioona são os apps de terceiros que o utilizam. Ele funciona perfeitamente com o Twitter, Netflix, Foursquare e Facebook, movendo-se entre telas para chegar às menções, ou para ver os check-ins dos seus amigos.

- Live Tiles: são os ícones da tela inicial, e eles se atualizam com informações novas, como o número de e-mails não lidos. Mas as Tiles não fazem o bastante para funcionarem como widgets completos: o ícone para a previsão do tempo, por exemplo, não mostra a previsão.

- Barra para Apps: um menu/barra de tarefas semipersistente que esconde mais ações, como compor um novo email ou mudar entre abas no Internet Explorer. É um mal necessário, dado a forma como a Microsoft reduziu a interface na tela.

O Windows Phone atinge o melhor equilíbrio, dentre qualquer outro smartphone, entre armazenamento local e na web, usando a nuvem para informações como contatos e apps, ligando-se a um PC (ou Mac, com um cliente básico) só para grandes atualizações e sincronização de música e vídeo. Os contatos do Facebook e do Google entram no sistema, são sincronizados e se integram ao aparelho de forma perfeita. O serviço de encontrar seu celular perdido, upload de fotos e sincronização de notas são embutidos, automáticos e gratuitos.

O sistema em si é muito, muito bom, mesmo que embrionário às vezes, muito parecido com o primeiro iPhone. Na verdade, são os apps que vão tornar o Windows Phone algo útil. A Microsoft não vai ter 250.000 apps quando for lançado, mas parece que eles terão muito do que é necessário, e os primeiros apps disponíveis são ótimos. Dito isto, ainda é muito difícil encontrar coisas, especialmente porque não há muitas coisas na loja ainda. Este poderia ser o melhor lançamento de plataforma até hoje.

A interface ao usuário mais elegante depois do iPhone: ela é simplesmente fantástica, mesmo que faltem algumas coisas como copiar e colar (que deve chegar ano que vem, supostamente). Uma mistura quase perfeita dos serviços da Microsoft – Bing (mapas e busca), Zune, Xbox Live, Office – de uma forma coesa, lógica e linda. (Claro, quanto mais você usa os serviços da Microsoft, melhor sua experiência, assim como o Google e o Android.) Os apps nativos são de encantar os olhos, belos quase que sem motivo. O teclado virtual é fera. O Outlook, app de email, tem visual fantástico e funciona muito bem. O Zune faz streaming sem fio. Nem o Internet Explorer é ruim, se bem que se uma página renderizar mal no IE do computador, provavelmente será o caso no celular.

Lembra quando o iTunes não era tão ruim, e então a Apple começou a enfiar função atrás de função nele, transformando-o numa bolha gigante e nojenta? Bem, então, o cliente desktop do Zune tá meio que começando a virar a mesma coisa, agora que ele serve para sincronizar seu celular e para navegar entre apps no Marketplace.

E ao buscar uma estética simples e rígida, há uma redução radical de elementos na tela do WP7: a tela inicial, por exemplo, só comporta oito ícones ao mesmo tempo. Então para encontrar outra coisa, você precisa ir descendo e descendo. (O iPhone dá acesso a 20 ítens; o Android, a até 19.) Não há busca universal para encontrar apps. Não há um só app para e-mail: cada conta que você tem cria um atalho separado, o que é uma pena quando o espaço na tela é tão valioso. Navegar entre apps é a experiência mais dolorosa no Windows Phone. Encontrar o Netflix pareceu um feliz acidente ,depois de 10 minutos subindo e descendo na lista de apps para ver as novidades. Carregar listas de apps demora uma eternidade, e é o momento em que o celular para completamente de responder. Aparece uma tela chata de “Resuming…” toda vez que você trava o celular com um app rodando e depois liga a tela de novo. Às vezes o app inteiro é recarregado. É muito irritante, como passar por uma lombada com uma Ferrari. E cadê a multitarefa?

O Windows Phone 7 é realmente incrível. Com uma base sólida, ele é elegante e prazeroso de usar. Claro, muito dessas qualidades são apenas potencial agora. Mas se alguém consegue fazer uma plataforma funcionar, é a Microsoft. Será que você deveria comprar isto em vez de um iPhone ou Android? Em seis meses, depois que o ecossistema de apps tenha se preenchido, a resposta será mais clara. Mas por enquanto, o Windows Phone com certeza é uma opção. Considerando onde a Microsoft estava há um ano, isso é dizer muito.

Fonte: Gizmodo

Android 3.0: Veja os recursos que a próxima versão do SO promete

Category : Smartphones, Tecnologia

Sistema operacional da Google para dispositivos móveis deve chegar nas próximas semanas com nova interface, mais velocidade e videochamada.

Poucos meses depois do lançamento do Android 2.2, as discussões a respeito da iminente chegada da próxima versão do sistema, a 3.0, também conhecida como Gingerbread, estão à toda. Especula-se que em algumas semanas ela já estará concluída e que as mudanças em relação à antecessora serão significativas – além de ser a primeira a funcionar corretamente em tablets. Veja, a seguir, os recursos que são esperados:

Android FaceTime
A Apple popularizou o recurso de videochamada com o seu iPhone 4 e a Google gostou da ideia. Tanto é que Andy Rubin, vice-presidente de engenharia da empresa, admitiu, semana passada, que o Android deverá ter algo semelhante ao FaceTime em sua próxima versão.

Fim da Fragmentação
Os smartphones da HTC com Android contam com uma interface desenvolvida pela própria empresa, denominada Sense; a Motorola, por outro lado, faz uso do Motoblur, que também serve para integrar redes sociais, e a Sony Ericsson usa o Timescape. Alguns rumores dão conta de que o Gingerbread não suportará essas modificações, o que soa estranho, afinal, a Google nunca se mostrou insatisfeita com a fragmentação. Já Drew Bamford, diretor de experiência de uso da HTC, tratou de afastar o boato ao afirmar que a empresa está cheia de ideias para o próximo Sense.

Nova interface
O principal nome no desenvolvimento do webOS, o sistema operacional da Palm, Matias Duarte, foi contratado pela Google no primeiro semestre deste ano. Isso leva a crer que o Android 3.0 contará com alguns dos pontos positivos que webOS possui, justamente a “simplicidade e o minimalismo”, duas características prometidas pela equipe da Google para o Gingerbread. As principais mudanças na interface deverão ser a barra de alertas e o tema padrão, que poderá ter cores mais similares ao do símbolo do Android, o robozinho verde.

Mais rápido
Assim como o Android 2.2, o Gingerbread também usará o compilador Dalvik JIT, que permite que a plataforma tire proveito de processadores mais rápidos, aumentando consideravelmente a velocidade dos aplicativos.

Mais pesado
Quanto mais funcionalidades são adicionadas, mais poderosas as configurações do smartphone precisam ser. Provavelmente, o Android 3.0 exigirá, no mínimo, um processador de 1GHZ, 512 MB de RAM e uma tela de 3,5 polegadas.

Fonte: IDGNow!

Nokia 5800 XpressMusic. Bom, Bonito e “Barato”

Category : Smartphones, Tecnologia

Mais um celular dentre os que eu compraria. O bom desse é que o valor dele é bem mais baixo que os outros que olhei até agora (BlackBerry Bold e o N97) e com bons recursos também.

Publicado por Henrique Martin.

Não pense que o Nokia 5800 XpressMusic, que chega às lojas oficialmente nesta terça-feira (28) pela operadora Tim, é um iPhone. E também nem pense em comparar o iPhone com o 5800: enquanto o primeiro é um excelente computador de mão que, por acaso, tem a função de telefone, o aparelho da Nokia mostra ser um ótimo telefone que tem ótimas funções secundárias de computador, mais notadamente as multimídia.

Se é para comparar, veja o 5800 como um N95 com seu sistema operacional aprimorado para uma tela sensível ao toque e com mais alguns recursos – com pontos positivos e negativos pelo percurso. Eu comprei esse aparelho no fim de fevereiro e venho usando-o todos os dias (com direito a upgrade de firmware, que deixou seu desempenho bem mais rápido, e, na semana passada, atualização do sistema para o software em português).

Veja as principais conclusões depois do clique.

Tela e texto: O lance da tela “sensível ao toque” faz uma diferença, mas não é o mais importante no 5800. Apesar de ter mais três botões (verde, branco e vermelho) na base da tela de 3,2″ com resolução 640 x 360 (que dá bem para ver vídeos convertidos com o software Nokia Video Converter, rápido e eficiente, ao menos para arquivos AVI), nem todo aplicativo responde direito à questão do toque na tela (grave uma senha no Nokia Browser e tente acessar um formulário, como o do Twitter, nele: é quase impossível – acabo redigitando os dados). Diversos modos de personalizar a tela inicial e uma “media bar” com atalhos para multimídia ajudam bastante (a “media bar” é acessada por um botão no canto superior direito da tela).

A mesma tela, com o brilho no mínimo, para economizar bateria, é bem ruim para uso direto na luz solar – o sensor de iluminação demora a responder, te deixando (literalmente) no escuro por alguns segundos. Mas, como eu já disse, é boa para ver vídeos, e o pequeno suporte que acompanha o produto ajuda nessa tarefa.

O 5800 tem quatro modos de inserir texto: T9 (meu favorito), que prevê a escrita do texto num teclado alfanumérico, um miniQWERTY para uso com a canetinha, um QWERTY completo em tela paisagem para mensagens mais longas e até reconhecimento de escrita, que funciona direito. Prefiro o T9 pela rapidez: teclados muito pequenos na tela tendem a me irritar (vide o do meu iPod touch, que me faz catar milho direto).

Internet: Se navegar na web, mesmo com o Nokia Browser no N95, já era algo razoavelmente satisfatório, com boa renderização de páginas, o 5800 aprimora essa experiência. E o sistema operacional já está bem mais “esperto” para lidar com mudanças de conexão. Se estou em casa e quero subir uma foto para o Flickr, o 5800 se conecta preferencialmente à rede sem fio, em vez de tentar o 3G ou Edge da operadora.

Bateria: É bem melhor que a do N95 e a do iPhone 3G, guardadas as devidas proporções. Com uma média de 2 horas de música ao dia, mais uns quatro acessos a Gmail (java) e uns quatro no Twitter, o 5800 aguenta até o final do expediente e ainda tem bateria para chegar em casa. Essa foi minha experiência de uso, e ela pode variar. Se usar o 5800 como modem 3G (desculpaê, Tim), a bateria atinge metade da carga em 1h30 de conexão.

Câmera: Se no N95 a câmera foi o principal diferencial, no 5800 ela é um mero coadjuvante. Com resolução de apenas 3,2 megapixels (epa, ainda dá um pau nos 2 megapixels daquele telefone com maçã), não é nem será uma câmera comparável à do N95 (e olha que tem lentes Carl Zeiss também).Tem alguns exemplos de imagens no meu Flickr.

De dia, o resultado é bom, com cores nítidas e bem definidas, foco suave e imagens interessantes. À noite, esqueça: o flash LED pode até tentar salvar um pouco, mas o ruído de imagem vai te perseguir. Não compre o aparelho só por causa da câmera.

Música: O 5800 XpressMusic é uma caixinha de música surpreendente. Reproduz bons graves (quando usado o modo de equalizador correto) e, nos fones de ouvido, produz som de qualidade muito boa. E tem alto-falantes estéreo: você pode levar o celular para o banheiro e deixar tocando música enquanto toma uma chuveirada (Zumo não aconselha isso, OK?). E em 8 GB no cartão microSD que vem com o aparelho cabe música pra caramba.

Programas: A transição entre plataformas é um problema para quem precisa de software no celular, e não seria diferente com o Symbian da versão 3 (a do N95) para a 5 (do 5800). Aplicativos série 3 (como o Gmail) funcionam sem problemas, com uma espécie de “joystick” montado na parte inferior da tela para ajudar na navegação. Outros, como o Skyfire, nem completam a instalação (falta ao telefone um botão para clicar em “ok” e concluir a instalação). O que eu tenho usado no 5800, mas ainda acho pouco, é o QIK (com versão nativa), Google Maps (idem), um bacaninha de pintura chamado PaintPad e o ScreenSnap, para captura de telas. Falta um cliente bacana de Twitter, de Facebook e de mais um monte de coisas bacanas – quem sabe a Ovi Store (mais detalhes sobre o tema nesta terça com a minha cobertura do Nokia Developer Summit) resolve a questão.

Design e outras frescuras: Pode parecer bobagem, mas eu gosto bastante do estilo candybar do 5800 pelo simples fato de parecer com qualquer outro Nokia (o N73 me vem à cabeça) e passar despercebido para quem não sabe o que/quem ele é. Não é um telefone para ostentar, e isso é bom para quem mora em São Paulo, certo?

E tem algumas frescurinhas do sistema operacional que eu acho incríveis: primeiro, o alarme pode ser desligado virando o aparelho (isso vale para silenciar ligações histriônicas no meio de uma reunião: vire o 5800 com a tela para baixo e ele continua a tocar em modo silencioso). Aposentei de vez meu rádio-relógio e agora acordo com o 5800 todos os dias. Em vez de ter que abrir os olhos e procurar o botão de soneca, basta virar o telefone para baixo e garantir mais 15 minutos de sono.

Outra é a luz de presença quando você recebe mensagens ou notificações do sistema. Saiu da mesa e recebeu uma ligação? O botão branco fica “pulsando” pra indicar que tem algo ali. É um jeito fácil e simples de mostrar visualmente algo que talvez você não percebesse caso não olhasse para a tela (apagada) do celular em modo de espera.

Na tela, ao tocar no relógio, você abre o aplicativo e já programa seu alarme. Toque no perfil de uso e altere-o (silencioso/normal/reunião etc). E um toque na barra superior mostra a conexão ativa e o horário. Toque na conexão e vá para o novo gerenciador de conectividade, com detalhes sobre as redes em uso/inativas. Ocasionalmente (e acredito ser um bug), o 5800 se mantém conectado mesmo sem o navegador ou o e-mail abertos.

Moral da história: O 5800 não é o melhor celular do mundo (e nem acho que ele exista hoje), mas é um baita tocador de música com boa capacidade de memória, bons recursos multimídia e para acesso à internet e um design simples e eficaz. Sua câmera é fraca, a tela não é fácil de usar como a de um iPhone (e todo mundo, invariavelmente, que me pede para ver o aparelho tenta mexer nele como num iPhone), porém serve para seus propósitos.E, olha, repetindo o chavão de sempre, é um bom telefone para ligar e receber ligações (ei, e com o Fring dá pra fazer VoIP sem medo).

O 5800 não tem suporte a Flash no navegador nem multitoque, e acredito que futuras versões de aparelhos da Nokia venham a resolver a questão da tela, principalmente. O dedo pode ser o principal modo de entrada de texto, e se precisar o teclado ou a caneta stylus estão lá (tem uma palheta também, mas, bem, ela fica trancada na gaveta de casa). Não sei os detalhes ainda (escrevo este review antes da coletiva da Nokia em São Paulo na manhã de terça – mais infos mais tarde, ok?) do serviço Comes With Music, que me parece no mínimo interessante do ponto de vista de “baixar músicas sem parar”. Sobre o Flash: roda videos do YouTube numa boa, num player separado (efeitos do jet lag na hora de escrever…)

E valeu o dinheiro investido no aparelho? Sim. Agora quando volto ao N95 acho até meio esquisito. Acredito que o 5800 tem bons concorrentes, mais notadamente o LG Arena (que me causou uma ótima impressão com sua resposta rápida ao toque, o cubo 3D na tela e o… multitoque!) e o vindouro Samsung Omnia HD, um monstrinho comedor de vídeo que também roda Symbian e tem potencial para ser um bom instrutor de novas lições à Nokia modificando algo já existente para uma coisa melhor.

Fonte: Zumo Blog

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