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Ontem, finalmente adquiri o meu tão esperado smartphone. Resolvi escolher o Motorola Milestone devido ao grande número de elogios recebidos pelo aparelho pela internet a fora. Confesso que estou surpreendido e por enquanto o menino está superando as espectativas. O único adendo é em relação à bateria que não aguenta um “hard work” por um dia inteiro. Acredito que isso é normal levendo-se em conta a quantidade de funcionalidades que utilizamos ao mesmo tempo, ainda mais no primeiro dia de utilização do moleque.

Segue o review do Zumo Blog sobre o aparelho:

E o Motorola Droid, ops, Milestone, mal saiu lá fora e já desembarcou por aqui. E é… assim, digamos, incrível? Ainda mais com o precinho camarada que a Vivo está fazendo pro lançamento: R$ 599 num plano de 200 minutos + 500 MB de dados (mensalidade de R$ 169 em São Paulo).

As especificações são conhecidas faz tempo: tela capacitiva gigante de 3,7″, Bluetooth, Wi-Fi, GPS, acelerômetro, câmera de 5 megapixels, vídeos com qualidade de DVD (720 x 480), cartão de memória de 8 GB, processador de 550 MHz, teclado QWERTY, Android 2.0 com HTML5 e Flash completo. A versão vendida pela Vivo virá com uma base multimídia, que transforma o celular em uma central de fotos, músicas e porta-retratos digital.

Fato: em comparação com o Motorola Dext ou Samsung Galaxy, o Milestone é estupidamente mais rápido nas transições de tela. O touchscreen é melhor que o do Dext (que aguarda ansiosamente um upgrade de firmware que o leve para Android 1.6, pelo menos), mas usar os dois ao mesmo tempo pode confundir um pouco (teclas na tela principal e keypad estão em posições invertidas invertidos nos aparelhos). Particularmente, prefiro o teclado do Dext, mas o do Milestone é bem confortável. E sua tela de 3,7″ passa à frente do ainda misterioso Huawei Pulse.

Com os dois aparelhos, dá para notar que o Android 2.0 deixa algumas coisas mais fáceis. Tem uma barra de atalho para ligar e desligar Wi/Fi, Bluetooth, GPS, sincronizar dados e ajustar brilho da tela em uma das telas principais. O visual dos ícones está mais agradável – só que a palavra “Navegador” não cabe por completo abaixo do ícone do programa (:P). E o Android Market foi repaginado e parece estar mais fácil de mexer e encontrar coisas. Como esperado, nada de aplicativos pagos à venda. O Milestone vem com Google Maps, sem navegação ponto-a-ponto como nos EUA, mas também tem um Motonav, aplicativo da Motorola que faz a mesma coisa (licença de uso gratuita por 60 dias).

O Milestone é o irmão mais velho e preparado para o mundo corporativo do Dext, e dá pra notar isso com diversos aplicativos específicos pro mundo dos negócios: Agenda Corporativa, Diretório Corporativo e, bem, o próprio programa de e-mail (com múltiplas caixas de entrada) deixam isso bem claro. Ainda prefiro o design arredondado do Dext, porém o perfil “fininho” do Milestone não desagrada (e a Motorola faz questão de bater na Apple: Milestone tem pouco mais de 1 mm de espessura que o iPhone 3GS com teclado – 12,3 mm x 13,7 mm).

Só não entendo porque a Motorola lançou primeiro o Dext (um smartphone Android com foco nas redes sociais, em um evento nos EUA voltado para mobilidade) para depois mostrar o Milestone. Vai entender as estratégias de comunicação dos fabricantes de celular, né?

Pelo menos com o sucesso do Droid/Milestone lá fora e pelo promissor sucesso do Dext por aqui (aparelhos esgotados já em algumas praças, de acordo com a empresa), a Motorola manda um recado: está de volta ao jogo, e veio para brigar forte pelo mercado que perdeu nos últimos anos pra LG e Samsung. O que vem depois? Um chute meu: aguardem um Android touchscreen fininho “estilo iPhone” sem teclado (CES tá aí…) vindo dos Motodroids. A conferir.

Além da Vivo, a Tim deve lançar o Milestone este ano ainda – a promessa era até o final de dezembro, pelo preço sugerido de R$ 1.999.

Fonte: Zumo Blog

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