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Comandos de Manipulação na Linguagem Natural

Category : Programação

• Comandos de Manipulação de Programas Fontes
CHECK
Checa a sintaxe do objeto atualmente na área de trabalho. Pode ser substituído por
apenas ‘C’.

SAVE
Salva o programa fonte. Pode-se especificar o nome desejado logo após o comando. Pode
ser substituído por apenas “SA”.

PURGE
O comando ‘PURGE’ é usado para deletar um ou mais programas fontes do Natural
System File. O conteúdo existente em work-área não é alterado.
Se o program-name não for especificado, será exibido um mapa com os programa fontes
existentes no Natural System File, para especificação individual.

• Comandos de Manipulação de Programas Objetos
CATALOG
Cataloga o programa fonte da área de trabalho. Este comando checa a sintaxe e grava a
versão executável do programa. Não grava o fonte. Pode ser substituído por apenas ‘CAT’.

UNCATALOG
Apaga apenas o módulo carga, mantendo o módulo fonte.

• Comandos de Manipulação Mista de Programas
STOW
Checa a sintaxe do programa fonte da área de trabalho, salva e cataloga. Este comando
executa internamente as funções dos comandos CHECK, SAVE e Catalog. Porém, ele somente
salva o programa fonte se este não contiver nenhum erro.

SCRATCH
Apaga o fonte e o módulo carga informado logo após o comando. Pode ser substituído por
‘SCR’.

• Comandos de Transferência/Limpeza de Work-Area
READ
Lê e transfere para a área de trabalho o programa fonte definido após o comando.

CLEAR
Limpa a área de trabalho.

RENUMBER (n)
Renumera as linhas do programa fonte que estiver na work-area, em incrementos de 10.

SCAN
Pesquisa um determinado ‘STRING’ dentro de um ou de todos os objetos de uma
biblioteca.

• Comandos de Execução de Programas
RUN
Executa o programa atualmente da área de trabalho. O comando compila o programa
antes de executá-lo. Pode ser substituído por apenas “R”.

• Comandos de Processos Especiais
GLOBALS
Exibe menu que está definido com uma série de ações e atributos que afetam tanto o
resultado dos comandos como o resultado das instruções.
As principais funções dos parâmetros são:
· Definir característica dos relatórios e mapas;
· Estabelecer limites p/quantidades de registros lidos, de páginas de relatórios, etc.;
· Definir caracteres de controle.

adabas_global

HELP
Permite a exibição de mensagens de erro e comandos do Natural. Também pode ser
acesso teclando “?”. Ambas as opções permitem a passagem do código diretamente (? 3148, por
exemplo, exibe o conteúdo do código de erro 3148).

PROFILE
Mostra a profile de segurança corrente para o usuário.

Fonte: Curso Básico de Programação Natural escrito por Luciano Rogério Perdigão Braga sob a licença GNU – Free Documentation License, Version 1.1

Comandos de Controle de Bibliotecas na Liguagem Natural

1

Category : Programação

LOGON
As bibliotecas são estabelecidas pela instrução ‘LOGON’
LOGON | biblioteca |
FIN
A instrução ‘FIN’ encerra uma sessão Natural, devolvendo o controle ao sistema de onde o
Natural foi invocado.
LIST
A instrução ‘LIST’ invoca um utilitário para listagem de diretórios de bibliotecas
(fontes/objetos), listagem de programas e de DDM’s.
Pode-se chamar um ‘MENU’ das várias funções do LIST através do formato ‘LIST *’, ou
chamar diretamente a função, como veremos a seguir:

adabas_list

EDIT
A instrução ‘EDIT’ exibe a cópia do programa (ou outro tipo de objeto) na ‘work-area’,
ficando inalterado o original no system file até que seja dado um comando de atualização
(‘SAVE’ ou ‘STOW’).
Pode-se chamar um ‘MENU’ das várias funções do LIST através do formato ‘EDIT *’, ou
chamar diretamente a função, como veremos a seguir.

E(DIT) | Object-Type| |Object-Name|
E(DIT) | Object-Type| * lista tudo referente ao ‘object-type’
Se não for especificado o ‘object-name’, será editado o conteúdo existente na ‘work-área’;
se não houver nenhum conteúdo na ‘work-área’, o modo de edição permitirá a criação de um
programa (ou qualquer tipo dos objetos especificados) sem o controle do compilador.

adabas_editFonte: Curso Básico de Programação Natural escrito por Luciano Rogério Perdigão Braga sob a licença GNU – Free Documentation License, Version 1.1

Comandos de linha na linguagem Natural

Category : Programação

Comandos referentes a linha devem ser digitados no início da linha. Alguns comandos de linha
não podem ser digitados simultaneamente, pois o Natural não interpreta todos os comandos ao
mesmo tempo.

· ..I – Insere uma linha.
· ..I(n) – Insere “n” linhas.
· ..J – Join. Concatena a linha corrente com a linha de baixo.
· ..M – Move a linha. Colocar o cursor na linha de destino e teclar <ENTER>.
· ..P – Abre o editor de regras de validação do mapa.
· ..Q – Sair do editor de mapas.
· ..R – Duplica a linha.
· ..C – Centraliza a linha corrente. Deve Ter sido dado <ENTER> previamente na linha
a centralizar.
· ..D – Deleta a linha.
· ..D(n) – Apaga as “n” linhas, contando com a linha atual.
· ..E – Permite a edição de campos em tela cheia.
· ..Fc – Preenche a linha inteira com o caracter “c”.

Fonte: Curso Básico de Programação Natural escrito por Luciano Rogério Perdigão Braga sob a licença GNU – Free Documentation License, Version 1.1

Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS

2

Category : Programação

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TAMANHO E FORMATO DOS CAMPOS ADABAS

(N) Numerico – de 1 até 29 bytes
(B) Binario – de 1 até 126 bytes
(A) Alfanumerico – de 1 até 253 bytes
(F) Ponto Fixo – até 4 bytes
(G) Ponto Flutuante – 4 a 8 bytes
(P) Decimal Compactado – até 15 bytes
(U) Decimal Não Compactados – até 29 bytes

TIPOS DE CAMPOS

ELEMENTAR – Contém apenas um valor de um registro.

MULTIPLO – Pode possuir até 191 ocorrencias em um mesmo registro, onde ele pode assumir diversos valores dentro de uma ocorrência de registro.

GRUPO – Consiste em vários campos elementares consecutivos da FDT combinados em apenas um. Dessa forma pode-se acessar os campos com mais facilidade melhorando o desempenho quando devidamente utilizado durante o processo de manipulação de dados.

PERIODICO – É um campo que possibilita obter diversas ocorrencias dentro de uma mesma ocorrencia, pode ser repetido até 99 vezes.

SUPERDESCRITOR – É a combinação de dois ou mais campos – pode ser completo usado todos os campos ou partes dele – um campo Alfa de 10 posições, no super você pode utilizar os dez ou o nono campo (ou menos como a quarta, quinta posição) – fica a critério do analista – importante destacar – um superdescritor tem que ter mais de dois campos – se for somente um campo pode ser Hiperdescritor – o que o super descritor faz, ele pega todos os campos contidos nele e cria uma lista uma lista invertida com o endereço daquele registro, assim sendo mais rapida a consulta.

REGISTRO – É um conjunto de campos constitui um registro Adabas, cada registro esta associado a um número seguencial interno (ISN) assinalado e administrado pelo Adabas.

BLOCO – Um bloco constitui um conjunto fisico de registros e possui tamanho fisico em função do tipo de disco utilizado. Cada vez que o Adabas transfere informações do disco para a memoria (ou vice e versa) é através do bloco fisico.

ISN – Internal Seguence Number – (Numero Seguencial Interno) Consiste num número seguencial interno associado a cada registro que entra no banco de dados Adabas, é único por arquivo, toda a manipulação de registro pelo Adabas base no ISN. O ISN tanto pode ser gerado pelo Adabas como pode ser assinalado pelo usuário.

RABM - Relative Block Number – (Numero Relativo do Bloco) O Adabas associa aos blocos dos data sets (ASSO, DATA entre outros) um número seguencial, o RBN é convertido em endereço fisíco do disco pelo método de acesso do sistema operacional (BDAM em IBM) antes de ser efetuada a operação de entrada e saida.

EXTENT – Um determinado Extent consist num conjunto de blocos fisícos contigos (de disco) alocados para uma determinada função Adabas.

FILE – (ARQUIVO) Um arquivo Adabas consiste num conjunto de blocos de dados do usuário e pode ser constituido de diversos extents fisicos.

BANCO DE DADOS – Um banco de dados Adabas consiste em um ou mais arquivos (FILE) de dados do usuário, e também todas os dados e tabelas necessarias ao Adabas na Administração do banco de dados. O banco Adabas é composto por alguns data sets. – ASSO / DATA / WORK – (PLOG / CLOG)

ASSO – O associator que contém as informações de controle para o administrar os dados dos usuários, neste data set onde estão as localizações dos dados, para melhor utilização dos discos pode ser comprimido os dados. Contém basicamente os dados de.

01 – Listas Invertidas (de superdescritor, descritor.
02 – Conversor de endereços (Tabela de ISN e RBN)
03 – Tabela de descrição de dados – FDT
04 – Outros dados de controle como memória disco disponivel, quantidade de arquivos carregados, controle de utilização de ISN entre outros.

DATA – Data Storage onde estão os dados dos usuários, o Adabas armazena os dados de formar comprimida, diminuindo o indice de utilização de memoria em disco.

WORK – Este data set pelo nucleo do banco Adabas como arquivo de trabalho que executa as tarefas abaixo:

01 – Proteção e recuperação do banco de dados.
02 – Armazenamento intermediario das listas de ISN proveniente de pesquisas.
02 – Area intermediaria para operação dos algoritimos de pesquisa.

PLOG – (Protection Log) Este data set é onde ficam armazenadas as alterações feitas no banco Adabas (é utilizada em bancos de Produção) – quando o analista descobre que alguem deletou um registro é usando o Plog que se recupera o arquivo deletado do banco.

CLOG – (Command Log) Este data set é para fazer estatisticas do banco, como exemplo de comandos de pior duração, ou de programas de consomem mais recursos entre outros, tem diversar softwares que coletam estas informações e fazem alguns relatórios bem interessante – vou passar dois, o REVIEW é da software AG (caro mais muito bom) e o TRIM da Treehouse Software muito interessante e não tão caro.

FCB – (Bloco de controle de arquivo) – Para cada arquivo do banco existe uma FCB. Contém informações sobre área de estensão e de áreas livres.

FDT – Tabela de descrição de campos – Uma FDT corresponde a descrição dos campos que compõem cada FILE (arquivo) e corresponde ao esquema dos campos do campo no banco. Como os dados são compactados e há supressão de campos brancos e nulos, a FDT é frequentemente consultada quando uma vez obtida o valor de ISN e RABN, dai se efetua o varredura sequencial dos campos de registros lógicos. Na FTD estão em detalhes a descrição fisíca de todos os campos.

Fonte: www.mainframes.com.br

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Definição de objetos na linguagem de programação Natural

Category : Programação

Um objeto Natural nada mais é do que um componente de um sistema. Os diversos tipos de objetos Natural são:
· COPYCODE: Pedaço de código fonte, que pode ser aproveitado em vários programas. Único objeto Natural que não é compilado. Nos programas aonde o COPYCODE vai ser aproveitado, através do comando INCLUDE, ele será compilado, juntamente com o programa.
· GLOBAL:  Objeto utilizado para definição de variáveis. Todos os objetos que se referenciarem a uma GLOBAL, terão as mesmas variáveis, e estas manterão os valores após o término de um objeto, permitindo que um objeto altere valores e outro reconheça as alterações.
· LOCAL: Objeto utilizado para definição de variáveis. A diferença entre uma LOCAL e uma GLOBAL é que valores das variáveis locais somente serão reconhecidos pelo objeto onde foram declaradas, deixando de existir quando do término do mesmo.
· PARAMETER: Objeto utilizado para definição de variáveis que serão utilizadas entre programas e subprogramas.
· MAP: Utilizado para entrada e exibição de dados. Permite a definição de Regras de Validação para os campos, inclusive com acesso à Base de Dados.
· Helproutine:  Tipo de objeto que permite ser definido como ajuda a um campo de entrada de dados. Quando o cursor estiver posicionado num campo e for teclado “?”, será chamada a HELPROUTINE que estiver associada ao campo.
· PROGRAM: Principal objeto Natural. É a partir dele que são chamados os outros componentes.
· SUBPROGRAM (N): Objeto chamado por outro, com passagem de parâmetros, que permite o retorno de dados ao objeto chamador.
· SUBROUTINE: Uma sub-rotina é um pedaço de código geralmente executado mais de uma vez ou de diversas partes de um programa. Pode ser interno, definido dentro de um programa ou fora dele (externo). Quando se escolhe a segunda opção, o tipo de objeto que conterá as sub-rotinas é o SUBROUTINE.
As letras sublinhadas nos nomes dos objetos podem ser utilizadas logo após o comando EDIT, evitando a digitação completa do tipo de objeto.

Fonte: Curso Básico de Programação Natural escrito por Luciano Rogério Perdigão Braga sob a licença GNU – Free Documentation License, Version 1.1

Conceitos da linguagem de programação Natural

Category : Programação

Software AGEm uma rápida introdução ao Natural podemos dizer que é uma linguagem de programação considerada de 4ª geração desenvolvida pela alemã Software AG e distribuída no Brasil pela Consist. A linguagem possui várias versões: MVS, Linux, Unix, OS/2 e Windows.

Podemos citar como características da linguagem:
- Aplicações portáveis para múltiplas plataformas;
- Execução batch e on-line;
- Acesso a diversos SGBD’s (ADABAS, Oracle, DB2, etc);
- Possibilidade de programação modularizada.

Objetos, na linguagem Natural, seguem uma estrutura parecida com o antigo sistema operacional DOS. O nome do objeto pode ter até 8 caracteres e não é permitido objetos terem o mesmo nome ainda que sejam objetos distintos. Esses objetos são armazenados como bibliotecas (library).

A linguagem Natural tem como componentes:
- Compilador: execução interativa da aplicação;
- Kernel ou núcleo: responsável pela execução de comandos e gerência de outros componentes;
- Sistema de arquivos: arquivos do ADABAS com suporte ao Natural;
- Componentes de interface:
• ADABAS: controla os processos de atualização e acesso a dados além de executar os comandos;
• Sistema Operacional: executa os comandos I/O e outras comunicações com o sistema;
• Monitor de Transações: gerencia recursos necessários para as transações.

Adabas, um velho companheiro

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Category : Programação

Software AGVou iniciar um curso de Adabas na próxima semana e resolvi estudar sobre o assunto para não chegar sem informação nenhuma para as aulas. Já que vou estudar o assunto porque não compartilhar com vocês o conhecimento?

Serão uma série de artigos curtos e bem objetivos. Para começar vou falar sobre o que é o Adabas e sua história.

O Adabas foi lançado na década de 70 pela Software AG, com sede em Darnstadt (Alemanha). Podemos considerar como o primeiro SGBD utilizado comercialmente na história. Inicialmente ele foi projetado para funcionar somente em mainframes da IBM mas atualmente é suportado em ambientes Linux, Unix e Windows. O Adabas ainda é considerado como um dos mais rápidos banco de dados OLTP com disponibilidade 24hs por dia e 7 dias por semana. Segundo a fabricante o SGBD pode atingir a marca de 300 mil transações por segundo. Desde sua criação o Adabas foi operado através da linguagem desenvolvida pela mesma Software Ag, a linguagem NATURAL. A fabricante também diz que o tamanho da armazenagem de dados é praticamente ilimitada.

O Adabas foi desenvolvido utilizando Listas Invertidas e é não-relacional. Comparando o Adabas com um banco de dados relacional podemos citar como diferenças:
- Não utiliza SQL;
- As tabelas são arquivos;
- As células são chamadas de records;
- As colunas são chamadas de campos;
- Opera com leitura suja (Dirty Read);

Sua utilização se dá em grandes empresas com enorme volumes de dados tais como bancos, empresas de telefonia, grandes mineradoras e siderúrgicas, etc.