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Abertas as inscrições gratuitas para o Students to Business 2010

Posted on : 09-03-2010 | By : Augusto Schultz | In : Carreira, Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para o S2B 2010 referente ao primeiro semestre. Normalmente é um programa a cada semestre. A novidade dessa edição é a inclusão do módulo de Web Expression. Segue a especificação do conteúdo do curso. Vale lembrar que a capacitação é totalmente gratuita.

As inscrições podem ser feitas no site: www.programas2b.com.br

Área de infra-estrutura:

1. Introdução à Transmissão de dados
1.1. Mudança de base numérica (Binário e Decimal)
2. Endereçamento IP
2.1 Classe de IP
2.2 Máscaras Sub-redes
3. Definições de Escopo de redes
3.1. Diferenças entre LAN, MAN e WAN.
4. Adaptadores de rede
4.1. Conceito físico
4.2. Interfaces
5. Cabeamento de rede comumente aplicado
6. Topologias de redes
7. Rede Ethernet
7.1. Velocidade de transferência
8. Equipamentos de redes
8.1. O que são e aplicações de Repetidores, concentradores, Pontes, Comutadores, Roteadores, Gateways
9. Tipos de protocolos de redes
10. Modelo de referência de interconexão dos sistemas abertos
10.1. Quais são e funções das camadas OSI
10.2. Pilhas de protocolos
11. Conceitos de tipos de transmissões de dados
11.1. Difusão
11.2. Difusão ponto a ponto
11.3. Difusão seletiva
12. Comando de roteadores (básicos)

Área Web Expression:

1. Tecnologias utilizadas na web
2. Introdução ao Silverlight
3. Link para donwload
4. Microsoft Expression
5. Expression Studio e instalação do Expression Studio trial (introdução a todos os produtos que ele contém)

Área de Desenvolvimento de Sistemas e Banco de Dados

1. Conhecimentos Básicos de Programação em Linguagem C#
1.1. Tipos de Variáveis, Atribuição, Operadores
1.2. Lógica Booleana
1.3. Estruturas de Controle de Fluxo (if, else, break, etc)
1.4. Laços de Repetição (for, while, do while, etc)
1.5. Manipulação de Vetores
1.6. Manipulação de Strings
Referência: http://msdn2.microsoft.com/en-us/library/618ayhy6(VS.80).aspx
2. Noções Básicas de Orientação a Objeto
2.1. Métodos e Classes
2.2. Herança e Polimorfismo
Referência: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032364855&Culture=pt-BR
3. SQL Básico
3.1. Select, Insert, Update, Delete
3.2. Junções
Referências: http://msdn2.microsoft.com/en-us/library/ms365303.aspx
http://www.w3schools.com/sql/default.asp
4. Html Básico
Referência: http://www.w3schools.com/html/default.asp

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Melhoria de Processos através do Programa Six Sigma na área de TI

Posted on : 09-03-2010 | By : Augusto Schultz | In : Gerência de Projetos

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Seis Sigma (six-sigma ou σ-sigma) é um programa de melhoria de processo baseado numa metodologia de solução de problemas de cinco fases: Definição, Medição, Análise, Melhoria e Controle. Essa metodologia é conhecida como DMAIC, do inglês, Define-Measure-Analyze-Improve-Control. O seis-sigma teve origem na melhoria de processos de manufatura, porém hoje pode ser utilizado para quaisquer processos, incluindo os processos de organizações de tecnologia da informação (TI).

O conceito de seis-sigma é estabelecer uma métrica universal para medir defeitos em um processo. Quanto mais alto o sigma é uma indicação de melhores produtos e baixos valores de sigma significam produtos ruins. Produtos produzidos com seis-sigma têm um nível de qualidade livre de defeitos, por definição. Na prática, é considerado seis-sigma processos que produzem apenas 3,4 defeitos por milhão de oportunidades. Por essa razão, o seis-sigma é reconhecido por indicar um padrão de excelência de produto e serviço.

Para algumas empresas, a entrega de um produto de qualidade pode custar 40% do preço de vendas. Uma impressora que você compra por R$800 pode custar R$320 em custos de retrabalho para garantir um nível de qualidade onde o produto não precise de assistência técnica durante a garantia. Para uma empresa com faturamento anual de R$100 milhões e uma margem de lucro operacional de R$10 milhões, tendo um custo de qualidade de 25% de seu faturamento operacional, significa R$25 milhões. Se essa empresa reduzir o custo de qualidade para 20%, significa que aumentará o lucro operacional em R$5 milhões, ou seja, 50% de seu lucro operacional. A tabela abaixo mostra os benefícios de se operar com altos valores de sigma.

Custo de Qualidade
Nível do sigma Defeitos por milhão de oportunidades Custo de Qualidade
2 308.537 (empresa não competitiva) Não se aplica
3 66.807 25 – 40% das vendas
4 6.210 (média da indústria) 15 – 25% das vendas
5 233 5 – 15% das vendas
6 3,4 (padrão mundial) < 1% das vendas
Cada nível de sigma representa uma melhoria de 10% no lucro líquido

As organizações de TI podem utilizar o programa seis-sigma para melhorar seus processos internos e de seus clientes. A área de atendimento a clientes de TI (help-desk) é possível identificar várias oportunidades de melhoria para aumentar o nível de satisfação dos clientes, por exemplo.

A metodologia DMAIC conduz as equipes a pensar logicamente na identificação de soluções que resolvam as causas dos problemas e estabelecendo práticas que garantam que as soluções sejam implementadas.

Existem duas opções de implementação do DMAIC: através de uma abordagem de projeto e outra, com a abordagem conhecida como Kaizen.

A abordagem de projeto, os Black Belts (especialistas certificados na metodologia) trabalham no projeto em tempo integral, com total envolvimento em todas as fases do projeto. Tipicamente, um projeto tem a duração entre 1 a 4 meses dependendo do escopo do projeto.

Já a abordagem Kaizen é utilizada para projetos rápidos de 1 semana ou menos, utilizando as todas as fases do DMAIC para estancar um problema crítico, e de planejando a implementação de forma mais ampla.

A seguir uma breve descrição de cada fase do DMAIC:

  • Definir (Define) – fase que estabelece o objetivo do projeto e seus indicadores de desempenho e financeiros;
  • Medir (Measure) – fase para entender a situação atual do processo e coletar dados confiáveis sobre desempenho, qualidade e custos para ser utilizado no entendimento da causa do problema.
  • Analisar (Analyze) – fase para identificar e verificar as causas que afetam as variáveis associadas de entrada e saída do objetivo do projeto (“Identificar os “Xs”);
  • Melhorias (Improve) – fase que seleciona a solução do problema baseado nos pilotos e executa a implantação em escala.
  • Controlar (Control) – fase que acompanha os resultados das implementações realizadas e estabelece procedimentos para garantir a manutenção dos resultados positivos alcançados.

Um fator crítico de sucesso de programas seis-sigma é o treinamento do pessoal. As equipes devem ser treinadas nas técnicas de melhoria de processos. Membros chaves devem ser treinados em aspectos de liderança. Tradicionalmente, existem três estágios de especialização: o Green belt que participa de um breve treinamento que são introduzidas as técnicas utilizadas na metodologia; o Black belt é um profissional que se aprofunda no treinamento das técnicas e possui habilidade gerencial, tomando a responsabilidade de liderar projetos; e, o Master black belt, que são profissionais que se tornam especialistas na metodologia com fortes habilidades gerenciais, tendo a responsabilidade de gerenciar iniciativas completas e participando dos planos estratégicos da empresa.

As iniciativas de seis-sigma devem estar associadas com a estrutura organizacional das empresas, considerando descrição de função, reconhecimento, reflexo das iniciativas nos budget departamentais e modificando políticas e procedimentos organizacionais.

Para assegurar o sucesso de um programa de seis-sigma nas organizações, o nível gerencial mais alto deve estar comprometido. Procure fazer as coisas da forma mais simples possível para que a implementação seja fácil e compreendida por todos e mostre que a implementação do seis-sigma é responsabilidade de cada um na organização.

Fonte: Eduardo Mayer Fagundes

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O que é Six Sigma?

Posted on : 08-03-2010 | By : Augusto Schultz | In : Gerência de Projetos

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Dia 30 de março 2010 haverá um seminário sobre Six Sigma aqui em Vitória oferecido pela Sucesu-ES. Como vou participar do evento achei por bem estudar um pouco sobre o assunto para aproveitar melhor o conteúdo oferecido. Como é de praxe venho compartilhar algumas coisas que encontrei.

Six Sigma é definida como uma metodologia, com o principal objetivo de implementar um vigoroso processo sistemático para eliminar as deficiências e ineficácia. Ela foi originalmente desenvolvida pela Motorola, no início dos anos 1980’s e por causa de sua proficiência tornou-se extremamente popular em muitos ambientes corporativos e de pequenos negócios em todo o mundo.

Six Sigma tem como principal finalidade ou objetivo é o de atingir um elevado nível de desempenho, confiabilidade e valor para o cliente. É considerada e utilizada em todo o mundo como um dos principais temas de TQM (Total Quality Management).

Six Sigma foi desenvolvido por Bill Smith a Motorola, no início dos anos 1980’s. Foi originalmente concebido para uma forma de medir defeitos e melhorar a qualidade global. Um dos grandes posição do Six Sigma é que, usando a metodologia, pode-defeitos inferior a um nível de 3,4 DPMO (defeitos por milhão de oportunidades). 3,4 DPMO também pode ser escrito como mais ou menos six sigma quando a central spans sigma 12 posições. (Six Sigma vem de um termo técnico utilizado nas estatísticas)

Embora originalmente desenvolvidos para o controle da qualidade, Six Sigma é usado de várias maneiras diferentes, tais como a melhoria da comunicação com os clientes, empregados e acionistas e melhorar o processo total de interação, de comunicação e de concepção dos produtos.

Note-se que o termo “Seis Sigma” é uma marca registrada, propriedade da Motorola. De acordo com a Motorola, esta metodologia tem poupado a empresa com mais de 17 mil milhões de dólares desde o seu início de 2006.

A metodologia Six Sigma
O Six Sigma inclui duas principais metodologias; DMAIC e DMADV. DMAIC é utilizado para um processo já existente. DMADV é utilizado para a criação de um novo produto ou processo. Usando DMADV para novos projetos normalmente pode resultar em um processo mais previsível e, por fim, produto de maior qualidade.

Fonte: www.leansixsigma.com.br

Sobre o seminário

Objetivo: Six Sigma é definido como uma estratégia gerencial para promover mudanças nas organizações, fazendo com que se chegue a melhorias nos processos, produtos e serviços para a satisfação dos clientes. Diferente de outras formas de gerenciamento de processos produtivos ou administrativos o Six Sigma tem como prioridade a obtenção de resultados de forma planejada e clara, tanto de qualidade como principalmente financeiros. Voltado para a comunidade de profissionais de projetos e qualidade o Seminário Six Sigma, tem como objetivo compartilhar inovação, relacionamento trazendo valor agregado para a comunidade através de palestras, cases de sucesso e técnicas inovadoras de gestão de projetos e processos.

Público Alvo: Gerentes de Projeto, membros de equipe, líderes de projeto, administradores, engenheiros de projetos, gerentes de programas, gerentes operacionais, gerentes funcionais, profissionais de Tecnologia de Informação, gerentes de P&D, membros de equipe no campo e outros envolvidos diretamente ou indiretamente com projetos.

Mais informações: Sucesu – ES

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Visual Studio Team System: conhecendo uma solução completa para desenvolvimento de softwares em ambientes colaborativos

Posted on : 08-03-2010 | By : Augusto Schultz | In : Gerência de Projetos, Programação, Tecnologia

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Joel  Spolsky é um dos maiores nomes na área de desenvolvimento de software. Simplesmente uma referência, seja pela sua experiência profissional na Microsoft ou pela sua extensa contribuição à comunidade técnica. Em 09 de agosto de 2000 ele escreveu um teste chamado The Joel Test: 12 Steps to Better Code (O teste do Joel: 12 passos para ter um código melhor). O propósito dele era estabelecer uma lista de perguntas simples e rápidas para medir o quão bom um time de desenvolvimento de software é. Confira:

  1. Você usa controle de versão?
  2. Você pode gerar uma build em um único passo?
  3. Você faz builds diárias?
  4. Você tem um banco de dados com os bugs registrados?
  5. Você corrige os bugs antes de escrever código novo?
  6. Você tem uma agenda atualizada?
  7. Você tem uma especificação?
  8. Os programadores possuem boas condições de trabalho?
  9. Você usa as melhores ferramentas que o dinheiro pode comprar?
  10. Você tem testadores?
  11. Os novos candidatos escrevem código durante as entrevistas?
  12. Você faz testes de usabilidade?

Enquanto o Software Engineering Institute da Universidade Carnegie Mellon tentou chegar à mesma resposta através de inúmeras teorias, o Joel foi preciso o suficiente nas suas perguntas para que as resposta fossem “sim” ou “não”. São 12 questões e cada “sim” corresponde um ponto a mais. Depois de responder todas perguntas do teste você poderá obter algumas conclusões com base no total de pontos atingido:

  • 12 ou 11 pontos: situação perfeita, o time é bom;
  • 10 pontos ou menos: problemas sérios, o time pode e deve melhorar.

É fácil perceber que o autor é exigente: ou o time é bom ou não. Não existe meio termo. Isto parece preciosismo demais, mas não é o foco do post, portanto não será discutido aqui. Outro fato importante é que, segundo o autor, grande parte das empresas existentes atingem no máximo 2 ou 3 pontos no teste, enquanto que empresas como a Microsoft chegam nos 12 pontos durante todo o processo de desenvolvimento.

E como o Visual Studio Team System ajuda a responder estas questões?

O Visual Studio Team System (VSTS) é uma ferramenta completa para o gerenciamento do ciclo de vida das aplicações, ou no termo original em inglês, Application Lifecycle Management (ALM). Isso significa que um projeto de software pode ser concebido do início ao fim utilizando o VSTS. Em outras palavras, a análise, desenvolvimento, gerenciamento, testes, etc, tudo isso está integrado de alguma forma com o VSTS. Agora que você já conhece alguns conceitos básicos, vamos responder as questões propostas pelo Joel.

Primeira questão: você usa controle de versão?

O controle de versão é um dos pré-requisitos mais básicos para o sucesso de um projeto. Sem ele os envolvidos não conseguem ver de forma rápida e eficiente quem fez alterações no código e também correm o risco de não conseguirem voltar para uma versão mais antiga do produto, além de diversos outros problemas. Para esta primeira questão a resposta com o VSTS é simples: use o Team Foundation Version Control (TFVC).

O TFVC é um poderoso controle de versão construído totalmente do zero, portanto não tem relacionamento algum com o Source Safe. Ele roda sobre o SQL Server e é integrado com as políticas de segurança do Windows, além de possuir todo o conjunto de requisitos básicos para um controle de versão: check-out, check-in, branches, labels, merges, histórico, changesets, etc.

Um ponto. Faltam só 11. :)

Segunda questão: você pode gerar uma build em um único passo?

Nesta questão o Joel não está se referindo à build do projeto através da ferramenta de desenvolvimento, aquela que usamos diversas vezes durante o dia para compilar e testar o código escrito. O que ele quer saber é se você consegue disponibilizar uma nova versão do software para o cliente em apenas um passo. Com o VSTS isso é possível e muito simples e rápido utilizando um Team Build Type.

O Team Build Type é o recurso do VSTS que permite definir novos processos de builds. Para responder a segunda pergunta do teste, deve-se criar um novo Team Build Type de acordo com o contexto atual (projeto em questão, forma de distribuição do software e outras políticas específicas). Desta forma, sempre que for preciso gerar uma build em um único passo você conseguirá iniciar todo o processo rapidamente e o servidor do VSTS junto com o MSBuild farão todo o resto do trabalho.

+1 ponto. Já temos 2.

Terceira questão: você faz builds diárias?

A geração diária de builds faz parte de um processo conhecido como Integração Contínua. Integrar continuamente significa garantir que todo o código hospedado no controle de versão estará funcionando quando for requisitado. Essa necessidade surgiu a partir do momento que diversos desenvolvedores começaram a trabalhar paralelamente no mesmo projeto. O VSTS responde a questão do Joel através das opções da build disponíveis no Team Build Type.

É possível definir que uma build será executada a cada check-in, semanalmente, a cada intervalo de tempo ou ainda diariamente. Toda esta configuração é visual no VSTS e pode ser feita rapidamente nas opções da build. Além do mais, não existe problema  ao agendar duas ou mais builds para um mesmo horário, pois o servidor do VSTS consegue gerenciar todas as requisições.

+ 1 ponto, já são 3!

Quarta questão: você tem um banco de dados com os bugs registrados?

A única certeza que temos sobre bugs no desenvolvimento de um software é que eles irão existir. Cabe a nós gerenciá-los de maneira eficiente e corrigi-los o quanto antes. Para resolver este problema, o VSTS possui um recurso chamado Work Item, ou em português, Item de Trabalho. Cada item de trabalho possui um tipo, sendo que um dos tipos disponíveis é o Bug. Portanto para registrar e gerenciar bugs, você pode e deve usar os itens de trabalho.

+ 1 ponto, somamos 4 no total.

Quinta questão: você corrige os bugs antes de escrever código novo?

A maneira mais fácil para que um programador corrija os bugs é fazer com que ele saiba que eles existem. Outro ponto fundamental é fornecer as informações necessárias para a reprodução do erro. Seguindo estes dois pré-requisitos, com certeza os bugs registrados serão corrigidos antes de escrever código novo. Da mesma forma que a questão anterior, neste caso o VSTS possui o Work Item do tipo Bug para gerenciar os erros do software.

+ 1 ponto, temos 5.

Sexta questão: você tem uma agenda atualizada?

Só desenvolver um software não basta, também é preciso entregá-lo e o mais importante: na hora certa. Uma agenda atualizada, segundo o Joel, ajuda você a decidir quais funcionalidades estarão disponíveis ou não na versão final. Em outras palavras, a agenda atualizada fornece informações sobre o vencimento de prazos, portanto você pode decidir por incluir na versão final do software somente os itens mais importantes e indispensáveis, postergando os outros para versões futuras.

O VSTS mais uma vez resolve este problema. Ele trabalha completamente integrado com o Microsoft Project, de tal forma que o desenvolvedor alimenta uma base de dados que também é utilizada pelo Project. Isso significa que o gerente de projetos terá toda a informação necessária disponível e atualizada a qualquer hora do dia, pois a integração é em tempo real e sem burocracias.

+ 1 ponto, estamos na metade, 6.

Sétima questão: você tem uma especificação?

Todo mundo acredita que escrever especificações é algo excelente, entretanto grande parte das pessoas não faz isso. Por quê? O fato é que muitas ferramentas para especificação de software são incompletas e não são integradas com o ambiente do desenvolvedor. O VSTS resolve justamente estes dois problemas: suporta a especificação de softwares e, quando necessário, também integra com ferramentas de terceiros.

Nas versões 2005 e 2008 do VSTS já estão disponíveis diversos recursos para especificação de software. Um deles é o diagrama de classes, que inclusive pode ser gerado automaticamente a partir do código fonte. O segundo é o Item de Trabalho, que pode armazenar texto e imagens sobre uma determinada tarefa. Além disso, a versão 2010 do VSTS terá suporte para os principais diagramas da UML e mais alguns específicos da ferramenta.

+ 1 ponto, temos 7.

Oitava questão: os programadores possuem boas condições de trabalho?

O Joel nesta questão se refere ao espaço físico do ambiente de trabalho. Segundo ele, há um ganho de produtividade muito grande quando as pessoas são posicionadas em lugares adequados, ou seja, com chances menores de interrupção, privacidade, etc. O VSTS não pode interferir nisto diretamente, porém ele traz outros fatores que melhoram as condições de trabalho de todos os envolvidos.

A ferramenta para desenvolvimento de software é integrada com a ajuda online da MSDN. Com alguns cliques o programador consegue as informações que precisa sem interromper outra pessoa. Outro aspecto importante é o foco no negócio e nos resultados, pois quem está envolvido no projeto sabe que existe uma excelente ferramenta dando suporte a todo o ciclo de vida da aplicação.

+ 1 ponto, e agora são 8.

Nona questão: você usa as melhores ferramentas que o dinheiro pode comprar?

É praticamente impossível desenvolver um sistema moderno sem o auxílio de uma ferramenta poderosa e com recursos avançados. Gerenciamento efetivo, comunicação fácil, agilidade no desenvolvimento e testes automatizados são só alguns exemplos do que é indispensável para ganhar tempo. Neste caso, o VSTS mais uma vez oferece uma solução completa e flexível de acordo com as necessidades do cliente.

O Visual Studio Team Suite, por exemplo, é o componente do VSTS usado por desenvolvedores, arquitetos e testadores. Todas as ferramentas que ele comporta são integradas entre si e simples de usar. No aspecto gerencial, o VSTS possui um grande número de relatórios, além de possibilitar o acesso de diversas informações pela web utilizando o Visual Studio Team System Web Access.

+ 1 ponto, 9 no total.

Décima questão: você tem testadores?

Segundo o Joel, ignorar a fase de testes é perder dinheiro. Pare e pense: se um programador recebe $ 100 por hora e um testador $ 30, com qual deles o custo é menor para executar os testes? Não ter testadores é uma falsa economia, pena que muitas vezes as pessoas não percebem isso ou acham que é tempo desperdiçado. Com o VSTS e os recursos de testes disponíveis é diferente, pois há mais agilidade no processo e consequentemente o custo é menor ainda.

O testador tem à disposição uma série de maneiras para realizar os testes usando o VSTS. Uma delas é o Web Test, que permite gravar e executar por indeterminadas vezes o acesso a um site, é o que conhecemos como simulação de acesso. Outra maneira é com o Load Test que simula diversos usuários acessando o servidor simultaneamente, também conhecido como Teste de Carga. Tudo isso e muito mais está disponível no Visual Studio Team Suite.

+ 1 ponto, 10! Faltam só 2.

Décima primeira questão: os novos candidatos escrevem código durante as entrevistas?

Você contrataria um mágico sem pedir a ele que demonstrasse algum truque? É isso que o Joel quer saber com esta questão. Segundo ele, um número cada vez maior de programadores é contratado com base em entrevistas simples, que dependem somente de uma boa conversa. O pior de tudo é que frequentemente os entrevistadores fazem questionamentos já conhecidos, como aquelas perguntas básicas “por que você escolheu a empresa xyz?” ou “o que te motiva a trabalhar na área de zyx?”.

O VSTS pode ajudar também no processo da entrevista. Se for um candidato a programador, ele pode ser posto à frente do Visual Studio Development Edition e a partir daí deverá resolver uma série de problemas. Se for um aspirante a testador, a versão Visual Studio Test Edition será muito útil para conhecer o perfil investigativo do profissional. O mesmo acontece para arquitetos, DBAs, gerentes, analistas, etc. Todos eles têm um papel bem definido durante o ciclo de vida de uma aplicação e o VSTS possui ferramentas focadas para cada um deles.

+ 1 ponto. 11! Falta só 1.

Décima segunda questão: você faz testes de usabilidade?

Jacob Nielsen, uma das maiores referências sobre usabilidade na web, fala e escreve muito sobre um conceito chamado hallway usability testing. Em português a tradução é algo parecida com teste de usabilidade feito por pessoas aleatórias. Segundo ele, cinco pessoas é o número suficiente de testadores aleatórios para garantir que a usabilidade do site esteja em perfeitas condições. E o VSTS pode ajudar você a garantir um ótimo nível de usabilidade em suas aplicações.

Para projetos web hoje é indispensável uma interface rica para o usuário. O VSTS oferece recursos como Silverlight, componentes AJAX e bibliotecas Java Script integradas na ferramenta de desenvolvimento. Além disso, possui suporte para edição de código HTML e um editor robusto e flexível para CSS. Todas estas tecnologias unidas proporcionam ao usuário final uma experiência fantástica, pois dão uma base sólida para a criação de um site que utiliza os melhores conceitos de usabilidade.

+1 ponto, chegamos no nível máximo: 12!

Conclusão

O VSTS é uma solução completa para qualificar qualquer time de desenvolvimento de software. Os recursos que ele oferece para desenvolvedores, testadores, gerentes, etc, são excelentes para a criação de qualquer projeto. E o mais importante: tudo em um único conjunto de ferramentas trabalhando de maneira integrada e inteligente para facilitar as tarefas do dia-a-dia.

Fonte: Marcos Dell Antonio

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Gerador de classes de acesso ao SQL Server em .NET

Posted on : 05-03-2010 | By : Augusto Schultz | In : Programação

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Uma das grandes jogadas na programação é otimização de tempo, geração de códigos limpos e sem erros. Como quem programa é uma pessoa sujeita a erros, cansaço, falta de atenção, etc o código sempre está sujeito a problemas. Uma das formas de evitar esses problemas é a utilização de geradores de código. Na empresa onde trabalho tem um programador (Romulo Reis) que desenvolveu uma ferramenta muito boa para geração de códigos chamada DAL Creator. Segue abaixo a descrição de suas funcionalidades:

É um programa que cria automaticamente as classes de acesso à dados no modelo “Data Access Layer” (Aplicação em camadas ). Todo o código com CRUD é criado em segundos, bastando o usuário setar as configurações de conexão e as tabelas a serem mapeadas.

Porque utilizar uma aplicação distribuída em camadas?
Principais beneficios: A camada de aprensentação contém apenas o código de UI, ela não acessa o banco de dados diretamente. Migração facilitada de um BD para outro.Reaproveitando de código: o código de acesso a dados (e BLL), por exemplo, não é replicado caso tenhamos vários tipos de aplicativos cliente ou caso tenhamos múltiplas interfaces fazendo uso dos mesmos objetos;
Manutenção facilitada: como os aplicativos estão em camadas, se houver um erro ou for necessário fazer uma manutenção / correção, normalmente apenas uma camada é afetada, o que também facilita o deploy; E finalmente, estaremos usando o melhor da POO.
Principais caracteristicas do DAL Creator .net

  • Diminui drasticamente o tempo de desenvolvimento.
  • Código mais enxuto e com mínimas possibilidades de erros.
  • Acesso à dados totalmente via Stored Procedures.
  • O código gerado simples e intuitivo, facilmente customizável.
  • Query Builder integrado para criação de consultas avulsas.
  • Programação totalmente orientada à objetos (POO).
  • Compatível com os frameworks 1.1, 2.0, 3.5
  • Gera classes em Visual C# e Visual Basic .NET
  • Suporte à MS SQL Server 2005/2005 Express
  • Totalmente FREE.

O site da aplicação é: Dal Creator

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Lista dos PMI’s pelo Brasil

Posted on : 03-03-2010 | By : Augusto Schultz | In : Gerência de Projetos

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Segue a lista com as informações de todos os PMI’s pelo Brasil.

PMI Bahia
Mrs. Edna Campos, MSc, PMP
Avenida Antônio Carlos Magalhães, 2487
Edf. Fernandez Plaza- sala 412. Brotas
Salvador – Bahia CEP.: 40.260-700
Phone: 55-71-3481-1747
E-Mail: presidencia@pmiba.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Chapter Web Site

PMI Brasilia – Distrito Federal
Mr. Rodrigo F. Loureiro, PMP
SEPS 705/905, Bloco “C” Sala 237
70390-055 Brasilia – DF
Phone: 55 61 3242 4804
E-Mail: presidencia@pmidf.org Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Chapter Web Site

PMI Espírito Santo
Mr. Emilio Augusto Barbosa, PMP
Espirito Santo Brazil Chapter
Rua Luiz Fernandes Reis, 417 Apt 404
Praia Da Costa
29101-120 Vila Velha – ES
E-Mail: pmies@pmies.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Chapter Web Site

PMI Fortaleza, Ceara
Mr. Cassio G Soares, M.D., PMP
R Oito De Setembro 1214 Ap 1302-varjota
60175-210 Fortaleza - CE
Fax: 55 85 88444049
Phone: 55 85 3216-7864
E-Mail: cassio@pmice.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Chapter Web Site

PMI Goiania-Goias
Mrs. Sulema de Oliveira B Gobato, PMP
Av. Perimetral Norte No. 4.129
74445-190 Goiania – GO
Phone: 55-62-231-6562
E-Mail: sulemagobato@yahoo.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Chapter Web Site

PMI Joinville, Santa Catarina
Mr. Nikolai Dimitri Albuquerque, PMP
Rua Max Colin 1214 Apto 802
89204-040 Joinville – SC
E-Mail: nikolai.albuquerque@innovit.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Chapter Web Site

PMI Manaus
Mr. Mario Ferreira Filho, PMP
Av Djalma Batista, 712 – 2o. Andar SL 05 – Chapada
69050-901 Manaus – MA
E-Mail: mario.filho@pmiam.org Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Chapter Web Site

PMI Minas Gerais
Mr. Marcio Tibo, PMP
R Tomé de Souza, 67 – 3° andar
30140 130 Belo Horizonte – MG
Phone: 55-31-3280 3302
Fax: 55-31-3280 3302
E-Mail: presidencia@pmimg.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Chapter E-mail: pmimg@pmimg.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Chapter Web Site

PMI Parana
Mr. Jose B. Souza
Po Box 4130
82501-970 Curitiba - PR
Phone : 55-41-3016 2101
Fax : 55-41-3016 2102
E-Mail: souza@pm21.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Chapter Web Site

PMI Recife Pernambuco
Mr. Paulo Camargo, PMP
Rua do Apolo, 181 – Recife Antigo,
50030-220 Recife - PE
Phone: 55-81-3419 8140
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PMI Rio Grande Do Sul
Mrs. Kelly Chrisitiane Guimarães de Oliveira
Avenida Ipiranga 6681 – Tecnopuc
90619-900 Porto Alegre - RS
Phone: 55-51-3319-1757
Fax: 55-51-3319-1757
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PMI Rio De Janeiro
Mr. Walther Krause
Av. Franklin Roosevelt, 194 – Gr.304
20021-120 Rio de Janeiro - RJ
Phone: 55-21-2262-8985 / 2262-8579
E-Mail: presidente@pmirio.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
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PMI Sao Paulo
Mr. Paulo Affonso Ferreira, PMP
Alameda dos Maracatins, 992-cj. 104-B
04089-001 Sao Paulo – SP
Phone: 55-11-5041-4144
Fax: 5511-5531-1920
E-Mail: presidencia@pmisp.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
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Fonte: PMI Brasil

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Qual impacto dos novos padrões PMI nas Certificações PMP?

Posted on : 03-03-2010 | By : Augusto Schultz | In : Gerência de Projetos

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Esclarecemos algumas dúvidas de interessados sobre os padrões e as certificações.

Exemplo:

  • Como as atualizações no PMBOK® - Quarta Edição irão afetar o exame PMP?
  • Quando o PMI pretende atualizar os exames de certificação?
  • Qual edição dos padrões eu devo seguir quando estiver estudando para o exame de certificação?

Como as atualizações no PMBOK® - Quarta Edição irão afetar o exame PMP?

Quando uma atualização em um padrão, como o PMBOK® - Quarta Edição, é lançada, os exames de certificação são atualizados* para refletir as mudanças na referência profissional (favor verificar o calendário de atualizações abaixo).

O foco do PMBOK® - Quarta Edição é a melhoria da consistência e clareza das informações. Foi dada grande contribuição pelo time de projeto para remover informações redundantes e adicionar notas de esclarecimento onde necessário. A terminologia foi atualizada para mantê-la consistente em um formato direto verbo/substantivo.

Foi estimado que apenas uma pequena porcentagem das questões do exame irá requerer atualizações de forma a endereçar mudanças nos padrões. É claro que novas questões sempre estão sendo produzidas, testadas e então usadas para substituir antigas questões, conforme um cronograma periódico.
* Por favor, lembre-se que os padrões são apenas uma das referências de todo o corpo de conhecimento em gerenciamento de projetos, portanto não representa uma mudança repentina no exame.

  • Quando o PMI pretende atualizar os exames de certificação?
    Quando uma atualização em um padrão, como o PMBOK® - Quarta Edição, é lançada, os exames de certificação também são atualizados*.

    Veja o calendário de atualizações abaixo:

    PMP®: 30 de junho de 2009
    CAPM®: 31 de julho de 2009
    PMI-SPSM: 31 de agosto de 2009
    PMI-RMPSM: 31 de agosto de 2009
    PgMP®: 31 de agosto de 2009

    * Por favor, lembre-se que os padrões são apenas uma das referências de todo o corpo de conhecimento em gerenciamento de projetos, portanto não representa uma mudança repentina no exame.

  • Quando eu estiver estudando para o exame de certificação, qual edição dos padrões eu deveria seguir?
    Quando uma atualização em um padrão, como o PMBOK® - Quarta Edição, é lançada, os exames de certificação também são atualizados. Por favor, utilize as datas como uma referência geral:

    Exame Data planejada para agendamento do exame Estudo recomendado*
    PMP® Anterior a 30 de junho de 2009 PMBOK® - Terceira Edição
    PMP® Posterior a 30 de junho de 2009 PMBOK® - Quarta Edição
    CAPM® Anterior a 31 de julho de 2009 PMBOK® - Terceira Edição
    CAPM® Posterior a 31 de julho de 2009 PMBOK® - Quarta Edição
    PMI-SPSM Anterior a 31 de agosto de 2009 PMBOK® - Terceira Edição
    PMI-SPSM Posterior a 31 de agosto de 2009 PMBOK® - Quarta Edição
    PMI-RMPSM Anterior a 31 de agosto de 2009 PMBOK® - Terceira Edição
    PMI-RMPSM Posterior a 31 de agosto de 2009 PMBOK® - Quarta Edição
    PgMP® Anterior a 31 de agosto de 2009 The Standard for Program
    Management - Primeira Edição;
    PMBOK® - Terceira Edição
    PgMP® Posterior a 31 de agosto de 2009 The Standard for Program
    Management - Segunda Edição;
    PMBOK® - Quarta Edição

    *Por favor, lembre-se que os padrões são apenas uma das referências de todo o corpo de conhecimento em gerenciamento de projetos, portanto não representa uma mudança repentina no exame.

  • Eu enviei um requerimento para obter a credencial. Com as novas edições dos padrões que serão liberadas em dezembro, haverá algum impacto no exame atual? Eu deveria estudar a edição atual ou a nova edição?
    Não, não haverá nenhum impacto imediato no exame atual. As atualizações dos exames estão agendadas como segue: PMP – 30 de junho de 2009; CAPM – 31 de julho de 2009; PgMP – 31 de agosto de 2009; PMI-SP – 31 de agosto de 2009; PMI-RMP – 31 de agosto de 2009. Para determinar qual edição você deveria estudar, por favor utilize o seguinte cronograma:

    Exame Data planejada para agendamento do exame Estudo recomendado*
    PMP® Anterior a 30 de junho de 2009 PMBOK® - Terceira Edição
    PMP® Posterior a 30 de junho de 2009 PMBOK® - Quarta Edição
    CAPM® Anterior a 31 de julho de 2009 PMBOK® - Terceira Edição
    CAPM® Posterior a 31 de julho de 2009 PMBOK® - Quarta Edição
    PMI-SPSM Anterior a 31 de agosto de 2009 PMBOK® - Terceira Edição
    PMI-SPSM Posterior a 31 de agosto de 2009 PMBOK® - Quarta Edição
    PMI-RMPSM Anterior a 31 de agosto de 2009 PMBOK® - Terceira Edição
    PMI-RMPSM Posterior a 31 de agosto de 2009 PMBOK® - Quarta Edição
    PgMP® Anterior a 31 de agosto de 2009 The Standard for Program
    Management - Primeira Edição;
    PMBOK® - Terceira Edição
    PgMP® Posterior a 31 de agosto de 2009 The Standard for Program
    Management - Segunda Edição;
    PMBOK® - Quarta Edição
  • Fonte: PMI Brasil

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    Fases de um projeto segundo o PMBOK

    Posted on : 03-03-2010 | By : Augusto Schultz | In : Gerência de Projetos

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    • Fase de Iniciação (Definição): é a fase inicial do projeto, quando uma determinada necessidade é identificada e transformada em um problema estruturado a ser resolvido por ele. Nessa fase a missão e o objetivo do projeto são definidos;
    • Fase de Planejamento: é a fase responsável por identificar e selecionar as melhores estratégias do projeto detalhando tudo aquilo que será realizado, incluindo cronogramas, alocação de recursos envolvidos, custos, etc., para que, no final dessa fase, ele esteja suficientemente detalhado para ser executado. Nessa fase os planos auxiliares de comunicação, qualidade, riscos, suprimentos e recursos humanos também são desenvolvidos;
    • Fase de Execução: é a fase que materializa tudo aquilo que foi planejado anteriormente. Qualquer erro cometido nas fases anteriores fica evidente durante essa fase. Grande parte do orçamento e do esforço é consumida nessa fase;
    • Fase de Monitoramento e Controle: ocorre paralelamente ao planejamento e à execução do projeto. Tem como objetivo acompanhar e controlar aquilo que está sendo realizado pelo projeto, de modo a propor ações corretivas e preventivas no menor espaço de tempo possível após a detecção da anomalia;
    • Fase de Finalização (Encerramento): é a fase quando a execução dos trabalhos é avaliada através de uma auditoria interna ou externa (terceiros), os livros e documentos do projeto são encerrados e todas as falhas ocorridas durante são discutidas e analisadas para que erros similares não ocorram em novos projetos (aprendizados).
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    Ferramentas para Gerência de Projetos

    Posted on : 03-03-2010 | By : Augusto Schultz | In : Gerência de Projetos

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    Existem diversas tecnologias disponíveis on e offline para gestão de projetos, a grande maioria esta disponível gratuitamente. São elas:

    Para uso offline

    Microsoft Project

    http://office.microsoft.com/pt-br/project/FX100487771046.aspx

    É a versão comercializada pela Microsoft e é o padrão do mercado. O Microsoft project proporciona todas as ferramentas para gestão de projetos de acordo com as especificações do PMI, e conta com a possibilidade de compartilhamento utilizando o Microsoft project server.

    Serena Open Project

    http://openproj.org/openproj

    O Serena Open Project é muito semelhante ao Microsoft Project, em praticamente todas as suas funcionalidades, e inclusive lê arquivos do Microsoft Project. Alem disto é completamente gratuito e possui versões para Windows, Linux e Mac OS 10.

    Para uso online

    Serena Projects on demand

    http://openproj.org/pod

    É uma versão online compatível com o Serena Open Project, esta versão online permite múltiplos usuários. Para utilizar a versão online o usuário paga uma taxa mensal.

    dotProject

    http://www.dotproject.net

    O dotProject é uma solução online totalmente gratuita, é necessário um servidor com suporte a PHP e MySQL para sua instalação. Ele apresenta uma interface um pouco mais complexa que a dos demais gerenciadores e é totalmente focado no uso colaborativo, contendo inclusive um forum de discusão, lista de links e arquivos dentro do ambiente de gestão de projetos.

    Tecnologias auxiliares

    Mindmeister

    http://www.mindmeister.com

    O Mindmeister é uma ferramenta online para criação de mapas mentais, muito útil na organização de idéias para o planejamento do projeto.

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    História da Gerência de Projetos

    Posted on : 03-03-2010 | By : Augusto Schultz | In : Gerência de Projetos

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    Henry Gantt Como uma disciplina, a gerência de projeto foi desenvolvida de diversos campos de aplicação diferentes, incluindo a construção, a engenharia mecânica, projetos militares, etc. Nos Estados Unidos, o ‘pai’ da gerência de projeto é Henry Gantt, chamado o pai de técnicas do planejamento e do controle, que é conhecido pelo uso do gráfico de ‘barra’ como uma ferramenta de gerência do projeto, para ser um associado as teorias de Frederick Winslow Taylor da administração científica, e para seu estudo do trabalho e da gerência do edifício do navio da marinha. Seu trabalho é o precursor a muitas ferramentas de gerência modernas do projeto, tais como a WBS (work breakdown structure) ou EAP (estrutura analítica do projeto) de recurso que avalia o trabalho.

    Os anos 50 marcam o começo da era moderna da gerência de projeto. Outra vez, nos Estados Unidos, antes dos anos 50, os projetos foram controlados basicamente se utilizando os gráficos de Gantt, técnicas informais e ferramentas. Nesse tempo, dois modelos programando do projeto matemático foram desenvolvidos:

    1)de ‘Program Evaluation and Review Technique’ ou o PERT, desenvolvido como a parte programa do míssil do submarino Polaris da marinha dos Estados Unidos’ (conjuntamente com o Lockheed Corporation); e o

    2)’Critical Path Method’ (CPM) desenvolvido em conjunto por DuPont Corporation e Remington Rand Corporation para projetos da manutenção de planta.

    Estas técnicas matemáticas espalharam-se rapidamente em muitas empresas. Em 1969, o Project Management Institute (PMI) foi dando forma para servir ao interesse da indústria da gerência de projeto.

    A premissa de PMI é que as ferramentas e as técnicas da gerência de projeto são terra comum mesmo entre a aplicação difundida dos projetos da indústria do software à indústria de construção. Em 1981, os diretores do PMI autorizaram o desenvolvimento de o que se transformou em um guia de projetos o ‘Project Management Body of Knowledge’, contendo os padrões e as linhas mestras das práticas que são usados extensamente durante toda a profissão.

    Fonte: Professor José Carlos Caribé (caribe@entropia.blog.br)

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