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Comandos de linha na linguagem Natural

Postado em : 09-10-2009 | Por : Augusto Schultz | Em : Programação

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Comandos referentes a linha devem ser digitados no início da linha. Alguns comandos de linha
não podem ser digitados simultaneamente, pois o Natural não interpreta todos os comandos ao
mesmo tempo.

· ..I – Insere uma linha.
· ..I(n) – Insere “n” linhas.
· ..J – Join. Concatena a linha corrente com a linha de baixo.
· ..M – Move a linha. Colocar o cursor na linha de destino e teclar <ENTER>.
· ..P – Abre o editor de regras de validação do mapa.
· ..Q – Sair do editor de mapas.
· ..R – Duplica a linha.
· ..C – Centraliza a linha corrente. Deve Ter sido dado <ENTER> previamente na linha
a centralizar.
· ..D – Deleta a linha.
· ..D(n) – Apaga as “n” linhas, contando com a linha atual.
· ..E – Permite a edição de campos em tela cheia.
· ..Fc – Preenche a linha inteira com o caracter “c”.

Fonte: Curso Básico de Programação Natural escrito por Luciano Rogério Perdigão Braga sob a licença GNU – Free Documentation License, Version 1.1

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.NET: “You tried to assign the null value to a variable that is not a variant data type”, solucionando o problema

Postado em : 02-10-2009 | Por : Augusto Schultz | Em : Programação

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Tenho trabalhado ultimamente em um projeto que utiliza ASP.NET. Apesar de já ter feito o curso da Microsoft S2B sei que aprendemos sobre qualquer linguagem de programação à medida que programamos nela.

Em uma oportunidade me deparei com o seguinte erro: You tried to assign the null value to a variable that is not a variant data type.

Como ainda não tinha prática com a linguagem, demorei um pouco para encontrar a solução. Conversando com outros desenvolvedores eles disseram ter passado pelo mesmo problema e também com certa dificuldade em resolver a intempérie. Por isso resolvi compartilhar com vocês a solução, espero que seja  bem útil.

Estou trabalhando com um “banco de dados” Access e ao criar um SQLDataSource temos como opção clicar em Advanced SQL Generation Options como aparece na tela abaixo:

sql_generator
Essa opção faz com que o Visual Studio (utilizo a versão 2008) gere automaticamente as strings de inserção, exclusão e alteração dos dados na tabela. O problema todo está justamente aí. Ao gerar o insert o Visual Studio informa, em sua string de inserção, que um dos parâmetros a serem informados é a chave primária. Mas como no meu caso a chave primária é autoincrement ela não deve ser informada no insert.

Para resolvermos o caso devemos procurar no código por: “InsertCommand” e retirar dali a chave primária de sua tabela. Logo depois retire “?” relativa ao parâmetro passado pela chave primária.

Minha string era assim:
InsertCommand=”INSERT INTO [tbPort] ([idTerminal], [idTerminalPort], [Berth]) VALUES (?, ?, ?)”

Corrigindo ficou assim:
InsertCommand=”INSERT INTO [tbPort] ([idTerminalPort], [Berth]) VALUES (?, ?)”

A segunda e última etapa da correção consiste em retirar da lista de parâmetros de inserção o campo da chave primária. Segue o meu exemplo:
Antes da correção:
<InsertParameters>
<asp:Parameter Name=”idTerminal” Type=”Int32″ />
<asp:Parameter Name=”idTerminalPort” Type=”Int32″ />
<asp:Parameter Name=”Berth” Type=”String” />
</InsertParameters>

Depois da correção:
<InsertParameters>
<asp:Parameter Name=”idTerminalPort” Type=”Int32″ />
<asp:Parameter Name=”Berth” Type=”String” />
</InsertParameters>

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Programa Students to Business disponibiliza softwares da Microsoft gratuitamente

Postado em : 30-09-2009 | Por : Augusto Schultz | Em : Carreira

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Students to BusinessO Microsoft Students to Business (S2B) é um treinamento gratuito oferecido pela Microsoft em parceria com várias faculdades de todo o Brasil. Além da capacitação técnica o programa também visa aproximar o estudante do mercado de trabalho.

Além do treinamento a Microsoft disponibiliza licenças de softwares para que possamos utilizá-los de forma gratuita. Os software variam de acordo com os lançamentos da empresa. A disponibilização desses programas é mais um atrativo para quem pretende ou ainda tem dúvidas se deve fazer o curso. Hoje fui olhar as licenças disponíveis e vi que o Windows 7 já foi liberado para download. Segue abaixo a relação de licenças disponibilizadas.

- Access 2007 (Portuguese-Brazil)
- Expression Blend 2
- Expression Design 2
- Expression Encoder 2
- Expression Media 2
- Expression Studio
- Expression Studio 2
- Expression Web
- Expression Web 2
- InfoPath 2007 (Portuguese-Brazil)
- IT Academy Course: Database Developer
- IT Academy Course: Web Developer
- IT Academy Course: Windows Client
- IT Academy Course: Windows Developer
- IT Academy Course: Windows Server
- Microsoft Robotics Developer Studio 2008 Academic Edition
- OneNote 2007 (Portuguese-Brazil)
- Project Professional 2007
- Project Professional 2007 (Portuguese-Brazil)
- SharePoint Designer 2007 (Portuguese-Brazil)
- SQL Server 2000 Enterprise Edition
- SQL Server 2005 Developer Edition - DVD
- SQL Server 2008 Enterprise (x86 and x64) - DVD (Portuguese-Brazil)
- Visio Professional 2007
- Visio Professional 2007 (Portuguese-Brazil)
- Visual C# 2005 Express Edition
- Visual Studio 2008 Express Edition with SP1
- Visual Studio 2008 Professional Edition (x86 and x64 WoW) - DVD
- Visual Studio 2008 SP1
- Windows 7 Professional (x64) - DVD (Portuguese-Brazil)
- Windows 7 Professional (x86) - DVD (Portuguese-Brazil)
- Windows Server 2008 Enterprise and Standard - DVD
- Windows Vista Business DVD with SP1</option>
- Windows XP Professional with SP3 (Single User) ISO Image
- XNA Creators Club Online Academic Subscription
- XNA Game Studio 3.0

Para mais informações:
Site: www.programas2b.com.br
Fale conosco – contato@programas2b.com.br
Interessados em cursar o programa – aluno@programas2b.com.br
Interessados em patrocinar e ter acesso as bases de alunos – empresa@programas2b.com.br

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Definições de tipo, tamanho e formato dos campos no ADABAS

Postado em : 30-09-2009 | Por : Augusto Schultz | Em : Programação

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TAMANHO E FORMATO DOS CAMPOS ADABAS

(N) Numerico – de 1 até 29 bytes
(B) Binario – de 1 até 126 bytes
(A) Alfanumerico – de 1 até 253 bytes
(F) Ponto Fixo – até 4 bytes
(G) Ponto Flutuante – 4 a 8 bytes
(P) Decimal Compactado – até 15 bytes
(U) Decimal Não Compactados – até 29 bytes

TIPOS DE CAMPOS

ELEMENTAR – Contém apenas um valor de um registro.

MULTIPLO – Pode possuir até 191 ocorrencias em um mesmo registro, onde ele pode assumir diversos valores dentro de uma ocorrência de registro.

GRUPO – Consiste em vários campos elementares consecutivos da FDT combinados em apenas um. Dessa forma pode-se acessar os campos com mais facilidade melhorando o desempenho quando devidamente utilizado durante o processo de manipulação de dados.

PERIODICO – É um campo que possibilita obter diversas ocorrencias dentro de uma mesma ocorrencia, pode ser repetido até 99 vezes.

SUPERDESCRITOR – É a combinação de dois ou mais campos – pode ser completo usado todos os campos ou partes dele – um campo Alfa de 10 posições, no super você pode utilizar os dez ou o nono campo (ou menos como a quarta, quinta posição) – fica a critério do analista – importante destacar – um superdescritor tem que ter mais de dois campos – se for somente um campo pode ser Hiperdescritor – o que o super descritor faz, ele pega todos os campos contidos nele e cria uma lista uma lista invertida com o endereço daquele registro, assim sendo mais rapida a consulta.

REGISTRO – É um conjunto de campos constitui um registro Adabas, cada registro esta associado a um número seguencial interno (ISN) assinalado e administrado pelo Adabas.

BLOCO – Um bloco constitui um conjunto fisico de registros e possui tamanho fisico em função do tipo de disco utilizado. Cada vez que o Adabas transfere informações do disco para a memoria (ou vice e versa) é através do bloco fisico.

ISN – Internal Seguence Number – (Numero Seguencial Interno) Consiste num número seguencial interno associado a cada registro que entra no banco de dados Adabas, é único por arquivo, toda a manipulação de registro pelo Adabas base no ISN. O ISN tanto pode ser gerado pelo Adabas como pode ser assinalado pelo usuário.

RABM - Relative Block Number – (Numero Relativo do Bloco) O Adabas associa aos blocos dos data sets (ASSO, DATA entre outros) um número seguencial, o RBN é convertido em endereço fisíco do disco pelo método de acesso do sistema operacional (BDAM em IBM) antes de ser efetuada a operação de entrada e saida.

EXTENT – Um determinado Extent consist num conjunto de blocos fisícos contigos (de disco) alocados para uma determinada função Adabas.

FILE – (ARQUIVO) Um arquivo Adabas consiste num conjunto de blocos de dados do usuário e pode ser constituido de diversos extents fisicos.

BANCO DE DADOS – Um banco de dados Adabas consiste em um ou mais arquivos (FILE) de dados do usuário, e também todas os dados e tabelas necessarias ao Adabas na Administração do banco de dados. O banco Adabas é composto por alguns data sets. – ASSO / DATA / WORK – (PLOG / CLOG)

ASSO – O associator que contém as informações de controle para o administrar os dados dos usuários, neste data set onde estão as localizações dos dados, para melhor utilização dos discos pode ser comprimido os dados. Contém basicamente os dados de.

01 – Listas Invertidas (de superdescritor, descritor.
02 – Conversor de endereços (Tabela de ISN e RBN)
03 – Tabela de descrição de dados – FDT
04 – Outros dados de controle como memória disco disponivel, quantidade de arquivos carregados, controle de utilização de ISN entre outros.

DATA – Data Storage onde estão os dados dos usuários, o Adabas armazena os dados de formar comprimida, diminuindo o indice de utilização de memoria em disco.

WORK – Este data set pelo nucleo do banco Adabas como arquivo de trabalho que executa as tarefas abaixo:

01 – Proteção e recuperação do banco de dados.
02 – Armazenamento intermediario das listas de ISN proveniente de pesquisas.
02 – Area intermediaria para operação dos algoritimos de pesquisa.

PLOG – (Protection Log) Este data set é onde ficam armazenadas as alterações feitas no banco Adabas (é utilizada em bancos de Produção) – quando o analista descobre que alguem deletou um registro é usando o Plog que se recupera o arquivo deletado do banco.

CLOG – (Command Log) Este data set é para fazer estatisticas do banco, como exemplo de comandos de pior duração, ou de programas de consomem mais recursos entre outros, tem diversar softwares que coletam estas informações e fazem alguns relatórios bem interessante – vou passar dois, o REVIEW é da software AG (caro mais muito bom) e o TRIM da Treehouse Software muito interessante e não tão caro.

FCB – (Bloco de controle de arquivo) – Para cada arquivo do banco existe uma FCB. Contém informações sobre área de estensão e de áreas livres.

FDT – Tabela de descrição de campos – Uma FDT corresponde a descrição dos campos que compõem cada FILE (arquivo) e corresponde ao esquema dos campos do campo no banco. Como os dados são compactados e há supressão de campos brancos e nulos, a FDT é frequentemente consultada quando uma vez obtida o valor de ISN e RABN, dai se efetua o varredura sequencial dos campos de registros lógicos. Na FTD estão em detalhes a descrição fisíca de todos os campos.

Fonte: www.mainframes.com.br

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Modelo e definição de Project Charter

Postado em : 23-09-2009 | Por : Augusto Schultz | Em : Gerência de Projetos

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projetoPara se começar um projeto utilizando as premissas do PMBOK temos que antes de tudo oficializar o projeto. Para tanto utilizamos um documento denominado Termo de Abertura de Projeto ou Project Charter. Na confecção deste documento oficializamos que existem um projeto em curso. Esse documento em geral é elaborado pela alta gerência da empresa ou pelo sponsor (patrocinador) do projeto. O projeto deve ter um nome chamativo e que suscite nos membros da equipe um sentimento cumplicidade no projeto.

O Project Charter ainda deve contemplar as responsabilidades do projeto e do gerente do projeto. Os dados que devem ser contidos no documento são:
- Nome do projeto;
- Introdução ou resumo das condições que definem o projeto;
- Nome do gerente de projetos, suas autoridades e responsabilidades;
- Necessidades do projeto;
- Descrição do produto do projeto;
- Cronograma;
- Estimativas de custo;
- Recursos inicialmente requiridos;
- Necessidade de suporta da organização;
- Gerenciamento das informações;
- Aprovação pelo responsável do pelo projeto.

Abaixo segue um exemplo de um Project Charter desenvolvido pela www.gmsl.it.

Project Charter

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Definição de objetos na linguagem de programação Natural

Postado em : 23-09-2009 | Por : Augusto Schultz | Em : Programação

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Um objeto Natural nada mais é do que um componente de um sistema. Os diversos tipos de objetos Natural são:
· COPYCODE: Pedaço de código fonte, que pode ser aproveitado em vários programas. Único objeto Natural que não é compilado. Nos programas aonde o COPYCODE vai ser aproveitado, através do comando INCLUDE, ele será compilado, juntamente com o programa.
· GLOBAL:  Objeto utilizado para definição de variáveis. Todos os objetos que se referenciarem a uma GLOBAL, terão as mesmas variáveis, e estas manterão os valores após o término de um objeto, permitindo que um objeto altere valores e outro reconheça as alterações.
· LOCAL: Objeto utilizado para definição de variáveis. A diferença entre uma LOCAL e uma GLOBAL é que valores das variáveis locais somente serão reconhecidos pelo objeto onde foram declaradas, deixando de existir quando do término do mesmo.
· PARAMETER: Objeto utilizado para definição de variáveis que serão utilizadas entre programas e subprogramas.
· MAP: Utilizado para entrada e exibição de dados. Permite a definição de Regras de Validação para os campos, inclusive com acesso à Base de Dados.
· Helproutine:  Tipo de objeto que permite ser definido como ajuda a um campo de entrada de dados. Quando o cursor estiver posicionado num campo e for teclado “?”, será chamada a HELPROUTINE que estiver associada ao campo.
· PROGRAM: Principal objeto Natural. É a partir dele que são chamados os outros componentes.
· SUBPROGRAM (N): Objeto chamado por outro, com passagem de parâmetros, que permite o retorno de dados ao objeto chamador.
· SUBROUTINE: Uma sub-rotina é um pedaço de código geralmente executado mais de uma vez ou de diversas partes de um programa. Pode ser interno, definido dentro de um programa ou fora dele (externo). Quando se escolhe a segunda opção, o tipo de objeto que conterá as sub-rotinas é o SUBROUTINE.
As letras sublinhadas nos nomes dos objetos podem ser utilizadas logo após o comando EDIT, evitando a digitação completa do tipo de objeto.

Fonte: Curso Básico de Programação Natural escrito por Luciano Rogério Perdigão Braga sob a licença GNU – Free Documentation License, Version 1.1

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Conceitos da linguagem de programação Natural

Postado em : 22-09-2009 | Por : Augusto Schultz | Em : Programação

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Software AGEm uma rápida introdução ao Natural podemos dizer que é uma linguagem de programação considerada de 4ª geração desenvolvida pela alemã Software AG e distribuída no Brasil pela Consist. A linguagem possui várias versões: MVS, Linux, Unix, OS/2 e Windows.

Podemos citar como características da linguagem:
- Aplicações portáveis para múltiplas plataformas;
- Execução batch e on-line;
- Acesso a diversos SGBD’s (ADABAS, Oracle, DB2, etc);
- Possibilidade de programação modularizada.

Objetos, na linguagem Natural, seguem uma estrutura parecida com o antigo sistema operacional DOS. O nome do objeto pode ter até 8 caracteres e não é permitido objetos terem o mesmo nome ainda que sejam objetos distintos. Esses objetos são armazenados como bibliotecas (library).

A linguagem Natural tem como componentes:
- Compilador: execução interativa da aplicação;
- Kernel ou núcleo: responsável pela execução de comandos e gerência de outros componentes;
- Sistema de arquivos: arquivos do ADABAS com suporte ao Natural;
- Componentes de interface:
• ADABAS: controla os processos de atualização e acesso a dados além de executar os comandos;
• Sistema Operacional: executa os comandos I/O e outras comunicações com o sistema;
• Monitor de Transações: gerencia recursos necessários para as transações.

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Adabas, um velho companheiro

Postado em : 18-09-2009 | Por : Augusto Schultz | Em : Programação

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Software AGVou iniciar um curso de Adabas na próxima semana e resolvi estudar sobre o assunto para não chegar sem informação nenhuma para as aulas. Já que vou estudar o assunto porque não compartilhar com vocês o conhecimento?

Serão uma série de artigos curtos e bem objetivos. Para começar vou falar sobre o que é o Adabas e sua história.

O Adabas foi lançado na década de 70 pela Software AG, com sede em Darnstadt (Alemanha). Podemos considerar como o primeiro SGBD utilizado comercialmente na história. Inicialmente ele foi projetado para funcionar somente em mainframes da IBM mas atualmente é suportado em ambientes Linux, Unix e Windows. O Adabas ainda é considerado como um dos mais rápidos banco de dados OLTP com disponibilidade 24hs por dia e 7 dias por semana. Segundo a fabricante o SGBD pode atingir a marca de 300 mil transações por segundo. Desde sua criação o Adabas foi operado através da linguagem desenvolvida pela mesma Software Ag, a linguagem NATURAL. A fabricante também diz que o tamanho da armazenagem de dados é praticamente ilimitada.

O Adabas foi desenvolvido utilizando Listas Invertidas e é não-relacional. Comparando o Adabas com um banco de dados relacional podemos citar como diferenças:
- Não utiliza SQL;
- As tabelas são arquivos;
- As células são chamadas de records;
- As colunas são chamadas de campos;
- Opera com leitura suja (Dirty Read);

Sua utilização se dá em grandes empresas com enorme volumes de dados tais como bancos, empresas de telefonia, grandes mineradoras e siderúrgicas, etc.

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Reforma eleitoral no Brasil beneficia internet

Postado em : 17-09-2009 | Por : Augusto Schultz | Em : Geral

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Guilherme Ribenboim, presidente do IAB Brasil e diretor-geral do Yahoo na América LatinaA associação que representa as empresas de internet no país, a Interactive Advertising Bureau (IAB) Brasil comemora a liberação da propaganda eleitoral na internet. “É claramente uma melhoria em relação ao modelo que existia antes”, segundo o presidente do IAB Brasil e diretor-geral do Yahoo na América Latina, Guilherme Ribenboim (foto). Ele se refere à versão do PLC 141/09 da Câmara dos Deputados e à emenda proposta pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que liberava parcialmente o uso da web na campanha eleitoral.

Com a nova lei será permitida a veiculação de publicidade por portais e buscadores (ainda que restrita apenas à Presidência da República), a coleta de doações pela internet, a utilização de ferramentas online para comunicação entre Justiça Eleitoral e eleitor, a obrigação dos candidatos de detalharem gastos de campanha e a preservação da liberdade de expressão na rede,.

Foi um grande passo mas segundo Ribenboim ainda pode avançar mais. “A publicidade deveria ser também expandida para postulantes a outros cargos. Um segundo ponto que acho fundamental é melhorar a linguagem” usada para definir campanhas publicitárias de políticas na internet, outro quesito cuja tipificação foi feita usando como base mídias analógicas, como o jornal e a TV.”

Para que regule as eleições de 2010, o projeto precisa se tornar lei até o dia 3 de outubro.

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Students to Business – Capacitação Gratuita da Microsoft

Postado em : 17-09-2009 | Por : Augusto Schultz | Em : Carreira

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Aos estudantes que querem entrar no mercado de trabalho e não possuem conhecimento prático de ferramentas utilizadas por profissionais de TI posso indicar o programa da Microsoft Students to Business (S2B). É um treinamento gratuito oferecido pela Microsoft em parceria com várias faculdades de todo o Brasil. Além da capacitação técnica o programa também visa aproximar o estudante do mercado de trabalho.

Ao longo de 3 fases os estudantes adquirem formação técnica para tornarem-se profissionais de infra-estrutura ou desenvolvimento. Na primeira fase o curso traz informações sobre as carreiras de TI, na segunda, aulas teóricas e na terceira, aulas práticas, com o desenvolvimento de um projeto de formatura. No encerramento são entregues certificados, em um evento que inclui uma feira de empregos.

Podem participar do programa apenas alunos regularmente matriculados em cursos de ensino médio, técnico, graduação ou de pós-graduação.

Eu mesmo participei do programa e indico a quem busca um lugar ao sol no competitivo mercado de trabalho.

Para mais informações:
Site: www.programas2b.com.br
Fale conosco – contato@programas2b.com.br
Interessados em cursar o programa – aluno@programas2b.com.br
Interessados em patrocinar e ter acesso as bases de alunos – empresa@programas2b.com.br

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